É o melhor desempenho já registrado pela operadora, que fechou sua receita operacional bruta em R$ 1,57 bilhão
A Unimed-BH encerrou o ano de 2009 com um crescimento da receita operacional em 13,3%, consolidada em R$ 1,57 bilhão, apesar dos efeitos causados pela crise econômica que afetou o mercado de saúde, com um declínio de crescimento de 5% para menos de 3% no período. Trata-se do melhor desempenho comercial registrado pela operadora.Também houve uma expansão de sua base de clientes em 12,2%, fechando o ano com aproximadamente 835 mil beneficiários, a maior carteira do Sistema Unimed no país.Em números absolutos, a carteira da Unimed-BH somou no período de 2006 a 2009 a quantia de 267 mil novos clientes, 90 mil somente no último ano. Tal número representa um salto de 46,9%, e é equivalente, de acordo com a ANS, à incorporação de duas operadoras de grande porte, acima de 100 mil vidas. Entre os fatores responsáveis pelo crescimento está a estratégia de vendas e relacionamento focada no segmento empresarial, que responde por 75,5% do total de clientes. Para este ano, a meta da operadora é levar a carteira a 865 mil vidas.No período de quatro anos, a cooperativa cumpriu um programa de investimento com mais de R$ 100 milhões, voltados para a expansão de sua rede própria, com a abertura de quatro unidades. Ainda, R$ 30 milhões foram destinados para acreditação de hospitais contratados, e como resultado do programa 75% das internações já ocorrem em serviços com certificação de qualidade. Segundo a Organização Nacional de Acreditação (ONA), Belo Horizonte é a capital com o segundo maior parque hospitalar acreditado do Brasil.
Este blog foi criado com objetivo de debate e troca de idéias entre profissionais de saúde, atribuindo-se a multidisciplinaridade como foco principal no complexo da atenção à saúde.Sabemos que os Sistemas de Saúde no Brasil necessitam de consolidação política e técnica. Para se consolidar, necessita renovar-se, inovar. Inovar significa mobilizar seu formidável patrimônio de experiências concretas e conhecimento acumulado, transformando-o em tecnologias disponíveis à ação.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Anvisa regulamenta venda de produtos de conveniência em farmácias
Cerca de 60 mil drogarias adquiriram autorização judicial que as desobrigaram a cumprir a medida
Entra nesta quinta-feira, 18, a resolução que regulamenta a venda de produtos de conveniência e medicamentos em farmácias, determinada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Porém, sem validade completa. Aproximadamente 60 mil drogarias adquiriram autorização judicial que as desobrigaram a cumprir a medida.Apesar de não informar dados, a Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), informou que o número é correspondente à maioria das farmácias no país. Tal resolução proíbe a venda de produtos alheios à saúde, o que inclui produtos como comidas e bebidas, e obriga que remédios sem prescrição médica fiquem atrás do balcão.Encomendadas pela Abrafarma em 2009, uma pesquisa do Ibope revela que 77% dos consumidores desta área acreditam que farmácias devem oferecer, também, outros produtos. Além de medicamentos, as farmácias ainda podem vender plantas medicinais, cosméticos, produtos de higiene pessoal, produtos de autoteste para diagnósticos, produtos médicos com uso autorizado para leigos, mamadeiras e chupetas, barbeadores e lâminas, brincos estéreis para perfuração da orelha, essências florais para floralterapia, alimentos para dietas específicas e complementos alimentares, mel, própolis e chás, vitaminas e minerais. Fonte: Saúde Business Web
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
iPhone com foco em Saúde
Rede de clínicas desenvolve aplicativo para que médicos façam pré-admissão de pacientes por meio do iPhone
Em 2008, quando a Apple anunciou que daria suporte ao Microsoft Exchange no iPhone, foi o que bastou para que o CEO da RehabCare e fã do iPhone, John Short, se convencesse de que esse era apenas o início do impacto do aparelho no mundo dos negócios. "Nosso CEO ergueu seu iPhone e disse: "este será o novo computador de todos"", relembra o CIO Dick Escue. Pouco depois disso, Escue e sua equipe começaram a trabalhar em um aplicativo, baseado em celular inteligente, para a pré-admissão de pacientes nas clínicas da RehabCare, um serviço de reabilitação física que atende os EUA, entre 33 clínicas de reabilitação e hospitais. A RehabCare compete por pacientes que precisam de reabilitação seguindo a liberação de hospitais e respondendo às referências de situações críticas. Embora Short e Escue prefiram a interface do iPhone, o aplicativo de pré-admissão pode ser usado em BlackBerrys, assim como em outros dispositivos. A característica mais importante do aplicativo é a verdadeira mobilidade, para que os clínicos não precisem mais de um laptop para checar e-mails para receber alertas de referências ou mesmo para preencher o formulário de pré-admissão. Depois de receber as referências, o clínico, geralmente, vai até o hospital para entrevistar equipes médicas e, se possível, o paciente e sua família. Ele envia as informações sobre o paciente para o aplicativo do iPhone que o repassa para o diretor médico para aprovação final, provavelmente também usando seu iPhone. A RehabCare pensa em como otimizar ainda mais o processo - por exemplo, trabalhando com os hospitais para estruturar as informações referenciais enviadas via e-mail, de modo que elas sejam enviadas diretamente para o aplicativo de pré-admissão, contou Escue. Mas ele não recebeu um cheque em branco para desenvolver o aplicativo de smartphone e, na verdade, seu objetivo era criar algo que não exigisse nenhum investimento adicional em infraestrutura de TI. Depois de considerar várias opções, a RehabCare desenvolveu o protótipo de um aplicativo móvel em quatro dias, com a ajuda da empresa consultora de computação em nuvem, Appiro, que roda na plataforma da Salesforce.com. Os desenvolvedores usam a linguagem de programação Apex, da Salesforce, para escrever o aplicativo, que roda nos servidores do data center da provedora. Os criadores de conteúdo podem trabalhar mais rápido porque a Apex permite que os programadores criem interfaces para funções específicas, mas a lógica central e a capacidade do banco de dados da plataforma online da Salesforce já existe, o que permite apenas a personalização limitada. Essa abordagem representou uma nova maneira de criar, rapidamente, o aplicativo da RehabCare. A primeira versão do aplicativo não foi perfeita, "mas decidimos que não teria problema porque poderíamos reconstruí-la rapidamente", avalia Escue. A RehabCare paga uma taxa de assinatura mensal para hospedar o aplicativo do iPhone na Salesforce.
A satisfação com o aplicativo foi tamanha que a rede de clínica já trabalha no desenvolvimento de uma segunda aplicação, que deve estar pronta neste mês. Ela servirá para que 12 mil terapeutas possam resgatar informações e registros de tratamentos em seus iPhones dependendo da fase de tratamento de cada paciente. Espera-se que o aplicativo possa melhorar a produtividade e a precisão: os terapeutas receberão direcionamento específico quando estiverem com um paciente, podendo, assim, eliminar horas de trabalho colocando informações no sistema após o trabalho. O aplicativo é desenvolvido por um fornecedor de software especialista que não é parceiro da Salesforce, portanto, não irá rodar no Force.com, e será nativo do iPhone. A RehabCare quer manter aberto seu leque de opções. Seus executivos estão impressionados com o sistema operacional Android do Google. Como não é proprietário como o iPhone, o Android deve atrair mais desenvolvedores de software e fabricantes de dispositivos, resultando em mais opções para a empresa, racionaliza Escue. "Se manter preso a um fornecedor é sempre um problema", pontua. "O iPhone é um produto maravilhoso, mas outras opções podem existir no futuro, como o Android, que nos parece uma escolha interessante".
Em 2008, quando a Apple anunciou que daria suporte ao Microsoft Exchange no iPhone, foi o que bastou para que o CEO da RehabCare e fã do iPhone, John Short, se convencesse de que esse era apenas o início do impacto do aparelho no mundo dos negócios. "Nosso CEO ergueu seu iPhone e disse: "este será o novo computador de todos"", relembra o CIO Dick Escue. Pouco depois disso, Escue e sua equipe começaram a trabalhar em um aplicativo, baseado em celular inteligente, para a pré-admissão de pacientes nas clínicas da RehabCare, um serviço de reabilitação física que atende os EUA, entre 33 clínicas de reabilitação e hospitais. A RehabCare compete por pacientes que precisam de reabilitação seguindo a liberação de hospitais e respondendo às referências de situações críticas. Embora Short e Escue prefiram a interface do iPhone, o aplicativo de pré-admissão pode ser usado em BlackBerrys, assim como em outros dispositivos. A característica mais importante do aplicativo é a verdadeira mobilidade, para que os clínicos não precisem mais de um laptop para checar e-mails para receber alertas de referências ou mesmo para preencher o formulário de pré-admissão. Depois de receber as referências, o clínico, geralmente, vai até o hospital para entrevistar equipes médicas e, se possível, o paciente e sua família. Ele envia as informações sobre o paciente para o aplicativo do iPhone que o repassa para o diretor médico para aprovação final, provavelmente também usando seu iPhone. A RehabCare pensa em como otimizar ainda mais o processo - por exemplo, trabalhando com os hospitais para estruturar as informações referenciais enviadas via e-mail, de modo que elas sejam enviadas diretamente para o aplicativo de pré-admissão, contou Escue. Mas ele não recebeu um cheque em branco para desenvolver o aplicativo de smartphone e, na verdade, seu objetivo era criar algo que não exigisse nenhum investimento adicional em infraestrutura de TI. Depois de considerar várias opções, a RehabCare desenvolveu o protótipo de um aplicativo móvel em quatro dias, com a ajuda da empresa consultora de computação em nuvem, Appiro, que roda na plataforma da Salesforce.com. Os desenvolvedores usam a linguagem de programação Apex, da Salesforce, para escrever o aplicativo, que roda nos servidores do data center da provedora. Os criadores de conteúdo podem trabalhar mais rápido porque a Apex permite que os programadores criem interfaces para funções específicas, mas a lógica central e a capacidade do banco de dados da plataforma online da Salesforce já existe, o que permite apenas a personalização limitada. Essa abordagem representou uma nova maneira de criar, rapidamente, o aplicativo da RehabCare. A primeira versão do aplicativo não foi perfeita, "mas decidimos que não teria problema porque poderíamos reconstruí-la rapidamente", avalia Escue. A RehabCare paga uma taxa de assinatura mensal para hospedar o aplicativo do iPhone na Salesforce.
A satisfação com o aplicativo foi tamanha que a rede de clínica já trabalha no desenvolvimento de uma segunda aplicação, que deve estar pronta neste mês. Ela servirá para que 12 mil terapeutas possam resgatar informações e registros de tratamentos em seus iPhones dependendo da fase de tratamento de cada paciente. Espera-se que o aplicativo possa melhorar a produtividade e a precisão: os terapeutas receberão direcionamento específico quando estiverem com um paciente, podendo, assim, eliminar horas de trabalho colocando informações no sistema após o trabalho. O aplicativo é desenvolvido por um fornecedor de software especialista que não é parceiro da Salesforce, portanto, não irá rodar no Force.com, e será nativo do iPhone. A RehabCare quer manter aberto seu leque de opções. Seus executivos estão impressionados com o sistema operacional Android do Google. Como não é proprietário como o iPhone, o Android deve atrair mais desenvolvedores de software e fabricantes de dispositivos, resultando em mais opções para a empresa, racionaliza Escue. "Se manter preso a um fornecedor é sempre um problema", pontua. "O iPhone é um produto maravilhoso, mas outras opções podem existir no futuro, como o Android, que nos parece uma escolha interessante".
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Ministério da Saúde economizou R$ 118 mi em remédios
O ministério adquire 32 tipos de remédios, sendo que os estrangeiros absorvem 72% do orçamento para as compras, que é de R$ 1 bilhão
O Ministério da Saúde reduziu em quase 12% os gastos com as compras de medicamentos para tratamento da aids neste ano, o equivalente a uma economia de R$ 118 milhões.
As grandes compras do governo para abastecer todo o país e os esforços para a quebra de patentes, que possibilitam a produção nacional do remédio ou a importação do genérico (mais barato) colaboram para a queda no custo dos contratos com os laboratórios, segundo a diretora do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Mariângela Simão.
O ministério adquire 32 tipos de remédios, sendo 13 nacionais e 19 estrangeiros. Os últimos absorvem 72% do orçamento para as compras, que é de aproximadamente R$ 1 bilhão.
Segundo a diretora, em 2008, depois de pressão do ministério e de organizações da sociedade civil, não foi reconhecida a patente do antirretroviral tenofovir, que faz parte do tratamento de aids e da hepatite B crônica. Com isso, o preço do comprimido caiu de R$ 5,08 para R$ 3,50 - o que significou uma economia de R$ 47,4 milhões.
Outro exemplo, citado pela diretora, foi o licenciamento compulsório, conhecido como quebra de patente, do efavirenz há quatro anos. Desde então, a queda com as compras desse medicamento foi de R$ 204 milhões, conforme Mariângela Simão.
Segundo a diretora, com a diminuição nos gastos, o ministério quer ampliar a oferta de remédios mais caros para pacientes resistentes às drogas atuais. De 2003 a 2009, já foram incluídos três remédios para esse grupo e outro está sob análise do ministério para passar a ser ofertado ainda neste ano. "Com essa redução, podemos incluir cerca de 15 mil pessoas por ano no tratamento", disse Mariângela Simão. Atualmente, 191 mil pessoas estão em tratamento contra a aids.
O Ministério da Saúde reduziu em quase 12% os gastos com as compras de medicamentos para tratamento da aids neste ano, o equivalente a uma economia de R$ 118 milhões.
As grandes compras do governo para abastecer todo o país e os esforços para a quebra de patentes, que possibilitam a produção nacional do remédio ou a importação do genérico (mais barato) colaboram para a queda no custo dos contratos com os laboratórios, segundo a diretora do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Mariângela Simão.
O ministério adquire 32 tipos de remédios, sendo 13 nacionais e 19 estrangeiros. Os últimos absorvem 72% do orçamento para as compras, que é de aproximadamente R$ 1 bilhão.
Segundo a diretora, em 2008, depois de pressão do ministério e de organizações da sociedade civil, não foi reconhecida a patente do antirretroviral tenofovir, que faz parte do tratamento de aids e da hepatite B crônica. Com isso, o preço do comprimido caiu de R$ 5,08 para R$ 3,50 - o que significou uma economia de R$ 47,4 milhões.
Outro exemplo, citado pela diretora, foi o licenciamento compulsório, conhecido como quebra de patente, do efavirenz há quatro anos. Desde então, a queda com as compras desse medicamento foi de R$ 204 milhões, conforme Mariângela Simão.
Segundo a diretora, com a diminuição nos gastos, o ministério quer ampliar a oferta de remédios mais caros para pacientes resistentes às drogas atuais. De 2003 a 2009, já foram incluídos três remédios para esse grupo e outro está sob análise do ministério para passar a ser ofertado ainda neste ano. "Com essa redução, podemos incluir cerca de 15 mil pessoas por ano no tratamento", disse Mariângela Simão. Atualmente, 191 mil pessoas estão em tratamento contra a aids.
Notícias dos Setores de Assistência Médica & Odontológica
SULAMÉRICA SAÚDE: NOVA SUPERINTENDENTE
A SulAmérica Saúde acaba de contratar a administradora e atuária Ana Cristina Novaes Costa. A executiva assume a recém-criada superintendência de Relacionamento com Clientes da área de saúde, na categoria de planos administrados dentro do segmento empresarial. Ana chega à companhia para aprimorar o relacionamento com as empresas clientes da seguradora e ampliar o leque de serviços e facilidades oferecidos, de maneira personalizada. Ana Cristina acumula experiência de 15 anos no mercado de seguros, tendo atuado no desenvolvimento de produtos e serviços no ramo de Saúde Empresarial, além da comercialização de seguros nas áreas de Saúde, Vida e Ramos Elementares. É formada em Ciências Atuariais, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Administração de Empresas com ênfase em Marketing, pela Fundação Armando Álvares Penteado.(Fonte: Assessoria de Imprensa)
EM TEMPO: FENASAÚDE - NOVA DIRETORIA
A nova diretoria da FenaSaúde começou seu mandato, que vai até 2013, nessa segunda-feira (08). O presidente empossado é Heráclito de Brito Gomes Junior (Bradesco Saúde S/A). Seus vice-presidentes são Edson Godoy Bueno (Amil Assistência Médica Internacional Ltda), Gabriel Portella Fagundes Filho (Sul América Companhia de Seguro Saúde), Geraldo Rocha Mello (Medial Saúde S/A) e Paulo Sergio Barros Barbanti (Grupo Notre Dame Intermédica-Intermédica Sistema de Saúde S/A). Os diretores são André do Amaral Coutinho (Omint Serviços de Saúde Ltda), Dalmo Claro de Oliveira (Unimed Seguros Saúde S/A), Edson Machado Monteiro (Brasilsaúde Companhia de Seguros), Eduardo Ribeiro do Valle Vidigal (Marítima Saúde Seguros S/A), João Carlos Gonçalves Regado (Golden Cross Assistência Internacional de Saúde), Luiz Fernando Butori Reis Santos (Unibanco Saúde Seguradora S/A), Newton José Eugênio Pizzotti (Porto Seguro - Seguro Saúde S/A), Paulo Miguel Marracini (Allianz Saúde S/A). Os membros efetivos do Conselho Fiscal Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa (Bradesco Saúde S/A), João Afonso Espírito (Medial Saúde S/A) e Laênio Pereira dos Santos (Sul América Companhia Nacional de Seguros). Os suplentes são George Ricardo Martins de Souza (Cia. Excelsior de Seguros), José Fernando Romano Furnê (Brasilcap Capitalização) e José Maria Souza Teixeira Costa (Cia. de Seguros Aliança da Bahia).(Fonte: CNSEG)
Empresas concorrem para gerir Hospital do Subúrbio na Bahia
Grupos Vita e Facility disputam com Promédica e Dalkia contrato de mais de R$ 50 milhões - O governo da Bahia também apostou no modelo de parceria público-privada para a administração de serviços. Visando a eficiência dos serviços de saúde no Estado, o governo lançou um edital de licitação para a gestão do Hospital Geral do Subúrbio, em Salvador.
Há dois grupos disputando a gestão, que terá o prazo de 10 anos: os grupos Vita e Facility e a Promédica e Dalkia. Os investimentos giram em torno de R$ 50 milhões, aproximadamente, por conta das empresas, e o governo entregará a estrutura física do hospital e arcará com o custeio operacional.
Entre os dias 23 e 25 deste mês, acontecerá o leilão que definirá o grupo responsável pela administração da instituição. Das três etapas para definir as empresas gestoras, duas já foram realizadas. Na primeira audiência, realizada na terça-feira, 2, os consórcios apresentaram as garantias para a gestão do hospital. Passada a análise de propostas técnicas, realizada na sexta-feira 5, um leilão para definição do consórcio escolhido deverá realizado entre os dias 23 e 25. O prazo foi definido em audiência na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Para o business developer das áreas de instituições de saúde e educação da Dalkia, Alexandre Lima Ribeiro, este momento é positivo, um marco zero na evolução deste tipo de gestão. "Acredito que estamos colaborando positivamente para criar a cultura de PPPs no Brasil", explica, apontando os benefícios deste sistema. "Os investimentos são grandes, e o prazo de dez anos é suficiente para criar a consistência necessária para gerar um hospital de qualidade para as pessoas", conta o executivo, que está confiante em relação à licitação. "A Dalkia possui mais de 30 contratos de parceria público-privada internacionalmente. Os mais recentes foram no México e no Peru", ressalta, apontando a Promédica como uma grande parceira em relação a esse projeto. "A Promédica é uma parceira ideal por se tratar de um grupo baiano. Por conhecer o cenário da região, sabe claramente onde e como investir recursos", finaliza.
O presidente da rede Vita, Edson Santos, concorda com o sucesso deste modelo de gestão. "A gestão compartilhada se provou mais do que útil, uma ferramenta comprovada. Mais do que nunca empresas buscam serviços terceirizados para otimizar sua qualidade", pontua. "A ideia é reduzir a abrangência final do resultado de trabalho, pois muitas vezes é mais viável gerenciar um contrato com uma empresa, e não um grande número de pessoas, direcionando serviços a empresas competentes", analisa Santos, cuja empresa possui projetos de gestão compartilhada em andamento que abrangem a América do Sul, e, recentemente, ganharam um projeto no Hospital da Mulher, no Rio de Janeiro. O Hospital Geral do Susbúrbio começou a ser construído em 2008, e recebeu investimento de R$ 42,1 milhões. A instituição conta com 248 leitos, sendo 30 de UTI.(Fonte: Saúde Business)
Resolução da ANS sobre cooperativas médicas será anulada
Cláusula diz que o estatuto não pode impedir os profissionais cooperados de se credenciarem a outras operadoras de planos de saúde - A Câmara analisa o Projeto de Decreto Legislativo 2349/09, do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), que susta a resolução normativa 175, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Publicada em 2008, a norma obriga as cooperativas médicas a incluírem cláuula restritiva em seus estatutos sociais.
A cláusula diz que o estatuto não pode impedir os profissionais cooperados de se credenciarem a outras operadoras de planos de saúde. E determina que seja considerado nulo qualquer dispositivo que possua cláusula de exclusividade.
Arnaldo Jardim argumenta que a resolução viola a legislação cooperativista (Lei 5764/71). De acordo com a lei, alteração de estatuto só é autorizada com o voto de 2/3 dos cooperados reunidos em assembleia geral.
"Cabe à ANS regular a atuação das operadoras, prevendo condutas e impondo penalidade, mas não pode interferir na redação dos estatutos", afirma o autor.
Tramitação
Antes de ir a Plenário, a proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.(Fonte: Agência Câmara)
CIO da Unimed Curitiba fala sobre expectativas para 2010
Dentre os diretores de TI do GUCIO-PR consultados, 46% planejam ampliar os orçamentos em relação a 2009 - Não dá para dizer que 2009 tenha sido um ano de todo atípico. Disputar verbas apertadas com outros departamentos, rever estratégias, acompanhar lançamentos e negociar com os parceiros tecnológicos melhores custos faz parte da rotina dos gestores dos departamentos de tecnologia de informação há muito tempo.
De fato, os diretores de TI das empresas do estado do Paraná consultados sobre o impacto da crise econômica em seus orçamentos revelaram que o ano que passou foi pautado pela revisão de investimentos e despesas. Das 30 empresas que responderam a uma consulta, 73% informaram redução nas verbas previstas. Os cortes atingiram infraestrutura, aplicações e quadro de pessoal.
Na outra ponta, o mercado fornecedor também teve que se desdobrar para encaixar os projetos dentro da nova realidade dos clientes. Sorte que os provedores se mostraram bastante flexíveis e criaram alternativas inteligentes para viabilização e manutenção de projetos.
Para o ano de 2010 as empresas do Paraná têm uma expectativa otimista com relação aos investimentos previstos. Dentre os diretores de TI consultados, 46% planejam ampliar os orçamentos frente a 2009. As principais iniciativas estão na atualização de infraestrutura, processos de segurança da informação, portais web, enterprise content management (ECM), business intelligence (BI), além de aplicações específicas de logística, controle de produção e automação de força de vendas.
Os CIOs também relatam que a dependência do negócio em relação aos serviços de tecnologia da informação e as regulamentações dos setores onde atuam têm exigido medidas de contingência cada vez mais robustas para redução de riscos, como sites backup e planos de recuperação de desastres.
A oferta tecnológica tem apresentado inúmeras oportunidades para melhorarmos o negócio e o board das organizações não resiste a um business case bem elaborado. O grande desafio tem sido viabilizar os investimentos e manter a base instalada que naturalmente é depreciada e sofre o impacto do crescimento vegetativo da utilização dos serviços. Viabilizar os investimentos nestes dois campos continuará a ser um bom desafio na rotina dos CIOs. *Gilmar Ragonetti é CIO da Unimed Curitiba e coordenador do GUCIO do Paraná. O executivo escreveu com exclusividade para InformationWeek Brasil.
A SulAmérica Saúde acaba de contratar a administradora e atuária Ana Cristina Novaes Costa. A executiva assume a recém-criada superintendência de Relacionamento com Clientes da área de saúde, na categoria de planos administrados dentro do segmento empresarial. Ana chega à companhia para aprimorar o relacionamento com as empresas clientes da seguradora e ampliar o leque de serviços e facilidades oferecidos, de maneira personalizada. Ana Cristina acumula experiência de 15 anos no mercado de seguros, tendo atuado no desenvolvimento de produtos e serviços no ramo de Saúde Empresarial, além da comercialização de seguros nas áreas de Saúde, Vida e Ramos Elementares. É formada em Ciências Atuariais, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Administração de Empresas com ênfase em Marketing, pela Fundação Armando Álvares Penteado.(Fonte: Assessoria de Imprensa)
EM TEMPO: FENASAÚDE - NOVA DIRETORIA
A nova diretoria da FenaSaúde começou seu mandato, que vai até 2013, nessa segunda-feira (08). O presidente empossado é Heráclito de Brito Gomes Junior (Bradesco Saúde S/A). Seus vice-presidentes são Edson Godoy Bueno (Amil Assistência Médica Internacional Ltda), Gabriel Portella Fagundes Filho (Sul América Companhia de Seguro Saúde), Geraldo Rocha Mello (Medial Saúde S/A) e Paulo Sergio Barros Barbanti (Grupo Notre Dame Intermédica-Intermédica Sistema de Saúde S/A). Os diretores são André do Amaral Coutinho (Omint Serviços de Saúde Ltda), Dalmo Claro de Oliveira (Unimed Seguros Saúde S/A), Edson Machado Monteiro (Brasilsaúde Companhia de Seguros), Eduardo Ribeiro do Valle Vidigal (Marítima Saúde Seguros S/A), João Carlos Gonçalves Regado (Golden Cross Assistência Internacional de Saúde), Luiz Fernando Butori Reis Santos (Unibanco Saúde Seguradora S/A), Newton José Eugênio Pizzotti (Porto Seguro - Seguro Saúde S/A), Paulo Miguel Marracini (Allianz Saúde S/A). Os membros efetivos do Conselho Fiscal Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa (Bradesco Saúde S/A), João Afonso Espírito (Medial Saúde S/A) e Laênio Pereira dos Santos (Sul América Companhia Nacional de Seguros). Os suplentes são George Ricardo Martins de Souza (Cia. Excelsior de Seguros), José Fernando Romano Furnê (Brasilcap Capitalização) e José Maria Souza Teixeira Costa (Cia. de Seguros Aliança da Bahia).(Fonte: CNSEG)
Empresas concorrem para gerir Hospital do Subúrbio na Bahia
Grupos Vita e Facility disputam com Promédica e Dalkia contrato de mais de R$ 50 milhões - O governo da Bahia também apostou no modelo de parceria público-privada para a administração de serviços. Visando a eficiência dos serviços de saúde no Estado, o governo lançou um edital de licitação para a gestão do Hospital Geral do Subúrbio, em Salvador.
Há dois grupos disputando a gestão, que terá o prazo de 10 anos: os grupos Vita e Facility e a Promédica e Dalkia. Os investimentos giram em torno de R$ 50 milhões, aproximadamente, por conta das empresas, e o governo entregará a estrutura física do hospital e arcará com o custeio operacional.
Entre os dias 23 e 25 deste mês, acontecerá o leilão que definirá o grupo responsável pela administração da instituição. Das três etapas para definir as empresas gestoras, duas já foram realizadas. Na primeira audiência, realizada na terça-feira, 2, os consórcios apresentaram as garantias para a gestão do hospital. Passada a análise de propostas técnicas, realizada na sexta-feira 5, um leilão para definição do consórcio escolhido deverá realizado entre os dias 23 e 25. O prazo foi definido em audiência na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Para o business developer das áreas de instituições de saúde e educação da Dalkia, Alexandre Lima Ribeiro, este momento é positivo, um marco zero na evolução deste tipo de gestão. "Acredito que estamos colaborando positivamente para criar a cultura de PPPs no Brasil", explica, apontando os benefícios deste sistema. "Os investimentos são grandes, e o prazo de dez anos é suficiente para criar a consistência necessária para gerar um hospital de qualidade para as pessoas", conta o executivo, que está confiante em relação à licitação. "A Dalkia possui mais de 30 contratos de parceria público-privada internacionalmente. Os mais recentes foram no México e no Peru", ressalta, apontando a Promédica como uma grande parceira em relação a esse projeto. "A Promédica é uma parceira ideal por se tratar de um grupo baiano. Por conhecer o cenário da região, sabe claramente onde e como investir recursos", finaliza.
O presidente da rede Vita, Edson Santos, concorda com o sucesso deste modelo de gestão. "A gestão compartilhada se provou mais do que útil, uma ferramenta comprovada. Mais do que nunca empresas buscam serviços terceirizados para otimizar sua qualidade", pontua. "A ideia é reduzir a abrangência final do resultado de trabalho, pois muitas vezes é mais viável gerenciar um contrato com uma empresa, e não um grande número de pessoas, direcionando serviços a empresas competentes", analisa Santos, cuja empresa possui projetos de gestão compartilhada em andamento que abrangem a América do Sul, e, recentemente, ganharam um projeto no Hospital da Mulher, no Rio de Janeiro. O Hospital Geral do Susbúrbio começou a ser construído em 2008, e recebeu investimento de R$ 42,1 milhões. A instituição conta com 248 leitos, sendo 30 de UTI.(Fonte: Saúde Business)
Resolução da ANS sobre cooperativas médicas será anulada
Cláusula diz que o estatuto não pode impedir os profissionais cooperados de se credenciarem a outras operadoras de planos de saúde - A Câmara analisa o Projeto de Decreto Legislativo 2349/09, do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), que susta a resolução normativa 175, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Publicada em 2008, a norma obriga as cooperativas médicas a incluírem cláuula restritiva em seus estatutos sociais.
A cláusula diz que o estatuto não pode impedir os profissionais cooperados de se credenciarem a outras operadoras de planos de saúde. E determina que seja considerado nulo qualquer dispositivo que possua cláusula de exclusividade.
Arnaldo Jardim argumenta que a resolução viola a legislação cooperativista (Lei 5764/71). De acordo com a lei, alteração de estatuto só é autorizada com o voto de 2/3 dos cooperados reunidos em assembleia geral.
"Cabe à ANS regular a atuação das operadoras, prevendo condutas e impondo penalidade, mas não pode interferir na redação dos estatutos", afirma o autor.
Tramitação
Antes de ir a Plenário, a proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.(Fonte: Agência Câmara)
CIO da Unimed Curitiba fala sobre expectativas para 2010
Dentre os diretores de TI do GUCIO-PR consultados, 46% planejam ampliar os orçamentos em relação a 2009 - Não dá para dizer que 2009 tenha sido um ano de todo atípico. Disputar verbas apertadas com outros departamentos, rever estratégias, acompanhar lançamentos e negociar com os parceiros tecnológicos melhores custos faz parte da rotina dos gestores dos departamentos de tecnologia de informação há muito tempo.
De fato, os diretores de TI das empresas do estado do Paraná consultados sobre o impacto da crise econômica em seus orçamentos revelaram que o ano que passou foi pautado pela revisão de investimentos e despesas. Das 30 empresas que responderam a uma consulta, 73% informaram redução nas verbas previstas. Os cortes atingiram infraestrutura, aplicações e quadro de pessoal.
Na outra ponta, o mercado fornecedor também teve que se desdobrar para encaixar os projetos dentro da nova realidade dos clientes. Sorte que os provedores se mostraram bastante flexíveis e criaram alternativas inteligentes para viabilização e manutenção de projetos.
Para o ano de 2010 as empresas do Paraná têm uma expectativa otimista com relação aos investimentos previstos. Dentre os diretores de TI consultados, 46% planejam ampliar os orçamentos frente a 2009. As principais iniciativas estão na atualização de infraestrutura, processos de segurança da informação, portais web, enterprise content management (ECM), business intelligence (BI), além de aplicações específicas de logística, controle de produção e automação de força de vendas.
Os CIOs também relatam que a dependência do negócio em relação aos serviços de tecnologia da informação e as regulamentações dos setores onde atuam têm exigido medidas de contingência cada vez mais robustas para redução de riscos, como sites backup e planos de recuperação de desastres.
A oferta tecnológica tem apresentado inúmeras oportunidades para melhorarmos o negócio e o board das organizações não resiste a um business case bem elaborado. O grande desafio tem sido viabilizar os investimentos e manter a base instalada que naturalmente é depreciada e sofre o impacto do crescimento vegetativo da utilização dos serviços. Viabilizar os investimentos nestes dois campos continuará a ser um bom desafio na rotina dos CIOs. *Gilmar Ragonetti é CIO da Unimed Curitiba e coordenador do GUCIO do Paraná. O executivo escreveu com exclusividade para InformationWeek Brasil.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Queixa contra Planos de Saúde cresce 28% em 2009
Cobertura negada e alta nas mensalidades são os principais motivos de reclamações
Em 2009, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) recebeu 122.008 demandas de clientes, das quais 20.034 foram denúncias contra operadoras de planos de saúde. O número de queixas é 28% maior que o registrado no ano anterior.
Cobertura negada - quando a operadora não autoriza a realização de um determinado procedimento ou consulta - foi um dos temas que mais motivaram reclamações dos consumidores no ano passado. Problemas com os contratos e regulamentos das operadoras também figuram entre os mais denunciados pelos clientes no ano passado. Os usuários também se queixaram do aumento abusivo das mensalidades. Nos anos anteriores, esses já eram os principais problemas apontados pelos clientes de convênios.
Tendência de alta
A tendência é de que as queixas contra convênios só aumentem, estima Daniela Trettel, advogada do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).
Em 2009, foram registradas 3,27 reclamações para cada 10 mil usuários de planos de saúde. Em 2008, havia apenas 1,92 reclamação para cada 10 mil clientes.
A advogada aponta a impunidade como um facilitador de más práticas entre as operadoras. "Mesmo quando as empresas são multadas pela ANS, leva um tempo enorme até que elas efetuem o pagamento à agência", disse ela ao Jornal da Tarde.(FONTE: JORNAL DA TARDE)
ANS: ALTERAÇÕES NO SIP PARA 2010
A ANS estabeleceu um novo padrão para as informações do Sistema de Informações de Produtos (SIP), enviadas regularmente pelas operadoras de planos de saúde. A proposta utiliza padrões já existentes e disponíveis em outros bancos de dados e sistemas de informações, permitindo uma compatibilização com os diversos sistemas de informação em saúde hoje existentes e possibilitando uma melhor utilização das informações coletadas. No padrão definido os dados passam a ser enviados pelas operadoras para a ANS em arquivos no formato XML.
Em relação às informações assistenciais, as principais adequações necessárias são:
- As informações passam a ser referentes somente aos beneficiários com contrato com a própria operadora, independentemente de compartilhamento de risco/repasse da assistência para outras operadoras;
- As informações assistenciais devem possuir a identificação do trimestre de ocorrência dos eventos;
- As operadoras médico-hospitalares com 50 mil ou mais beneficiários e as operadoras exclusivamente odontológicas com 20 mil ou mais beneficiários deverão alocar as informações de "Eventos ocorridos" e "Total de despesa líquida" conforme Unidade Federativa de ocorrência dos eventos.(FONTE: ANS)
Em 2009, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) recebeu 122.008 demandas de clientes, das quais 20.034 foram denúncias contra operadoras de planos de saúde. O número de queixas é 28% maior que o registrado no ano anterior.
Cobertura negada - quando a operadora não autoriza a realização de um determinado procedimento ou consulta - foi um dos temas que mais motivaram reclamações dos consumidores no ano passado. Problemas com os contratos e regulamentos das operadoras também figuram entre os mais denunciados pelos clientes no ano passado. Os usuários também se queixaram do aumento abusivo das mensalidades. Nos anos anteriores, esses já eram os principais problemas apontados pelos clientes de convênios.
Tendência de alta
A tendência é de que as queixas contra convênios só aumentem, estima Daniela Trettel, advogada do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).
Em 2009, foram registradas 3,27 reclamações para cada 10 mil usuários de planos de saúde. Em 2008, havia apenas 1,92 reclamação para cada 10 mil clientes.
A advogada aponta a impunidade como um facilitador de más práticas entre as operadoras. "Mesmo quando as empresas são multadas pela ANS, leva um tempo enorme até que elas efetuem o pagamento à agência", disse ela ao Jornal da Tarde.(FONTE: JORNAL DA TARDE)
ANS: ALTERAÇÕES NO SIP PARA 2010
A ANS estabeleceu um novo padrão para as informações do Sistema de Informações de Produtos (SIP), enviadas regularmente pelas operadoras de planos de saúde. A proposta utiliza padrões já existentes e disponíveis em outros bancos de dados e sistemas de informações, permitindo uma compatibilização com os diversos sistemas de informação em saúde hoje existentes e possibilitando uma melhor utilização das informações coletadas. No padrão definido os dados passam a ser enviados pelas operadoras para a ANS em arquivos no formato XML.
Em relação às informações assistenciais, as principais adequações necessárias são:
- As informações passam a ser referentes somente aos beneficiários com contrato com a própria operadora, independentemente de compartilhamento de risco/repasse da assistência para outras operadoras;
- As informações assistenciais devem possuir a identificação do trimestre de ocorrência dos eventos;
- As operadoras médico-hospitalares com 50 mil ou mais beneficiários e as operadoras exclusivamente odontológicas com 20 mil ou mais beneficiários deverão alocar as informações de "Eventos ocorridos" e "Total de despesa líquida" conforme Unidade Federativa de ocorrência dos eventos.(FONTE: ANS)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Panejamento 2010 - Saúde Suplementar
Uma das tarefas mais complexas na gestão da saúde é o planejamento, que além da dinâmica da própria atividade, que transitam das novas tecnologias às novas patologias, requer atenção especial com as questões econômicas.
Quando ocorre a desvalorização do real, começa a “gritaria” para o reajuste de preços dos insumos, sustentado pelo discurso da utilização de diversos componentes importados, que vão desde reagentes até reposição de peças.Mas nas oportunidades em que o real é valorizado não se percebe o movimento contrário, ou seja, redução de preços.
As ações sobre a variação do câmbio levam em conta importantes segmentos produtivos e não tem o mesmo efeito/impacto na assistência médica, por tratar-se de consumo interno.
A taxação dos investimentos estrangeiros com incidência do IOF tem como meta proteger os segmentos exportadores em que, estabilizando o câmbio, à priori não tem repercussão. Contudo, a desvalorização do real, como intenciona o governo, poderá ser novamente causa de aumento dos custos.
Outro fator importante é a dependência da saúde suplementar em relação ao nível de emprego, já que o segmento tem quase 80% dos usuários em contratos coletivos. Contudo, pelas últimas avaliações do mercado, também será preciso considerar, além da quantidade, a ‘qualidade deste emprego’ e o valor da sua remuneração, que nos últimos meses vem sofrendo redução.
Esta questão tem efeito direto, seja na condição de consumidor individual, seja do contrato coletivo, em que o contratante exercerá pressão ainda maior por assistência médica de menor preço, a partir da relação do custo do benefício com a folha de pagamento.
Certamente para muitos gestores estas observações não são novas, mas o propósito é chamar atenção para a necessidade de rever os modelos e matrizes que traduzem dados e expectativas macro econômicas para o ambiente micro econômico, agregando leitura atualizada e contemplando aspectos sócio econômicos no ambiente pós crise financeira, com as alterações provocadas não só internamente, mas externas também.
O que temos assistido é o crescimento no número de beneficiários e o decréscimo do número de operadoras, que por dificuldades econômicas e financeiras deixam de operar no mercado e em diversas situações deixam como herança passivos a serem resolvidos.
Um cenário que sugere a necessidade de revisão geral do modelo de gestão, inclusive do agente regulador (ANS), que já anunciou que irá perseguir padrões internacionais de gerenciamento de risco para a regulação da solvência. Traduzindo: exigirá capital e investimento em novas atividades por parte das operadoras, com impacto direto no custo da saúde suplementar.(FONTE: SAÚDE BUSINESS WEB)
Quando ocorre a desvalorização do real, começa a “gritaria” para o reajuste de preços dos insumos, sustentado pelo discurso da utilização de diversos componentes importados, que vão desde reagentes até reposição de peças.Mas nas oportunidades em que o real é valorizado não se percebe o movimento contrário, ou seja, redução de preços.
As ações sobre a variação do câmbio levam em conta importantes segmentos produtivos e não tem o mesmo efeito/impacto na assistência médica, por tratar-se de consumo interno.
A taxação dos investimentos estrangeiros com incidência do IOF tem como meta proteger os segmentos exportadores em que, estabilizando o câmbio, à priori não tem repercussão. Contudo, a desvalorização do real, como intenciona o governo, poderá ser novamente causa de aumento dos custos.
Outro fator importante é a dependência da saúde suplementar em relação ao nível de emprego, já que o segmento tem quase 80% dos usuários em contratos coletivos. Contudo, pelas últimas avaliações do mercado, também será preciso considerar, além da quantidade, a ‘qualidade deste emprego’ e o valor da sua remuneração, que nos últimos meses vem sofrendo redução.
Esta questão tem efeito direto, seja na condição de consumidor individual, seja do contrato coletivo, em que o contratante exercerá pressão ainda maior por assistência médica de menor preço, a partir da relação do custo do benefício com a folha de pagamento.
Certamente para muitos gestores estas observações não são novas, mas o propósito é chamar atenção para a necessidade de rever os modelos e matrizes que traduzem dados e expectativas macro econômicas para o ambiente micro econômico, agregando leitura atualizada e contemplando aspectos sócio econômicos no ambiente pós crise financeira, com as alterações provocadas não só internamente, mas externas também.
O que temos assistido é o crescimento no número de beneficiários e o decréscimo do número de operadoras, que por dificuldades econômicas e financeiras deixam de operar no mercado e em diversas situações deixam como herança passivos a serem resolvidos.
Um cenário que sugere a necessidade de revisão geral do modelo de gestão, inclusive do agente regulador (ANS), que já anunciou que irá perseguir padrões internacionais de gerenciamento de risco para a regulação da solvência. Traduzindo: exigirá capital e investimento em novas atividades por parte das operadoras, com impacto direto no custo da saúde suplementar.(FONTE: SAÚDE BUSINESS WEB)
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