<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884</id><updated>2011-10-24T04:02:53.122-07:00</updated><title type='text'>Gestão em Saúde</title><subtitle type='html'>Este blog foi criado com objetivo de debate e troca de idéias entre profissionais de saúde, atribuindo-se a multidisciplinaridade como foco principal no complexo da atenção à saúde.Sabemos que os Sistemas de Saúde no Brasil necessitam de consolidação política e técnica. Para se consolidar, necessita renovar-se, inovar. Inovar significa mobilizar seu formidável patrimônio  de experiências concretas e conhecimento acumulado, transformando-o em tecnologias disponíveis à ação.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>69</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-5986084372201316414</id><published>2011-04-04T16:54:00.000-07:00</published><updated>2011-04-04T16:55:44.353-07:00</updated><title type='text'>Delimitando fronteiras entre Saúde e Economia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;O bem mais precioso que um ser&lt;span class="GramE"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;humano possui é a saúde. De nada adianta ter riquezas incomensuráveis, se a pessoa padece de enfermidades sem cura. A assistência médica é proporcional principalmente ao volume de recursos possuídos pelo indivíduo e seus próximos, em termos particulares. É óbvio que, quanto mais ricos, melhores serão suas condições de atendimento. Contudo, se o cidadão não é abastado, ele depende da assistência médica prestada pelo setor público. Como ela, no momento, não é de boa qualidade, de um modo geral, as pessoas, que podem, recorrem a empresas particulares, pagando vultosas mensalidades, para tentar obter uma assistência médica digna. E quase sempre não conseguem alcançar seus objetivos. Geralmente, o atendimento deixa a desejar. E os cidadãos que não possuem recursos para pagar planos privados? Dependem apenas da assistência &lt;span class="GramE"&gt;médica propiciada pelo setor público, direito garantido pela Constituição&lt;/span&gt;. Antigamente, ela era de boa qualidade, atendendo satisfatoriamente a todos. Contudo, com o correr do tempo, ela foi se deteriorando, devido a insuficientes recursos canalizados pelas administrações federal, estadual e municipal ao importante setor.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Os países mais desenvolvidos, na década de 50, aplicavam em gastos com assistência à saúde cerca de &lt;span class="GramE"&gt;3&lt;/span&gt;% do PIB. Agora existem alguns deles&lt;span class="GramE"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;que têm 16 % de seus&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;PIBs&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;investidos em &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;assistência à saúde. E temos que considerar ter havido a progressiva desaceleração do crescimento populacional nesses mesmos países. Nosso sistema de saúde possui vários paradoxos. O primeiro, gerencial: improvisam-se gerentes para decidir em organizações complexas, do posto de saúde aos mais altos cargos. Atualmente, o ministro da Saúde é médico, mas nem sempre isto acontece. O segundo, organizacional: descentralização centralizante, com o espectro do antigo INAMPS renascendo nas secretarias estaduais ou municipais de saúde. O terceiro, econômico: carência de recursos em paralelo a desperdícios enormes, ocasionando a existência de profissionais desmotivados e descomprometidos. Falta de recursos materiais ou financeiros com  sérios desvios. O quarto, assistencial: resolutividade do ato médico entendido apenas nos estágios avançados de organização da saúde. Não existe promoção da saúde e a prevenção está reduzida praticamente à vacinação e olhe lá. O diagnóstico e tratamento constituem a verdadeira medicina, praticada nas enfermarias, nas UTIS e no Centro Cirúrgico. A reabilitação é desprezada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;O Brasil aplica muito menos do que deveria, inclusive no aspecto legal, em assistência à saúde. A nossa Constituição prescreve que a saúde, ou melhor, a assistência médica, é dever do Estado e direito de todos, bem como a necessidade de um eficaz saneamento básico, pois é fato conhecido de todos que um real investido na prevenção poupa muito mais reais consumidos na medicina curativa. E nosso diagnóstico, como economista, é assustador. &lt;span class="GramE"&gt;O cidadão paga&lt;/span&gt; tributos no nível federal, estadual e municipal para que o Setor Público cumpra sua missão. E, infelizmente, constatamos reinar o caos na área. Há hospitais federais, estaduais e municipais com tarefas e regiões superpostas e a população cada vez mais abandonada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Como já vimos, recursos existem, se bem que insuficientes. Só em CPMF, no ano de 2006, a arrecadação foi da ordem de R$ 32 bilhões. Mas não chegam ao destino final, sendo desviados para outras funções ou mal geridos, provocando desperdícios ou desaparecendo nas redes de corrupção. E a população, insegura, corre atrás de planos de medicina de grupo ou seguro-saúde, alguns se revelando verdadeiras "arapucas" e a maior parte apenas interessada em maximizar seus lucros e não com o juramento de Hipócrates. A maioria dos profissionais de saúde, na área pública, é mal remunerada, apesar de sua capacidade, enquanto uma minoria, composta de "marajás" do setor privado, enriquece numa associação espúria, canalizando pacientes para suas clínicas particulares, desde que os rendimentos sejam elevados e deixando os pacientes de alto custo na rede pública, muitos dos quais associados desses famigerados planos, sem que haja ressarcimento ao Estado dos custos do tratamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;A solução passa pela clara delimitação de responsabilidades, com adequados orçamentos, pelas três esferas de poder. No nível federal, a responsabilidade pelo saneamento básico, pela prevenção das endemias, pela coordenação geral das atividades médicas empreendidas pelos estados e municípios. Na esfera estadual, o dever de manter hospitais de maior especificidade para atender aos problemas crônicos, de maior nível de especialização, demandando internações maiores. Aos municípios, além do reforço às funções anteriores, a responsabilidade pelo atendimento ambulatorial, a triagem, o restabelecimento do médico de família. Todos os profissionais bem remunerados, com treinamento adequado, recursos compatíveis, instalações dignas e o tratamento indicado assegurado (inclusive medicamentos e exames). Todo paciente com o direito de ser dignamente atendido, com o ressarcimento pelos planos particulares dos tratamentos efetuados, quando o paciente for associado a um deles. Assim, haverá recursos e todos serão atendidos pela rede pública dignamente. Quem tiver recursos de sobra, e o desejar, que procure os "medalhões". Na medicina não deveria haver lugar para o mercantilismo. Quem o quiser, que abandone a nobre profissão e abra um cassino.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Agora, percebe-se claramente o progressivo sucateamento da rede pública, o desprezo por seus profissionais, numa clara preparação da privatização total do setor. Os planos particulares já possuem mais de 40 milhões de associados. Faltam-lhes apenas os hospitais. E o planejamento dos "mercantilistas" da saúde é justamente este. Tornar os hospitais públicos inviáveis para comprá-los a preços vis, tornando-se assim possuidores deste vasto patrimônio, construído com recursos de toda a população que, como sempre, será esbulhada.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-5986084372201316414?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/5986084372201316414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/04/delimitando-fronteiras-entre-saude-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5986084372201316414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5986084372201316414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/04/delimitando-fronteiras-entre-saude-e.html' title='Delimitando fronteiras entre Saúde e Economia'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-287162214571090887</id><published>2011-03-18T09:55:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T09:56:32.477-07:00</updated><title type='text'>Entrevista: Padilha fala sobre PPPs, SUS e regulação</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_12" style="font-size: 12px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;p class="texto_cinzaclaro_11" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;por Verena Souza&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinzaclaro_11" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;17/03/2011&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ministro da Saúde expôs as pespectivas do setor de saúde no Brasil e as iniciativas de seu governo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Durante coletiva de imprensa em "Seminário sobre as perspectivas do setor de saúde no Brasil", realizado nesta última quarta-feira (16), em São Paulo, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, falou sobre a importância das Parcerias Públicos Privadas (PPPs), Sistema Único de Saúde (SUS), regulamentações, relação entre público e privado, entre outros temas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Confira a entrevista:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Quanto às políticas de prevenção à saúde, o que o governo tem feito?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O Ministério tem R$ 60 milhões em edital aberto para municípios e estados apresentarem projetos. Nossa política de atenção primária busca estimular a promoção à saúde. Na Estratégia de Saúde da Família incorporamos, além de médicos e enfermeiros, fisioterapeutas, professores de educação física, terapeutas ocupacionais. Além disso, em abril, vamos lançar novas medidas de promoção à saúde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Faremos um acordo com a indústria de alimentos para a redução de sódio nos alimentos. Vamos lançar uma grande campanha para a promoção de alimentação e hábitos saudáveis. Há também o plano de redução de gorduras, mas ainda não tem um prazo fechado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;ONU&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Este ano, vamos ter uma grande oportunidade no Brasil. Em setembro, a Assembleia Geral da ONU pela terceira vez vai incorporar o tema da saúde nas discussões com os chefes de Estado. Na década de 80 foi a poliomielite, nos anos 90 foi a AIDS e, agora, é a vez das doenças crônicas não transmissíveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Com essa mudança demográfica, tendo em vista o envelhecimento da população mundial, percebe-se que haverá epidemias de doenças crônicas não transmissíveis como obesidade, hipertensão e diabetes, em um futuro próximo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O Brasil, dessa forma, está se antecipando a um risco real, saindo na frente para o enfretamento deste problema. O Ministério também tem um programa para construir academias de saúde, próximas às unidade básicas de saúde para estimular atividades físicas para a população.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Com a ampliação do acesso. Quais as oportunidades que vão surgir?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Investimentos em saúde e educação são os que mais retornam para o crescimento do PIB no País, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Investir em saúde é criar um novo mercado de usuários de equipamentos de saúde, insumos e medicamentos. Essa dimensão econômica da saúde no crescimento econômico do Brasil é fundamental. Além disso, investir em saúde é criar um ambiente para o desenvolvimento do País.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Hoje, existem 31 mil equipes de saúde da família no Brasil, atendendo 100 milhões de pessoas com atenção básica. Estamos ampliando fortemente o acesso. As indústrias farmacêuticas e de equipamentos tem de perceber esse mercado que se amplia e os governos continuarem a fazer políticas para garantir a ampliação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O Ministério passa a usar o poder de compra para a ampliação de quimioterápicos para neoplasias, por exemplo, e o introduz no mercado. Isso significa que a indústria, percebendo tal iniciativa, invista em políticas de redução de preços. Isso é um mercado novo que se abre para o setor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;PPPs, Regulação e indústria&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Hoje, o Ministério da Saúde, Ciência e Tecnologia e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) investem cerca de R$ 7 bilhões em um conjunto de Parcerias Público Privadas (PPPs) que envolvam a indústria farmacêutica, seja de empresas nacionais ou internacionais, para se associarem a laboratórios públicos para a produção de medicamentos no Brasil. O exemplo mais recente refere-se ao antiviral Tenofovir, que combate a AIDS.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Em janeiro, assinamos uma PPP entre uma indústria farmacêutica internacional e um laboratório público de Minas Gerais, com financiamento do governo federal e o BNDES.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O conjunto de PPPs é uma grande oportunidade. Nós devemos ter nos próximos dois anos cerca de 19 a 20 produtos que vão perder suas patentes. Isso vai abrir espaço para a produção nacional, inclusive para genéricos. Além de ser oportunidade também para a inovação e incorporação tecnológica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Outro aspecto que gera oportunidades é questão da regulação - seja por meio das agências vinculadas ou pelo próprio Ministério. Isso tem um impacto positivo no estímulo à produção nacional e parcerias. Nós abrimos uma agenda com a indústria sobre pontos importantes no marco regulatório que precisamos avançar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Firmamos um contrato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de gestão, que prevê um rito mais rápido no processo de registro produtos, insumos, medicamentos e equipamentos. Não queremos que um medicamento para tuberculose demore o mesmo tempo que um cosmético.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Existe um grupo de trabalho com a Anvisa para estudar melhores políticas de rastreabilidade de medicamentos brasileiros no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Qual a importância do SUS?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;É unânime a importância do SUS para todos os gestores de saúde. Precisamos aprimorar o processo de descentralização da gestão. Vamos construir com estados e municípios contratos mais sólidos que estabeleçam não só os repasses de recursos, mas também metas a serem cumpridas. Está em debate a ideia de uma lei de responsabilidade sanitária no País, onde a União, estados e municípios tenham metas a serem cumpridas e, dessa forma, os investimentos sejam direcionados de acordo com o cumprimento dessas metas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Quanto ao ressarcimento dos planos ao SUS. Tem alguma conversa?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Em primeiro lugar precisamos qualificar as informações. Principal desafio do SUS, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e das operadoras é fazer com que as informações dos usuários em comum sejam mais claras. Para isso, o Datasus precisa ser aprimorado, principalmente com relação às internações hospitalares e procedimentos de alta complexidade - principais motivos para que um paciente de planos busque o atendimento no SUS.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Cartão SUS x operadoras&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O processo de implantação do Cartão Nacional de Saúde vai envolver as operadoras de planos de saúde, para que elas distribuam também aos seus usuários. Quando houver uma solicitação de internação SUS ou procedimento de alta complexidade, o número do cartão deverá ser exigido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, precisamos cada vez mais estabelecer uma relação de complementaridade. O gestor municipal e estadual tem de perceber que, muitas vezes, existe uma demanda grande pelo SUS e uma oferta grande na saúde suplementar. Neste caso, é preciso uma ação de complementaridade entre eles.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Saúde Não Tem Preço&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Padilha aproveitou a oportunidade da coletiva para divulgar o balanço do programa "Saúde Não Tem Preço" lançado no início do governo da presidente Dilma Rousseff.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Depois de 30 dias, o programa, que atende 15 mil farmácias brasileiras, obteve aumento de 61% na distribuição gratuita de medicamentos contra hipertensão e 51% para diabéticos. Foram 1,920 milhão de pessoas beneficiadas pela iniciativa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Medicamentos para outras patologias, da rede de farmácias populares, também apresentaram avanços. Em relação aos medicamentos para asma, subsidiados em até 90% pelo governo, registraram aumento de 54% na distribuição.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"O programa ampliou não só o acesso para os remédios contra hipertensão e diabetes, como também para outras patologias subsidiadas. Em Roraima, por exemplo, houve aumento do acesso em mais de 1000%", afirmou Padilha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Padilha deixou claro que o governo estuda a possibilidade de subsidiar outros medicamentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-287162214571090887?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/287162214571090887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/03/entrevista-padilha-fala-sobre-ppps-sus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/287162214571090887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/287162214571090887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/03/entrevista-padilha-fala-sobre-ppps-sus.html' title='Entrevista: Padilha fala sobre PPPs, SUS e regulação'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-279855224908049162</id><published>2011-03-04T05:17:00.000-08:00</published><updated>2011-03-04T05:29:18.534-08:00</updated><title type='text'>Hospitais e operadoras em busca do equilíbrio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-922AyvM-Qd0/TXDpI4kD0aI/AAAAAAAAAG4/pB8iZdox-Ok/s1600/images.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 135px; height: 96px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-922AyvM-Qd0/TXDpI4kD0aI/AAAAAAAAAG4/pB8iZdox-Ok/s200/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580216277143900578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="font-family: arial;"&gt;&lt;td class="texto_cinza_14" height="30"&gt;&lt;em&gt;A discussão, hoje, das  entidades de classe e agências reguladoras é como alterar o cenário de  vale-tudo para uma relação ganha-ganha&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                     &lt;tr style="font-family: arial;"&gt;                       &lt;td height="10"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;      &lt;tr style="font-family: arial;"&gt;                       &lt;td class="texto_cinza_14_noticia"&gt;&lt;div id="text"&gt;                                                  &lt;div&gt;       &lt;p&gt; Em 2006, Michael Porter já apontava um problema no modelo de remuneração  das assistências médicas, em sua obra "Repensando a saúde". Para o  estudioso, os hospitais deveriam medir e divulgar os resultados médicos,  a fim de garantir uma negociação de custo baseado no valor. &lt;/p&gt; &lt;u&gt;&lt;span style=";font-size:8pt;color:blue;"  &gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/centraldealertas/newsletter.asp" target="_blank" style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style=";font-size:8pt;color:blue;"  &gt;&lt;/span&gt;  &lt;p&gt; Mais tarde, em 2008, foi a vez do pesquisador Clayton Christensen  avaliar o setor. Em sua obra "Inovação na Gestão da Saúde", o acadêmico  concorda com Porter e diz que a receita para reduzir os custos e  aumentar a qualidade do serviço no setor está em abolir o pagamento por  serviço prestado. Para Christensen, a ausência de um modelo de gestão  inovador na indústria da saúde - em muitos casos por conta do ambiente  regulatório engessado - é a razão pela a qual a saúde é cada vez mais  insustentável do ponto de vista financeiro. Isto mostra que o dilema da  relação fonte pagadora e instituições de saúde é um problema mundial há  anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, as operadoras de saúde remuneram os hospitais com base em  pacotes ou diárias globais. Este modelo, de acordo com Henrique  Salvador, presidente do conselho deliberativo da Associação Nacional de  Hospitais Privados (Anahp), faz com que a saúde suplementar divida com  os hospitais o risco assumido com os beneficiários. "O grande desafio é  ter entre os elos da cadeia a medida exata do compartilhamento do  risco", sinaliza o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a "medida exata" é justamente o que determinará a margem de cada  player. Neste sentido, o cenário atual é de vale-tudo: hospitais  incorporando assistência médica no negócio ou operadoras verticalizando  operação com rede própria. Existem ainda os casos em que há uma  tentativa dos hospitais de negociar as tabelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que a Agência Nacional de Saúde (ANS), que regulamenta a  saúde suplementar, instaurou um grupo técnico, formado por  representantes de entidades hospitalares e de operadoras de planos de  saúde, que tem como objetivo definir um novo modelo para a sistemática  de remuneração dos hospitais que atuam com a saúde suplementar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a agência, atualmente, os preços dos serviços hospitalares  estão, em grande parte, dissociados dos custos de sua prestação. Isso  porque, ao longo das duas últimas décadas vem ocorrendo uma contenção  dos valores das diárias e de diversas taxas de serviços hospitalares. Ao  mesmo tempo, houve aumento significativo das despesas com insumos  (materiais, medicamentos, órteses, próteses e materiais especiais -  OPME), onde está concentrada a principal parcela das margens dos  hospitais. Diante dessa situação, foi gerado um estímulo para o uso de  insumos com relação custo-benefício mais perversa para o sistema de  saúde, que acarretou em aumento dos custos assistenciais e fez com que  parte dos recursos disponíveis, que seria destinada aos honorários  médicos, fosse direcionada para o custeio dos insumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse grupo de trabalho da ANS visa desenvolver novas sistemáticas que  remunerem os hospitais adequadamente pelos serviços prestados, tornando  esses a sua fonte de receita primária. Em consequência, os beneficiários  terão maior poder de escolha com base em padrões e na qualidade dos  serviços prestados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as ideias que surgem nestas discussões, Salvador defende a  existência de um diálogo diferente entre os hospitais privados e as  operadoras para estabelecer a compra e a venda. "Levando-se em  consideração escala, estratégias de mercado e acordos de cooperação para  melhorar a competitividade de ambos em determinado mercado", pondera o  presidente da ANAHP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas dentro da cadeia não existe apenas hospital e operadora, nas  relações que impactam o negócio. Há também o papel do médico, o  consumidor de produtos hospitalares. Por isso, Salvador avalia que é  preciso alinhar os objetivos do corpo clínico com a estratégia do  hospital. "O caminho é investir em gestão do corpo clínico, para  assegurar que a conduta caminhe conforme os protocolos médicos, bem como  ter os médicos imbuídos no espírito da melhor relação custo-benefício",  conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto um novo formato de remuneração da saúde suplementar está sendo  avaliado pelo governo, hospitais e os sistemas de saúde buscam  alternativas diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Estreitamento da relação com as operadoras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na Casa de Saúde de São José, do Rio de Janeiro, os canais de  relacionamento com as assistências médicas passaram a ser assunto  estratégico. Sendo assim, mais do que receita os planos são agora  parceiros.  De acordo com o diretor executivo da instituição, André  Gall, houve um esforço para criar diferenciais e benefícios mútuos, que  vão desde a regularização dos acordos verbais em formais e atualização  dos contatos mais antigos. "Somos muito mais receptivos a atender aos  pedidos das operadoras para qualquer necessidade especial que a mesma  venha a ter, desde que esta ação gere benefícios para ambas as partes",  posiciona-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que a instituição está implantando um projeto de gestão do  relacionamento com o cliente junto às operadoras de saúde parceiras.  Isto diminui o impacto de negativa de exames, insumos, procedimentos e  consultas, por exemplo. Afinal, existem protocolos e pacotes negociados  previamente junto às operadoras de saúde, que são acordados com os  médicos assistentes. "Trabalhamos de forma extremamente transparente com  o médico assistente e familiar, após esgotarmos todas as possibilidades  de resolução do problema junto às operadoras de saúde", conta Gall.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que isso, é feito um trabalho preventivo às restrições das  operadoras no momento do pré-agendamento e nas reuniões com o corpo  clínico. O estreitamento na relação fez com que o hospital aumentasse em  10% o número de operadoras, saltando de 58, em 2009, para 64, em 2010.  "Reduzimos o percentual de glosa e criamos espaços dentro de nossa  estrutura para os grandes parceiros instalarem unidades de atendimento  aos seus segurados e médicos credenciados, criando facilidades para  ambos", conta o diretor, justificando a crescente procura por  operadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mais de 2 mil médicos e mil colaboradores, a Casa de Saúde de São  José realiza 300 partos e 2.100 cirurgias por mês. Para o executivo, o  desafio sobre o modelo de remuneração entre as operadoras e hospitais  deve resultar em um novo modelo, em que a saúde suplementar tem saúde  financeira para manter sua solvência sem afetar a qualidade da  assistência prestada ao paciente. Para isso, é preciso "Criar  indicadores assistenciais que permitam não só as operadoras de saúde,  mas aos clientes (médicos e pacientes) escolher a instituição onde fará  seu tratamento pela qualidade do serviço prestado e não pela aparência  que o serviço demonstra", acredita Gall.&lt;br /&gt;Para estabelecer uma relação de confiança junto à saúde suplementar, o  diretor executivo avalia que são necessários desenvolver quatro  caminhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transparência na relação;&lt;br /&gt;Criação de um relatório com os indicadores de desempenho assistencial e  financeiro para as operadoras de saúde, para que façam a diferenciação  entre seus prestadores e com isso possam tratar os desiguais de maneira  desigual;&lt;br /&gt;Compartilhamento do risco;&lt;br /&gt;Aproximação das empresas contratantes, oferecendo um serviço de prevenção aos funcionários das mesmas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Negociação de contrato&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Gerenciando uma carteira de 21 operadoras credenciadas, o Hospital Santa  Catarina de Blumenau, localizado na região sul do País, trabalha com  contratos estabelecidos de acordo com a resolução normativa 42, da ANS.  No entanto, mesmo com todas as regras previstas e com uma relação de  transparência, existem problemas, como atraso nos pagamentos, glosas  indevidas e dificuldades de autorização de procedimentos e exames. Na  opinião do diretor de negócios da instituição, Maciel Costa,a  padronização de insumos e o uso de protocolos técnicos são os principais  mecanismos para minimizar o conflito diário entre hospitais e  operadoras. "O profissional de saúde estabelece o uso de determinado  insumo ou procedimento sob determinada perspectiva técnica. A visão da  operadora pode ser oposta, o que instala um conflito muito comum no dia a  dia das organizações hospitalares", exemplifica o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao usar o conceito de diária global como forma de remuneração, o  hospital é pago pelo serviço prestado. Por isso, torna-se crucial  estabelecer protocolos de uso de medicamentos de alto custo, por  exemplo. "Na prática, as ações visam otimizar os recursos financeiros  que permeiam a relação prestador/operadora", pontua o diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista assistencial, o hospital adotou, por exemplo, desde  2007, a prática das metas internacionais de segurança, como  identificação de risco dos pacientes, melhora da segurança de  medicamentos de alta vigilância, entre outros. O objetivo deste tipo de  ação não se restringe apenas à qualidade assistencial, como também à  melhor performance dos custos hospitalares. "Além de garantir a  qualidade e a segurança na assistência, conseguimos contribuir  significativamente para a otimização dos custos dos serviços", conta  Costa.&lt;br /&gt;Entretanto, o gerenciamento dos custos e as melhorias no processo  assistencial não garantem necessariamente uma negociação favorável de  contrato junto às operadoras de saúde, segundo Costa.  Isto porque ainda  existem mercados em que há uma concentração e domínio de poucas  assistências. "Quando se otimiza o processo, consegue-se otimizar custos  por meio da resolutividade. No entanto, esta é uma prática que ainda  não é muito reconhecida pelas operadoras no momento da negociação em  algumas regiões, que não conseguem um diferencial de remuneração por  apresentar estas melhores práticas", pontua.&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Diálogo e padronização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Bradesco Saúde, que também é controladora da Mediservice, entende que o  principal desafio na relação entre hospitais e operadoras está em  acelerar a mudança da sistemática de remuneração do setor. Para o  presidente da Bradesco Saúde e Mediservice, Marcio Coriolano, já se faz  urgente a migração do atual "fee for service" para um padrão de  pagamento por pacotes, entre outros modelos que favoreçam a excelência  dos serviços com maior previsibilidade de custos assistenciais. "Essa  migração torna-se cada vez mais necessária em função das taxas da  inflação médica que são sistematicamente superiores às dos índices  gerais de preços, o que ameaça o orçamento das empresas e das famílias  que são destinados à assistência médico-hospitalar privada", defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo diante deste cenário, os custos médico-hospitalares da carteira de  planos de saúde da Mediservice ficaram estáveis no ano passado,  enquanto o aumento de custos no mercado tem sido de cerca de 8 a 10%  anuais. O executivo aponta que o controle financeiro foi baseado em uma  relação de transparência, diálogo e negociação junto às instituições  hospitalares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de a Mediservice ter 271 mil vidas, a Bradesco Saúde já soma 2,5  milhões de segurados. De acordo com Coriolano, a escala que o grupo  Bradesco proporciona favorece nas negociações de tabelas, que por  fazerem parte do mesmo grupo não podem ter custos substancialmente  diferentes. "O trabalho desenvolvido, e aceito pelos estabelecimentos  hospitalares, foi o de aproximar ao máximo as tabelas da Bradesco Saúde e  da Mediservice e adotar pacotes já experimentados pelas duas. Foi fruto  de diálogo com os hospitais, clínicas e laboratórios", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do trabalho de equiparação de custos, o presidente acredita que a  adoção dos projetos de padronização de informações e nomenclaturas da  ANS, a TISS e a TUSS, proporcionou ganho em eficiência para a equipe de  gestão médica com a padronização de apresentação e análise de contas  médicas, o que contribuiu para facilitar o relacionamento com a rede  credenciada. "A TISS e a TUSS vieram para padronizar procedimentos  administrativos e operacionais e, dessa forma, reduzir custos e  burocracias", conclui. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-279855224908049162?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/279855224908049162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/03/hospitais-e-operadoras-em-busca-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/279855224908049162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/279855224908049162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/03/hospitais-e-operadoras-em-busca-do.html' title='Hospitais e operadoras em busca do equilíbrio'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-922AyvM-Qd0/TXDpI4kD0aI/AAAAAAAAAG4/pB8iZdox-Ok/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-7432821287922111646</id><published>2011-02-28T06:45:00.000-08:00</published><updated>2011-02-28T06:48:09.482-08:00</updated><title type='text'>Retrato do setor de saúde no Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-veQLqDbXwcA/TWu1nhPN_qI/AAAAAAAAAGw/IaM85yvz-Sw/s1600/images-9.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 142px; height: 58px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-veQLqDbXwcA/TWu1nhPN_qI/AAAAAAAAAGw/IaM85yvz-Sw/s200/images-9.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578752253970218658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Burocracia das agências reguladoras e corrupção são considerados entraves que mais comprometem a competitividade do setor no País&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Uma pesquisa quantitativa realizada com executivos de empresas associadas à Amcham aponta que o setor não está muito confiante na posição do novo governo no que se refere à saúde. Dos 107 entrevistados, 59% não acreditam que haverá mudanças no segmento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Burocracia das agências reguladoras, corrupção e falta de coordenação entre União, Estados e municípios na atenção a saúde foram considerados os três entraves do setor de saúde que mais comprometem a competitividade brasileira. Por outro lado, os entrevistados consideram a melhoria da eficiência dos órgãos reguladores, a da gestão do orçamento do governo já existente, e o estabelecimento de mais parcerias público-privadas para agilizar e melhorar o setor os três principais aspectos que podem impulsionar a competitividade do setor.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A pesquisa mostra ainda que 86% acreditam que há espaço para crescimento da representatividade do segmento no Brasil. Quando o assunto é turismo de saúde, 72% apostam no desenvolvimento deste negócio, sendo que 38% percebem que este é um mercado potencial que vai muito além da medicina estética.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O estudo teve como base levantar as perspectivas e tendências do setor de saúde no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-7432821287922111646?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/7432821287922111646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/02/retrato-do-setor-de-saude-no-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7432821287922111646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7432821287922111646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/02/retrato-do-setor-de-saude-no-brasil.html' title='Retrato do setor de saúde no Brasil'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-veQLqDbXwcA/TWu1nhPN_qI/AAAAAAAAAGw/IaM85yvz-Sw/s72-c/images-9.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1803965234506357724</id><published>2011-02-24T11:42:00.000-08:00</published><updated>2011-02-24T11:45:04.640-08:00</updated><title type='text'>Anvisa admite não haver prazo para veto a emagrecedores</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-kOCyV5MewhI/TWa1NBXBmLI/AAAAAAAAAGo/L4dkq2AV7eE/s1600/images-8.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 116px; height: 110px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-kOCyV5MewhI/TWa1NBXBmLI/AAAAAAAAAGo/L4dkq2AV7eE/s200/images-8.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577344423852873906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Assunto ainda será discutido e os estudos apresentados contra o banimento serão estudados&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Durante audiência pública, entidades médicas e farmacêuticas apresentaram inúmeros estudos que vão contra a intenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de proibir a venda de medicamentos usados para emagrecimento no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:arial;"&gt;Segundo o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano, não há prazo para a decisão. O assunto ainda será discutido e os estudos apresentados contra o banimento serão estudados.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A presidente da Associação Brasileira para Estudo de Obesidade (Abeso), Rosana Radominski, acredita que a retirada dos medicamentos trará prejuízo aos pacientes. Segundo ela, remédios podem ser usados, desde que com indicação correta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), Ricardo Meirelles, reconheceu que os medicamentos apresentam efeitos colaterais. Mas, de acordo com ele, são em pequena quantidade, diante do tempo da droga no mercado e do grande número de pessoas que fizeram uso da medicação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Entre as alternativas apresentadas estava o aumento do controle na prescrição - incluindo a restrição das especialidades médicas com direito a fazer esse tipo de recomendação. Desiré Callegari, do Conselho Federal de Medicina, afirmou que a proposta é inviável, pois seria preciso alterar a lei. Para o endocrinologista Márcio Mancini, do HC, o debate foi satisfatório e a Anvisa não deve tomar uma decisão antes de ouvir a classe médica novamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1803965234506357724?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1803965234506357724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/02/anvisa-admite-nao-haver-prazo-para-veto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1803965234506357724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1803965234506357724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/02/anvisa-admite-nao-haver-prazo-para-veto.html' title='Anvisa admite não haver prazo para veto a emagrecedores'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kOCyV5MewhI/TWa1NBXBmLI/AAAAAAAAAGo/L4dkq2AV7eE/s72-c/images-8.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-6078745284227852964</id><published>2011-02-20T15:34:00.000-08:00</published><updated>2011-02-20T15:35:14.006-08:00</updated><title type='text'>CFM defende protocolo para minimizar negativas de OPME</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Especialistas criticaram também os honorários pagos pelos planos de saúde e a falta de assinatura do auditor que negou o pedido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Durante Simpósio das Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME), promovido pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) na última sexta-feira (11), o Conselho Federal de Medicina (CFM) ressaltou a importância de os médicos elaborarem os protocolos de diagnóstico e terapêutica para respaldar a indicação dos materiais cirúrgicos e minimizar as negativas. De acordo com os especialistas, a falta de justificativas para negativa na autorização de próteses é um dos problemas mais recorrentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Também foram alvos de críticas os honorários pagos pelos planos de saúde e a falta de assinatura do auditor que negou o pedido. Além disso, representantes do mercado debateram que atitudes tomar quando é necessário fazer uma cirurgia de emergência e o plano não autoriza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Os protocolos seriam uma alternativa para tentar evitar negativas. Depois de prontos, eles vão para a aprovação no CFM e na Câmara Técnica da Associação Médica Brasileira (AMB). O texto deve conter as indicações clínicas, os códigos dos procedimentos e a relação mínima de materiais a serem utilizados. Os protocolos serão incluídos na Resolução 1.956/10, do Conselho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"O gerente geral da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANS), Antônio Endrigo, informou que em fevereiro ocorreria uma reunião na Agência, no Rio de Janeiro, para definir uma lista de materiais existentes para cirurgias com presenças confirmadas da Unimed e da FenaSaúde, ambas convidadas para o Simpósio e que não compareceram", afirmou a SBACV em comunicado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Os Protocolos são derivados das Diretrizes clínicas da SBACV. As Diretrizes são as normas de diagnóstico e tratamento, baseadas em estudos científicos, para cada problema da especialidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Resolução 1.956/10&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Outro ponto bastante debatido pelos médicos durante o evento foi a resolução 1.956/10, do CFM, que afirma que cabe ao médico determinar as características das OPMs e justificá-las clinicamente e que é vedada a indicação de fornecedor ou de marcas exclusivas. "A vedação da marca e do fornecedor exclusivo vai permanecer na resolução. Nós esperamos que as Sociedades de especialidade façam seus protocolos técnicos com bases estritamente científicas. As Sociedades vão poder dizer o que é válido e o que não pode ser aplicado por meio desses protocolos", explicou o representante do CFM Antônio Pinheiro, em comunicado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O coordenador do Programa de Diretrizes da SBACV (Divas), Aldemar Castro, anunciou que as primeiras Diretrizes estarão disponíveis a partir de março no site da SBACV para consulta pública.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Estiveram presentes ao evento ainda os presidentes das Sociedades Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (Sobrice), Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), Sociedade Brasileira de Neurorradiologia Diagnóstica Terapêutica (SBNDR), Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e os presidentes das regionais da SBACV. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-6078745284227852964?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/6078745284227852964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/02/cfm-defende-protocolo-para-minimizar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/6078745284227852964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/6078745284227852964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/02/cfm-defende-protocolo-para-minimizar.html' title='CFM defende protocolo para minimizar negativas de OPME'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4691995128917910273</id><published>2011-02-02T07:43:00.000-08:00</published><updated>2011-02-02T07:59:12.426-08:00</updated><title type='text'>HOSPITAL ISRAELITA DO RJ É AMPLIADO E APRESENTA CRESCIMENTO DE 60%</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: 13px; "&gt;           Fundado em 1920 pela Associação Israelita do Rio de Janeiro, o Hospital Israelita Albert Sabin (HIAS), no Rio de Janeiro, cresceu significativamente nos últimos três anos: triplicou sua capacidade em número de leitos e aumentou em 400% seu volume de cirurgias. A explicação está no projeto de crescimento elaborado pela diretoria do hospital, que investiu R$ 12 milhões na ampliação e modernização da sua infraestrutura e em equipamentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A antiga recepção para a Rua Lúcio de Mendonça, os 43 leitos iniciais e a estrutura de oito andares levantada e paralisada há cerca de 15 anos ficarão apenas na lembrança. A história do HIAS ganhou capítulos especiais com a ampliação e unificação das edificações. "Construímos uma nova recepção para a Rua Professor Gabizo, finalizamos a obra do antigo prédio e criamos o setor de emergência com 10 unidades de curta permanência", ressalta Marcelo Dibo, Diretor Executivo do HIAS.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Para a ampliação e melhoria da infraestrutura, Dibo garante que foram investidos R$ 8 milhões em obras e mais R$ 4 milhões na aquisição de novos equipamentos, além dos R$ 1,5 milhão já gastos com a ampliação do CTI, que tem agora 19 leitos. O diretor executivo conta que também foram criadas recepções independentes de emergência, internação e informação. "Agora só falta concluir a fachada externa e a área de serviço. A previsão é que até março estejamos com todo o projeto de modernização e ampliação do hospital concluído, como prevemos em 2007", diz Marcelo Dibo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;As melhorias de infraestrutura já começam a dar bons resultados. Dibo revela que antigos médicos voltaram a atender no hospital, que também conta com os especialistas da Rede D'Or, já que o hospital tem parceria com a Rede há 4 anos. Ele diz ainda que foram recuperados alguns convênios da antiga carteira de clientes do HIAS, como a CASSI. Todo o trabalho de recuperação da credibilidade do Hospital Israelita Albert Sabin parece já dar resultados. Dados da coordenação de atendimento mostram que, nos últimos dois anos, o número de atendimentos no HIAS cresceu 60%. "A própria carteira de clientes do hospital movimentou-se naturalmente ao perceber a melhoria da qualidade por conta da demanda espontânea e da qualidade do nosso corpo médico", acredita Dibo, que também atribui a esse crescimento o fato do hospital estar preparado para cirurgias de alta complexidade, como as neurocirurgias e as cirurgias ortopédicas, duas áreas com maior volume de cirurgias atualmente no HIAS.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Para 2011, o diretor executivo do hospital, que hoje atende diversas especialidades, exceto maternidade e cirurgia cardíaca, planeja aumentar o faturamento do Hospital Israelita Albert Sabin em 20%, aumentar o número de atendimentos na emergência em pelo menos 200% (a capacidade é de 5 mil atendimentos por mês e hoje está com 800 atendimentos/mês), além da conquista da acreditação. "Já tivemos uma visita diagnóstica da ONA (Organização Nacional de Acreditação). Nossa meta é conquistar a acreditação entre outubro e dezembro do próximo ano", planeja Marcelo Dibo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: 13px; "&gt;HIAS em números:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; "&gt;- número de leitos: 85&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- número de quartos: 44&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- número de leitos em CTI: 19&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- número de leitos da Unidade de Curta Permanência (Emergência): 10&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- número de salas de cirurgias: 05&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- número de médicos: 60 médicos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- especialidades atendidas: Todas, exceto maternidade e cirurgia cardíaca&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- taxa de ocupação média:  75%&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: SB Comunicações&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4691995128917910273?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4691995128917910273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/02/hospital-israelita-do-rj-e-ampliado-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4691995128917910273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4691995128917910273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/02/hospital-israelita-do-rj-e-ampliado-e.html' title='HOSPITAL ISRAELITA DO RJ É AMPLIADO E APRESENTA CRESCIMENTO DE 60%'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-2555761923932444597</id><published>2011-01-27T05:55:00.000-08:00</published><updated>2011-01-27T06:10:17.889-08:00</updated><title type='text'>Profissionais de saúde formados ganham 160% mais</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10" style="font-family: 'Trebuchet MS'; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10" style="font-family: 'Trebuchet MS'; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Estudo da Catho Online confirma a importância da formação superior para os atuantes do setor&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Por meio da 33ª edição de sua Pesquisa Salarial e de Benefícios, a Catho Online estudou o impacto do grau de instrução na média salarial de diferentes níveis hierárquicos nas empresas. A principal constatação do estudo é a de que, para cargos de diretoria, a média salarial de quem tem MBA é maior do que os que são doutores ou mestres, diferentemente do que ocorre com gerentes, coordenadores, supervisores ou profissionais com nível superior, conforme aponta tabela abaixo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;img src="http://maxmail.maxpressnet.com.br/servicos/357/000558/imagens/001.jpg" alt="001.jpg" title="001.jpg" width="869" height="124" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:8pt;color:blue;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/centraldealertas/newsletter.asp" target="_blank" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Saúde&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Segundo pesquisa da Catho Online, profissionais com níveis de formação superior ganham em média 160% mais dos que não concluíram a Universidade na área de saúde  O levantamento, realizado neste mês, confirma a importância da formação superior para os profissionais de setor, pois este valor pode chegar a 323% quando se compara a profissionais sem ensino superior com profissionais com nível de doutorado.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Salário médio por níveis de formação:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Não fez ou não concluiu a universidade: 1285,87&lt;br /&gt;Formação superior: 2056,26&lt;br /&gt;Cursos Pós-graduação/especialização: 2868,38&lt;br /&gt;MBA: 3097,89&lt;br /&gt;Mestrado: 3465,42&lt;br /&gt;Doutorado: 4154,02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desta diferença salarial, ainda faltam profissionais com nível superior para esta área.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Comparado a todas as áreas, os profissionais da área de saúde possuem mais profissionais com especialização e pós-graduação (em proporção), porém abaixo da média para profissionais com MBA, mestrado e doutorado, sendo estes, os que ganham mais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="643"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="341"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Formação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="143"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;% (Saúde)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="159"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;% (Todas as áreas)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="341" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Não fez ou não concluiu a universidade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="143" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;27,03&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="159" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;31,75&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="341" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ensino Superior&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="143" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;28,94&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="159" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;39,32&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="341" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Pós Graduação/Especialização&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="143" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;37,89&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="159" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;17,76&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="341" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;MBA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="143" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;3,10&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="159" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;8,80&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="341" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mestrado/Doutorado&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="143" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;2,50&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="159" valign="bottom"&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;2,37&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Tabela 1.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; Comparação de profissionais da saúde com todas as outras áreas quanto à escolaridade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O levantamento foi feito no período de 1º a 30 de setembro deste ano, com mais de 167 mil respondentes de mais de 20 mil empresas em 3484 cidades de todo o País. Segundo a Catho, os dados são atualizados a cada três meses e trazem informações de mais de 1.817 cargos, de 214 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de 7 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Nesta pesquisa, o profissional respondeu a um formulário eletrônico contendo questões relacionadas ao seu cargo, sua remuneração, benefícios, região onde trabalha, faturamento da empresa, sexo, idade, escolaridade, idiomas, entre outros dados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-2555761923932444597?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/2555761923932444597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/01/profissionais-de-saude-formados-ganham.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2555761923932444597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2555761923932444597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/01/profissionais-de-saude-formados-ganham.html' title='Profissionais de saúde formados ganham 160% mais'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-9220986466774414318</id><published>2011-01-19T07:09:00.000-08:00</published><updated>2011-01-19T07:13:52.378-08:00</updated><title type='text'>CURSO FORMA AVALIADORES DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TTb_UGqoIuI/AAAAAAAAAGc/yUASPKG1aPE/s1600/Unknown-1"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 160px; height: 152px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TTb_UGqoIuI/AAAAAAAAAGc/yUASPKG1aPE/s200/Unknown-1" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563915110514696930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Arial, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" align="center"  style="text-align: left;margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm;  font-size:11pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; font-size: 13px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" align="center" style="text-align: left;margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; line-height: 22px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 19px; "&gt;Profissionais podem ser selecionados para serviços durante o curso&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify; "&gt;                &lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), representante exclusivo no Brasil da maior agência de acreditação em saúde do mundo – a Joint Commission International (JCI), está promovendo nos dias 03, 04 e 05 de fevereiro, no Rio de Janeiro, o Curso de Introdução a Acreditação Internacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;         Voltado para médicos, enfermeiros, administradores e engenheiros com atuação na área de saúde, o curso vem tendo cada vez mais adeptos pelo fato do mercado de trabalho para o avaliador e técnico especializado em acreditação internacional estar em franca expansão, face ao crescimento acelerado do programa de acreditação no Brasil. Expansão que está expressa em números. Em 2007, o CBA tinha 25 consultores/avaliadores para atender 12 instituições acreditadas e 24 instituições em processo de acreditação. Hoje, são 40 consultores/avaliadores para 24 instituições acreditadas (hospitais, ambulatórios, unidades de cuidados continuados, empresa de transporte médico e programas de doenças específicas) e mais cerca de 60 instituições em processo de acreditação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Face a essa demanda há a possibilidade de seleção imediata para trabalho, ainda durante o curso. “Ultimamente aproveitamos o curso para recrutar novos profissionais, aumentando nosso quadro de pessoal em função do crescimento de nossas atividades e carteira de clientes”, revela Heleno Costa Júnior, Coordenador de Educação do CBA. Segundo ele, muitos dos avaliadores e técnicos em acreditação internacional do CBA foram selecionados a partir desses cursos de formação realizados pela instituição.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;         Para participar do Curso de Introdução a Acreditação Internacional, que abordará os processos e técnicas focados na metodologia de acreditação internacional para a qualificação dos serviços de saúde, é preciso ter, no mínimo, 10 anos de formado, experiência mínima comprovada de 8 anos em atividades clínicas, técnicas ou gerenciais em sua área de formação e ter atuado por 5 anos em instituições de saúde. Além disso, ter domínio de informática e fluência em inglês é um ponto positivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;As inscrições para o Curso de Introdução a Acreditação Internacional, que acontecerá de 03 a 05 de fevereiro, na sede do CBA, no Rio de Janeiro, podem ser feitas pelo próprio site do CBA (&lt;a target="_blank" href="http://www.cbacred.org.br/" style="color: blue; text-decoration: underline; "&gt;&lt;span&gt;www.cbacred.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), que disponibiliza outras informações e a programação. Contatos também podem ser feitos pelo e-mail&lt;a href="mailto:ensino@cbacred.org.br" style="color: blue; text-decoration: underline; "&gt;&lt;span&gt;ensino@cbacred.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ou ainda pelo telefone (21)3299-8202.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; "&gt;&lt;span style=" ;font-size:10pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-9220986466774414318?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/9220986466774414318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/01/curso-forma-avaliadores-de-acreditacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/9220986466774414318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/9220986466774414318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/01/curso-forma-avaliadores-de-acreditacao.html' title='CURSO FORMA AVALIADORES DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TTb_UGqoIuI/AAAAAAAAAGc/yUASPKG1aPE/s72-c/Unknown-1' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-844329438883302231</id><published>2011-01-11T07:18:00.000-08:00</published><updated>2011-01-11T07:19:00.501-08:00</updated><title type='text'>Orçamento para 2011 será o maior desde 1995</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Verba de R$ 77 bilhões para o setor de saúde é a maior já registrada desde o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, de R$ 91,6 bi&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Levantamento feito pela organização não governamental Contas Abertas mostra que o Ministério da Saúde terá para 2011 um orçamento de R$ 77 bilhões, o maior valor já registrado desde o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, em 1995, cuja verba era de R$ 91,6 bilhões.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 255); font-family: arial; font-size: 11px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Segundo o secretário da ONG Contas Abertas, Gil Castelo Branco, a saúde se tornou uma das áreas que mais desagradaram os brasileiros durante o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2003, primeiro ano do mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a verba destinada à área da Saúde foi de R$ 44,6 bilhões. No final do governo, o valor alcançou R$ 67,5.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Gil Castelo Branco diz que dos R$ 77 bilhões destinados à saúde, R$ 68 bilhões é voltado para o Fundo Nacional da Saúde, que é o gestor financeiro dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), por onde é feito os repasses para estados, municípios, além do Distrito Federal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O principal programa orçamentário do Ministério da Saúde é o de Assistência Ambulatorial e Hospitalar Especializada. O segundo programa do Ministério da Saúde mais bem contemplado com verba para este ano é o de Atenção Básica em saúde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-844329438883302231?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/844329438883302231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/01/orcamento-para-2011-sera-o-maior-desde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/844329438883302231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/844329438883302231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2011/01/orcamento-para-2011-sera-o-maior-desde.html' title='Orçamento para 2011 será o maior desde 1995'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-8225691806208864434</id><published>2010-12-22T05:25:00.000-08:00</published><updated>2010-12-22T05:39:11.995-08:00</updated><title type='text'>GERENCIAMENTO DE MEDICAMENTOS: NORMAS QUE SALVAM VIDAS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TRH_Wg8Hv-I/AAAAAAAAAGM/hUwqg02dl2o/s1600/images-7.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 186px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TRH_Wg8Hv-I/AAAAAAAAAGM/hUwqg02dl2o/s200/images-7.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553500577788837858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;div id="AOLMsgPart_0_198af985-c204-483f-be96-254410d604a9" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;pre style="font-size: 9pt; "&gt;&lt;tt&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;  &lt;b&gt;&lt;i&gt;Acreditação da JCI busca soluções que passam despercebidas pela Anvisa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;     Na última semana, o caso da menina Sthephanie dos Santos Teixeira, de apenas 12 anos, comoveu o país. Internada em um hospital de São Paulo, com dores abdominais, diarréia e vômito, teve injetada na veia vaselina, ao invés de soro fisiológico, o que ocasionou sua morte.  Dias depois, na Bahia, um bebê recebeu vacina vencida em um posto de saúde. A mãe de Rafaela, de apenas 2 meses, conta que, ao conferir a caderneta onde consta o lacre da vacina, descobriu que o medicamento estava vencido desde outubro. A criança passou mal. Os dois casos elucidam a falta de cuidados e normas das instituições de saúde com uma das questões mais importantes da administração hospitalar: o gerenciamento de medicamentos.   "Acredito que esses dois eventos, assim como vários outros ocorridos no ano, servem para atentar à necessidade de uma melhoria contínua da qualidade hospitalar", afirma Maria Manuela Alves dos Santos, superintendente do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), único representante no Brasil da Joint Commission International (JCI), maior agência do mundo em qualidade e segurança em saúde. Criado para aprimorar a qualidade hospitalar e promover um melhor atendimento ao paciente, o Manual Internacional de Acreditação da JCI trata o tema gerenciamento de medicamentos de uma forma bem abrangente, criando normas e itens até então ignorados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).  Segundo Maria Manuela, um dos itens cruciais para se evitar a troca de medicamentos é o treinamento de pessoal. Ela frisa que jornadas de trabalho extenuantes e contrárias às leis trabalhistas (que determinam uma carga horária máxima de 8 horas de trabalho diário) são extremamente prejudiciais à concentração do profissional de saúde, que fica mais suscetível a cometer erros. "Sabemos que a maior parte dos erros são cometidos nos últimos momentos da jornada de trabalho. As empresas não podem permitir que os funcionários emendem plantões em vários hospitais ou que dobrem suas escalas. Além disso, elas também devem investir em treinamento continuado e de supervisão eficiente", diz.  Outro ponto extremamente importante é a organização dos medicamentos, tanto no que diz respeito às embalagens, quanto à disposição das mesmas nas prateleiras, armários e gavetas. De acordo com a superintendente do CBA, muitas unidades de saúde deixam seus medicamentos em embalagens parecidas em locais favoráveis à mistura de componentes diferentes. "Todos os medicamentos que chegam a um hospital devem passar por uma checagem e, posteriormente, devem ser embalados e etiquetados de maneira a não serem confundidos. As identificações devem ser feitas em letras grandes e visíveis", destaca ela.   O capítulo de gerenciamento de medicamentos do Manual Internacional de Acreditação da JCI fala também sobre acondicionamento, recomendando a manutenção da medicação em uma farmácia ou almoxarifado reservado somente para isso. "Substâncias que dependem de refrigeração, têm de estar estocadas sempre na temperatura correta. Nem um grau a mais, nem um grau menos", reforça Maria Manuela, que lembra que as normas propostas pelo capítulo atentam também para um correto descarte dos medicamentos.   &lt;/span&gt;                &lt;/tt&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-8225691806208864434?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/8225691806208864434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/12/gerenciamento-de-medicamentos-normas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8225691806208864434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8225691806208864434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/12/gerenciamento-de-medicamentos-normas.html' title='GERENCIAMENTO DE MEDICAMENTOS: NORMAS QUE SALVAM VIDAS'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TRH_Wg8Hv-I/AAAAAAAAAGM/hUwqg02dl2o/s72-c/images-7.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-2920342008131413668</id><published>2010-12-10T05:10:00.000-08:00</published><updated>2010-12-10T06:09:19.869-08:00</updated><title type='text'>Custo médico-hospitalar cresce 9,4% em junho</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TQIz_BBwvLI/AAAAAAAAAF8/nblkNRE4Kak/s1600/images-6.jpeg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS'; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14"  style=" color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; font-size:14px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Número médio de consultas por beneficiário manteve-se constante nos últimos 12 meses, refletindo na frequência de outros procedimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;E&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;m junho de 2010 a variação dos custos médicos hospitalares, VCMH/IESS, calculado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, IESS, foi de 9,4%, após variação de 13,1% em junho de 2009, período anterior. o dobro do IPCA do período (julho09-junho10 em relação à julho08-junho09). A variação de custo acumulada nos últimos 24 meses terminados em junho de 2010 foi de 23,7%.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Após crescimento na frequência de consulta nos anos anteriores, fato que aumentou o número de consultas médias realizadas pelos beneficiários no ano, em junho de 2010 o número médio de consultas por beneficiário manteve-se constante nos últimos 12 meses. Essa constância reflete na frequência de outros procedimentos, já que, na maior parte das vezes, é na consulta que se originam as demandas pelos demais serviços de saúde. É possível que o VCMH volte a crescer ainda neste ano pela incorporação de novas atualizações no Rol de Procedimentos, que entrou em vigor em junho de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" style="border-collapse:collapse;mso-table-layout-alt:fixed;border:none;  mso-border-alt:solid windowtext .5pt;mso-table-lspace:9.0pt;margin-left:6.0pt;  mso-table-rspace:9.0pt;margin-right:6.0pt;mso-table-anchor-vertical:margin;  mso-table-anchor-horizontal:page;mso-table-left:50.3pt;mso-table-top:36.0pt;  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;mso-border-insideh:.5pt solid windowtext;  mso-border-insidev:.5pt solid windowtext"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow:0;mso-yfti-firstrow:yes"&gt;   &lt;td width="133" colspan="2" valign="bottom" style="width:133.0pt;border:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:center;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;Frequência&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;   mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="156" colspan="2" valign="bottom" style="width:155.9pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-left:none;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:   solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:center;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;Preço&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:   11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="234" colspan="3" valign="bottom" style="width:233.9pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-left:none;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:   solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:center;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;Custo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:   11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:1"&gt;   &lt;td width="67" valign="bottom" style="width:67.1pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:16.0pt;line-height:19.0pt;mso-pagination:   none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none;mso-element:frame;   mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-horizontal:   page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="66" valign="bottom" style="width:65.9pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:center;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;Jun09/08&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;   mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:center;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;jun10/09&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;   mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:center;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;Jun09/08&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;   mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:78.0pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:center;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;jun10/09&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;   mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:center;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;Jun09/08&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;   mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:center;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;jun10/09&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;   mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:2"&gt;   &lt;td width="67" valign="bottom" style="width:67.1pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:16.0pt;line-height:19.0pt;mso-pagination:   none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none;mso-element:frame;   mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-horizontal:   page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;VCMH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="66" valign="bottom" style="width:65.9pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:78.0pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;13,1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;9,4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:3"&gt;   &lt;td width="67" valign="bottom" style="width:67.1pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:16.0pt;line-height:19.0pt;mso-pagination:   none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none;mso-element:frame;   mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-horizontal:   page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;Consulta&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="66" valign="bottom" style="width:65.9pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;5,9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;0,0&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;7,9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:78.0pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;5,0&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;14,2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;5,0&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:4"&gt;   &lt;td width="67" valign="bottom" style="width:67.1pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:16.0pt;line-height:19.0pt;mso-pagination:   none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none;mso-element:frame;   mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-horizontal:   page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;Exame&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="66" valign="bottom" style="width:65.9pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;7,7&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;3,2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;2,8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:78.0pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;2,9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;10,7&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;6,2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:5"&gt;   &lt;td width="67" valign="bottom" style="width:67.1pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:16.0pt;line-height:19.0pt;mso-pagination:   none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none;mso-element:frame;   mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-horizontal:   page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;Terapias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="66" valign="bottom" style="width:65.9pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;18,4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;11,8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;-5,5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:78.0pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;1,2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;11,8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;13,1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:6"&gt;   &lt;td width="67" valign="bottom" style="width:67.1pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:16.0pt;line-height:19.0pt;mso-pagination:   none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none;mso-element:frame;   mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-horizontal:   page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;OSA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="66" valign="bottom" style="width:65.9pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;11,6&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;0,1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;10,9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:78.0pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;7,0&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;23,8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;7,0&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:7;mso-yfti-lastrow:yes"&gt;   &lt;td width="67" valign="bottom" style="width:67.1pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:16.0pt;line-height:19.0pt;mso-pagination:   none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none;mso-element:frame;   mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-horizontal:   page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;Internação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:   Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="66" valign="bottom" style="width:65.9pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;7,4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;-1,8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;4,8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:78.0pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;13,0&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;12,5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="78" valign="bottom" style="width:77.95pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:16.0pt;text-align:right;   line-height:19.0pt;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:   none;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:9.0pt;mso-element-wrap:around;   mso-element-anchor-horizontal:page;mso-element-left:50.35pt;mso-element-top:   36.0pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size:11.0pt;   mso-bidi-font-size:16.0pt;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-US"&gt;10,9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;   &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; "&gt;Entende-se por Custos Médico-Hospitalares o total das despesas assistenciais pagas pelas operadoras de planos e seguros de saúde para os planos individuais. Criado pelo IESS, o VCMH é um índice que mede a variação anual dessas despesas, pela média móvel de 12 meses em relação aos dozes meses imediatamente anteriores. O custo de uma operadora de planos de saúde é formado por dois componentes, preço e frequência de uso e sua variação é o efeito combinado da variação destes dois fatores. Por exemplo, se o preço médio do procedimento cresceu 7% e a frequência de uso 3%, a variação do custo será de 10,21%. Portanto, enquanto o preço variou 7%, o custo variou 10,21%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:arial;font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: 'Trebuchet MS'; line-height: normal; font-size: -webkit-xxx-large; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_12"  style="color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; font-size:12px;"&gt;&lt;p class="texto_cinzaclaro_11"  style="color: rgb(153, 153, 153); font-size:11px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinzaclaro_11"  style="color: rgb(153, 153, 153); font-size:11px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;09/12/2010&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-2920342008131413668?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/2920342008131413668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/12/custo-medico-hospitalar-cresce-94-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2920342008131413668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2920342008131413668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/12/custo-medico-hospitalar-cresce-94-em.html' title='Custo médico-hospitalar cresce 9,4% em junho'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1617132589555547865</id><published>2010-12-01T06:49:00.000-08:00</published><updated>2010-12-01T06:53:09.297-08:00</updated><title type='text'>Construção sustentável: sinônimo de preservação ambiental e economia administrativa</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;Caros Leitores,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;Recebi hoje e-mail de uma amiga pedindo que divulgasse em nosso Blog  a realização de um evento sobre construção verde na área de saúde; pedido este que atendi prontamente, dada a relevância do tema e a seriedade da proposta. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;Uma boa leitura a todos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;No dia 14 de dezembro, o Consórcio Brasileiro de Acreditação promove a palestra&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Construção Sustentável e Empreendimentos Hospitalares&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;, que tem como foco a sustentabilidade em hospitais. Para falar sobre a importância da sustentabilidade na construção civil, arquitetura hospitalar sustentável, a certificação LEED, as barreiras do mercado e o cenário ideal, o CBA convidou o arquiteto Arthur Brito e o engenheiro Marcos Casado, que apresentarão estudos de caso do Green Building Council Brasil (GBCB), entre eles, o do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, maior edifício de saúde, do mundo, a obter a certificação LEED GOLD.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Arthur Brito que é diretor de projetos da Kahn do Brasil e atou como principal planejador hospitalar para o Plano Diretor do Hospital Israelita Albert Einstein, assegura que a certificação LEED reduz significativamente o consumo de eletricidade e de água potável. “No caso do Hospital Albert Einstein, a redução no consumo de água chegou a 35% e de energia a 15%. Isto, além de um benefício para a sociedade, representa uma economia constante para o hospital”, pondera o arquiteto, que é professor do curso Aplicação de Ferramentas de Certificação Green Building para Empreendimentos Existentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Gerente técnico do GBCB e coordenador dos cursos de pós-graduação da instituição, Marcos Casado, ressalta que a certificação LEED exige alta eficiência energética, uso racional da água, qualidade ambiental interna, espaços sustentáveis com boa infraestrutura urbana e tecnologias ecologicamente apropriadas. Em contrapartida, destaca os benefícios na Construção Sustentável: “Temos a redução do consumo de água entre 30 e 50%, de energia, entre 20 e 30%, resíduos desviados de aterro, de 70 a 90%, e a redução de CO2 em torno de 30%. Para implantação deste conceito há um investimento maior, em torno de 2 a 7%, com uma redução do custo operacional entre 8 e 9%, o que justifica esse investimento inicial maior.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;No entanto, Brito alerta que o momento da decisão pela certificação é um fator importante para a gestão de custos. Segundo ele, o quanto antes a instituição optar por um projeto de edifício novo ou grande reforma, mais simples será sua conquista. “Se o LEED é uma opção desde o momento da escolha do terreno, antes do início dos projetos de arquitetura e engenharia, o atendimento aos seus requisitos pode ser feito sem adição de custo à obra e com enorme potencial de redução dos custos operacionais do hospital. Já se a decisão é tomada com projetos prontos, ou obra iniciada, o desafio é enorme”, assiná-la. Especialista em administração hospitalar e em sistemas de saúde, Arthur afirma ainda que a familiaridade com o processo de acreditação da JCI/CBA pode beneficiar um hospital a conquistar uma certificação LEED. “A experiência com o Hospital Israelita Albert Einstein demonstrou que a disciplina e prática documental requeridas pela acreditação JCI auxiliam no atendimento ao processo de certificação LEED.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; font-size: 11pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A palestra &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Construção Sustentável e Empreendimentos Hospitalares&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;, que acontece às 14h do dia 14 de dezembro, no auditório da Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro, é voltada para engenheiros, arquitetos, profissionais e técnicos de saúde, e pessoas envolvidas com a proteção ao meio ambiente e a sustentabilidade. Para participar, basta doar uma lata de leite em pó ou um pacote de fraldas descartáveis nos tamanhos M ou G. As doações serão enviadas a uma instituição social para crianças. As inscrições devem ser feitas antecipadamente pelo e-mail &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:eventos@cbacred.org.br" style="color: blue; text-decoration: underline; cursor: pointer; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;eventos@cbacred.org.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;. Mais informações através dos telefones (21)3299-8241 ou 3299-8240.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1617132589555547865?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1617132589555547865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/12/construcao-sustentavel-sinonimo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1617132589555547865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1617132589555547865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/12/construcao-sustentavel-sinonimo-de.html' title='Construção sustentável: sinônimo de preservação ambiental e economia administrativa'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-8570724696700807671</id><published>2010-11-22T13:48:00.000-08:00</published><updated>2010-11-22T13:55:09.717-08:00</updated><title type='text'>A administração hospitalar e a acreditação</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TOrmqLpZ6oI/AAAAAAAAAFs/J-c2Y589jVY/s1600/images-5.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 159px; height: 119px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TOrmqLpZ6oI/AAAAAAAAAFs/J-c2Y589jVY/s200/images-5.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542495903788165762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;por Francisco Balestrin*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Os desafios de uma gestão hospitalar e seu reconhecimento são tema de artigo escrito pelo Vice presidente da ANAHP&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;"A ciência é feita de fatos, como uma casa é feita de pedras; mas uma acumulação de fatos não constitui uma ciência, como uma de pedras não faz uma casa", Henri Poincarè. Da mesma forma que um acúmulo de pedras não é uma casa, podemos refletir também que um acúmulo de profissionais, medicamentos e equipamentos tecnologicamente atualizados não constituem um hospital. O esforço institucional para transformar este conjunto de ações só toma forma e faz sentido quando empreendemos uma ação gerencial focada na qualidade e na segurança assistencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer ficar por dentro sobre tudo o que acontece no setor de saúde? Assine gratuitamente a nossa newsletter diária e receba os destaques em sua caixa de e-mail. &lt;br /&gt;De acordo com o Institute of Medicine (IOM) - dos Estados Unidos, em seu estudo Cruzando o Abismo da Qualidade: um Novo Sistema de Saúde para o Século 21 (Crossing quality chasm: a new health system for the 21st century) - um atendimento de qualidade deve sempre atender os seguintes preceitos: preocupar-se com a segurança do paciente; prover serviços de efetivos, com uso responsável dos recursos, evitando uso excessivo ou insuficiente. Além disso, manter a assistência focada no paciente, prover atendimento no tempo adequado e ser eficiente também fazem parte desta lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um atendimento sem diferenças em função de características tais como gênero, etnia, condições sócio-econômicas ou localização geográfica também é um dos pontos mais importantes a serem considerados em um atendimento de excelência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte das condições acima enumeradas não necessita de explicação, por serem de fácil percepção de todos nós. Porém, outras, sem um pequeno parêntese, não se tornam tão óbvias assim. Administrar um hospital e dar-lhe sentido técnico-operacional e econômico financeiro também é assim. Às vezes, para quem vê de fora, parece simples. No entanto, só quando se aproxima é que se percebe a enorme complexidade para dar nexo ao conjunto de ações e atividades e fazer com que sejam alcançados os objetivos descritos pelo IOM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um importante aliado no processo de orquestrar todas as inúmeras engrenagens que compõem a administração de uma instituição hospitalar é a Acreditação. Isto é, um processo de certificação, uma avaliação completa e objetiva de seus aspectos organizacionais, dos processos - sejam administrativos e também técnicos e operacionais - e, principalmente, de seus resultados assistenciais por uma entidade neutra, independente e especializada em qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fim do processo, que pode durar até dois anos, a entidade acreditadora irá definir o quão de acordo está o hospital com os melhores padrões esperados. Um hospital Acreditado é garantia de que lá se pratica a melhor atenção médico hospitalar existente. Não devemos jamais confundir um grande e belo hospital com um hospital de excelência. Instituições de diferentes portes, sejam públicas ou privadas, podem ser acreditadas e, conseqüentemente, prover assistência de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existem no Brasil aproximadamente 6,5 mil hospitais públicos e privados, com ou sem fins lucrativos. Destes, apenas 151 possuem algum tipo de Acreditação, de acordo com o periódico Observatório ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente entidades nacionais e internacionais atuam no país para acreditar hospitais. Atualmente, no Brasil existe a Organização Nacional de Acreditação (ONA). Os modelos internacionais são representados pela Joint Commission International (JCI), Accreditation Canada e National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations (NIAHO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas entidades certificam nossos hospitais como Instituições de classe mundial, aptas a receber não só pacientes nacionais, mas também um enorme fluxo de clientes internacionais, focados no turismo de saúde. A qualidade e a segurança assistencial é um dever de todos hospitais brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;*Francisco Balestrin - Vice-Presidente do Conselho Deliberativo Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-8570724696700807671?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/8570724696700807671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/11/administracao-hospitalar-e-acreditacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8570724696700807671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8570724696700807671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/11/administracao-hospitalar-e-acreditacao.html' title='A administração hospitalar e a acreditação'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TOrmqLpZ6oI/AAAAAAAAAFs/J-c2Y589jVY/s72-c/images-5.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-8775599925709072509</id><published>2010-11-03T16:50:00.000-07:00</published><updated>2010-11-03T16:55:22.181-07:00</updated><title type='text'>Glosa ainda perturba operadoras e prestadores</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TNH2WJ0M-rI/AAAAAAAAAFk/XQEU86t8lhY/s1600/images-4.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 159px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TNH2WJ0M-rI/AAAAAAAAAFk/XQEU86t8lhY/s200/images-4.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535476277467478706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_12" style="font-size: 12px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;p class="texto_cinzaclaro_11" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;por Saúde Business Web**&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinzaclaro_11" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;02/11/2010&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Expert afirma que relacionamento entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviço não pressupõe idoneidade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A glosa ainda é um tema polêmico no que concerne à relação entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviço. Recentemente, pesquisa divulgada pelo Datafolha revelou que cerca de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=72084" target="_blank" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;90% dos médicos paulistas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; declaram sofrer interferência dos planos de saúde e mais da metade (52%) afirmou que isso ocorre em todos ou na maioria dos planos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(0, 0, 255);   font-family:arial;font-size:11px;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Em seu novo post, o expert do Saúde Business Web, Adriano Loverdos, aborda esse problema. "Não existe, no relacionamento entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviço, o pressuposto da idoneidade. Ao contrário, infelizmente."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Loverdos destaca também as implicações resultantes dos preços dos produtos escolhidos pelos médicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"Quem decide quanto custa o produto que o hospital vai comprar? O fornecedor ou a fonte pagadora?Reconheço que alguns (muitos) produtos custam caro, caro demais, mas não é apenas o hospital que deve lutar contra isso."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=184" target="_blank" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Confira o texto na íntegra aqui.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;**As opiniões dos artigos/colunistas aqui publicadas refletem unicamente a posição de seu autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte deste Blog ou quaisquer outros envolvidos na referida publicação.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-style: normal;    font-family:Verdana;font-size:8pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-8775599925709072509?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/8775599925709072509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/11/glosa-ainda-perturba-operadoras-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8775599925709072509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8775599925709072509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/11/glosa-ainda-perturba-operadoras-e.html' title='Glosa ainda perturba operadoras e prestadores'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TNH2WJ0M-rI/AAAAAAAAAFk/XQEU86t8lhY/s72-c/images-4.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-8019644916533792700</id><published>2010-10-27T09:34:00.000-07:00</published><updated>2010-10-27T09:53:25.247-07:00</updated><title type='text'>Entendendo os Negócios em Saúde</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TMhY-dT5RBI/AAAAAAAAAFc/oVVjgLOAOjQ/s1600/images-3.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 140px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TMhY-dT5RBI/AAAAAAAAAFc/oVVjgLOAOjQ/s200/images-3.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532769972267861010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TMhXFuObjeI/AAAAAAAAAFU/cPoI-bWEA18/s1600/images-3.jpeg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial, sans-serif;color:#535353;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-size:130%;color:#235742;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:15px;"&gt;&lt;b&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;As empresas de saúde precisam ter saúde para sobreviverem e cumprirem com seu papel. Ter saúde pode, de forma simplificada, ser entendido como ser próspero. Mas o que faz diferença neste setor para se ter um negócio próspero?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;A questão é bastante ampla e complexa, pois existem muitos fatores que irão influenciar os resultados de um negócio em saúde. Sabemos sobre a necessidade de se ter custos muito bem administrados, processos e fluxos internos bem planejados e cumpridos, tecnologia apropriada de equipamentos e no uso da informação, estrutura física e recursos adequados, posicionamento de marketing e comunicação específicos, direcionamento claro das tomadas de decisão, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;Antes de continuar com essa análise, e ir direto ao que realmente entendo que faz a diferença, vale a pena uma rápida reflexão do que vem a significar ser próspero na área. De forma simplificada, é possível dizer que prosperidade é algo que traz resultados positivos para todos os stakeholders, como donos/acionistas, funcionários, médicos, pacientes, fornecedores, meio ambiente, sociedade e governo. Isso significa contribuir efetivamente para todos os envolvidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;Como estamos falando sobre saúde, esse é um negócio que precisa efetivamente ajudar no processo de cura das pessoas. Assim, entre os muitos elementos importantes da sua gestão, dois podem fazer a diferença. O primeiro deles é a atuação (e por que não dizer, união) entre médicos e profissionais de saúde envolvidos; e o segundo elemento é a real intenção desses envolvidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;Os estudiosos da cadeia de valor em saúde percebem que um médico costuma ter um grande poder de influência, já que é por ele que quase sempre passa a especificação e/ou o direcionamento das necessidades dos pacientes. Incentivar o melhor de cada médico envolvido é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Para fazer isso, é importante entender a realidade desta classe profissional e o que pode ser feito para auxiliá-la. Assim como em qualquer profissão, e com a medicina não é diferente, existem profissionais que colaboram e que "atrapalham" os processos. Mais do que isso, um mesmo médico pode contribuir de um jeito ou resistir de outro, dependendo da situação. Neste momento é importante: 1) fugir de qualquer estereótipo ou julgamento; e 2) focar nas formas que podem estimular as qualidades desses profissionais. Isso pode ser feito a partir de várias ferramentas que incluem educação, diálogo, programas de relacionamento, sistemas de informação, lógica e valores de remuneração, coaching, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;Já tive a oportunidade de presenciar diversas situações de conflitos e ouvir muitas opiniões em relação aos médicos. Essas diferentes idéias, vindas de profissionais e dirigentes de empresas que atuam na área de saúde, indicam os médicos às vezes como uma solução e outras como um problema deste setor. Entendo que o médico seja parte dos dois lados em questão e, portanto, cabe aos dirigentes puxar o melhor desses profissionais para que a solução prevaleça. Diretamente relacionado a esta necessidade, temos o segundo ponto que faz a diferença nos negócios em saúde: a real intenção por detrás da empresa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;Esta intenção pode até estar expressa na missão, visão e valores da organização, mas o fato de estar escrito não significa que ela seja verdadeira. Para gerar efetivo resultado, essas idéias precisam estar incorporadas nas decisões e nos atos, principalmente naqueles oriundos da liderança. Clareza nas ações, compromisso positivo e integridade são os elementos que inspirarão os médicos e todas as pessoas envolvidas a dar o seu melhor e, assim, contribuir à cura do paciente, seja em uma atuação direta ou indireta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;A intenção "positiva" é tão importante quanto difícil, pois envolve um determinado nível de consciência das pessoas envolvidas. Nem sempre estamos maduros para reconhecer e admitir as limitações ou contradições das nossas intenções, sendo necessário um trabalho específico para que isso seja atingido. Um dos primeiros passos nesta direção é fazer um diagnóstico de todas as incoerências da empresa, já que a verdade não está naquilo que é dito, mas sim naquilo que acontece na prática. É preciso coragem para se fazer um trabalho cuja finalidade é olhar para os fatos que não condizem com as intenções. Entretanto, é daí que vem uma certeza e força de vontade para fazer o que precisa ser feito. Por si só, esta atitude inicial gera uma força que influencia no despertar da motivação interna de cada um.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;De maneira concreta, entendo que a empresa, seja um hospital, um sistema pagador, uma indústria farmacêutica, um laboratório de análises clínicas, ou qualquer outra organização da área, tem que decidir para qual direção seguir, fugindo daquelas "belas frases" e daquilo que os outros gostam de ouvir. Só existe uma coisa que pode inspirar e estimular o comportamento positivo e engajado de forma perene de um diretor, de um médico e de qualquer ser humano: é a sensação da certeza de seu valor, que é o próprio valor humano na prática. O levantamento da realidade e da verdade da organização, sem busca de culpados, admitindo os problemas que acontecem, mesmo que não sejam agradáveis de se ver, é a porta de entrada para este novo ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 0.67cm"&gt; &lt;span style="color:#535353;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;font-size:85%;"&gt;Com um profissional e uma intenção bem equalizados, todos os outros itens necessários tendem a acontecer de forma melhor. E a combinação disso tudo junto é que vai gerar um negócio próspero na área de saúde. Se você tiver dúvidas sobre as possibilidades, uma pergunta pode ajudá-lo: em que tipo de empresa você gostaria de passar o resto de sua vida? Se você quiser fazer parte de uma empresa que privilegia o seu compromisso com as pessoas e com a intenção de ajudar na cura, então provavelmente você encontrará outros ao seu redor que também queiram. Assim, já começou o ciclo da prosperidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-8019644916533792700?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/8019644916533792700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/10/entendendo-os-negocios-em-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8019644916533792700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8019644916533792700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/10/entendendo-os-negocios-em-saude.html' title='Entendendo os Negócios em Saúde'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TMhY-dT5RBI/AAAAAAAAAFc/oVVjgLOAOjQ/s72-c/images-3.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4499754491629140799</id><published>2010-10-26T07:21:00.000-07:00</published><updated>2010-10-26T07:38:23.224-07:00</updated><title type='text'>Médicos não podem prescrever órteses e próteses pela marca</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TMbn0jXh0WI/AAAAAAAAAFM/Ri7-uQzN4KA/s1600/orteses_proteses.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TMbn0jXh0WI/AAAAAAAAAFM/Ri7-uQzN4KA/s200/orteses_proteses.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532364082304373090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14"  style=" color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; font-size:14px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Objetivo é reduzir os conflitos existentes entre médicos e operadoras de planos de saúde, e também com instituições públicas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou resolução que veda aos médicos a indicação expressa de marca comercial quando prescreverem órteses, próteses ou materiais implantáveis. De acordo com a norma, cabe ao médico determinar as características dos produtos (tipo, matéria prima e dimensões, por exemplo), mas as opções devem ser justificadas clinicamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;De acordo com o conselheiro Antônio Pinheiro, coordenador da comissão que elaborou a resolução, o objetivo é reduzir os conflitos existentes entre médicos e operadoras de planos de saúde, e também com instituições públicas. Além disso,evitar que médicos requisitem produtos de determinadas marcas em troca de benefícios eventualmente oferecidos por fabricantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;As autorizações e as negativas de fornecimento do material requisitado deverão ser acompanhadas do parecer de um médico, identificado por nome e número de inscrição profissional no CRM - tanto em operadoras de planos de saúde quanto em instituições públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo o CFM, quando julgar inadequado ou deficiente o material implantável ou o instrumental oferecido, o médico requisitante poderá recusá-lo e indicar à operadora ou instituição pública pelo menos três marcas, quando possível de diferentes fabricantes diferentes - os produtos devem ser considerados regulares pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e correspondentes às características especificadas previamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recusa deve ser documentada e, se o motivo for deficiência ou defeito material, os documentos devem ser encaminhados pelo médico ou pelo diretor técnico da instituição hospitalar à Anvisa, diretamente ou por meio da Câmara Técnica de implantes da Associação Médica Brasileira (AMB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se persistir a divergência entre o médico requisitante e a operadora do plano de saúde (ou a instituição pública), deverá, de comum acordo, ser escolhido um árbitro para decidir no caso - médico especialista na área, que será remunerado pelo trabalho. A decisão deverá ser tomada em até cinco dias úteis, a contar da data de conhecimento da questão pelo responsável pela arbitragem. Segue, abaixo, a resolução em sua íntegra:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" line-height: 20px;  font-family:Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif;font-size:15px;"&gt;RESOLUÇÃO CFM N° 1.956/2010&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" line-height: 20px;  font-family:Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif;font-size:15px;"&gt;(Publicada no D.O.U., de 25 de outubro de 2010, Seção I, p. 126)&lt;br /&gt;Disciplina a prescrição de materiais implantáveis, órteses e próteses e determina arbitragem de especialista quando houver conflito.&lt;br /&gt;O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela Lei n° 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto n° 44.045, de 19 de julho de 1958, respectiva e posteriormente alterada pela Lei n° 11.000, de 15 de dezembro de 2004, e Decreto n° 6.821, de 14 de abril de 2009, e&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que o médico deve, em benefício do seu paciente, agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que o médico não pode renunciar à sua liberdade profissional, evitando que quaisquer restrições ou imposições possam prejudicar a eficácia e a correção de seu trabalho;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que para tal deve aprimorar-se continuamente quanto aos seus conhecimentos técnicos e ao progresso da ciência médica;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que é direito do médico indicar o procedimento adequado ao paciente, observadas as práticas reconhecidamente aceitas e respeitadas as normas legais vigentes no país;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que é dever do médico utilizar todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento a seu alcance em favor do paciente;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que a Resolução CFM nº 1.614/01 disciplina a função de auditoria médica;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que é imperiosa a garantia de acesso aos médicos e, por conseguinte, aos pacientes, da evolução tecnológica comprovada cientificamente e liberada para uso no país;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que é vedado ao médico obter qualquer forma de lucro ou vantagem pela comercialização de medicamentos, órteses, próteses, materiais especiais ou artigos implantáveis de qualquer natureza, cuja compra decorra de influência direta em virtude de sua atividade profissional;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que reconhecidamente há conflitos de ordens diversas entre médicos assistentes e operadoras de planos de saúde, como também instituições públicas da área, quando da indicação para uso de órteses, próteses e materiais implantáveis;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que, de acordo com a Resolução CFM n° 1.804/06, os artigos implantáveis são utilizados sob a supervisão e responsabilidade do diretor técnico do hospital ou outro médico por ele indicado;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO a necessidade de declaração de conflito de interesses na área de pesquisa, produção científica e educação continuada para maior transparência e imparcialidade na atividade profissional;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO que deve ser respeitado o direito do paciente em receber informações quanto ao seu diagnóstico, prognóstico, riscos e objetivos do tratamento, salvo quando a comunicação direta possa lhe provocar dano, devendo, neste caso, ser feita a comunicação a seu representante legal;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na sessão plenária realizada em 7 de outubro de 2010,&lt;br /&gt;RESOLVE:&lt;br /&gt;Art. 1° Cabe ao médico assistente determinar as características (tipo, matéria-prima, dimensões) das órteses, próteses e materiais especiais implantáveis, bem como o instrumental compatível, necessário e adequado à execução do procedimento.&lt;br /&gt;Art. 2° O médico assistente requisitante deve justificar clinicamente a sua indicação, observadas as práticas cientificamente reconhecidas e as legislações vigentes no país.&lt;br /&gt;Art. 3° É vedado ao médico assistente requisitante exigir fornecedor ou marca comercial exclusivos.&lt;br /&gt;Art. 4° As autorizações ou negativas devem ser acompanhadas de parecer identificado com o nome e número de inscrição no Conselho Regional de Medicina do médico responsável pelo mesmo.&lt;br /&gt;Art. 5° O médico assistente requisitante pode, quando julgar inadequado ou deficiente o material implantável, bem como o instrumental disponibilizado, recusá-los e oferecer à operadora ou instituição pública pelo menos três marcas de produtos de fabricantes diferentes, quando disponíveis, regularizados juntos à Anvisa e que atendam às características previamente especificadas.&lt;br /&gt;Parágrafo único. Nesta circunstância, a recusa deve ser documentada e se o motivo for a deficiência ou o defeito material a documentação deve ser encaminhada pelo médico assistente ou pelo diretor técnico da instituição hospitalar diretamente à Anvisa, ou por meio da câmara técnica de implantes da AMB (implantes@amb.org.br), para as providências cabíveis.&lt;br /&gt;Art. 6° Caso persista a divergência entre o médico assistente requisitante e a operadora ou instituição pública, deverá, de comum acordo, ser escolhido um médico especialista na área, para a decisão.&lt;br /&gt;§ 1° Esta decisão não deverá ultrapassar o prazo de cinco dias úteis, contados a partir do conhecimento do responsável pela arbitragem.&lt;br /&gt;§ 2° Cabe arbitragem mesmo nas situações de emergências, quando não for possível pré-autorização e tenha sido usado o material implantável, órtese ou prótese.&lt;br /&gt;§ 3º O médico que atua como árbitro tem direito a remuneração.&lt;br /&gt;Art. 7º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação e revoga os dispositivos em contrário.&lt;br /&gt;Brasília-DF, 7 de outubro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTO LUIZ D'AVILA HENRIQUE BATISTA E SILVA&lt;br /&gt;Presidente Secretário-geral&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4499754491629140799?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4499754491629140799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/10/medicos-nao-podem-prescrever-orteses-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4499754491629140799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4499754491629140799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/10/medicos-nao-podem-prescrever-orteses-e.html' title='Médicos não podem prescrever órteses e próteses pela marca'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TMbn0jXh0WI/AAAAAAAAAFM/Ri7-uQzN4KA/s72-c/orteses_proteses.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-7151168046438907202</id><published>2010-10-19T11:42:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T11:51:13.682-07:00</updated><title type='text'>Valor e qualidade ao paciente como novo desafio da gestão em saúde</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial;font-size:100%;color:#6F6C00;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;i&gt;Publico, na íntegra, a entrevista do Guru da Estratégia, Michael Porter, à revista EXAME, e&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; color: rgb(111, 108, 0); "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;dição 907 / Ano 41 Nº23 em 05/12/07; falando deste novo modelo competitivo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;!--StartFragment--&gt;    &lt;!--EndFragment--&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; color: rgb(111, 108, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A palestra de Porter encerrou em grande estilo o terceiro e último encontro de Repensando a Saúde, evento promovido pela Amil com o objetivo de discutir problemas e apontar soluções para aprimorar o sistema brasileiro de saúde. Nas duas primeiras etapas – realizadas em julho e setembro, em São Paulo e no Rio de Janeiro – os principais agentes do setor protagonizaram os debates. E parte desta reflexão foi levada a Porter, que após sua exposição respondeu a perguntas formuladas por Antonio Jorge Kropt, diretor técnico da Amil Brasil, que atuou como mediador nas três etapas do projeto. Nas páginas seguintes, além de um resumo das instigantes idéias debatidas no evento, você terá a oportunidade de ler uma entrevista exclusiva com Michael Porter, na qual ela defende a necessidade de colocar a teoria em prática e, assim, “fazer acontecer”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; A primeira apresentação coube a Rob Dhole, presidente da divisão de saúde do Omnicom Group, conglomerado de comunicação e marketing que atua em mais de cem países e controla algumas das maiores agências especializadas em saúde. “Há duas coisas que não devem ser feitas numa palestra”, disse Dhole, olhando para o relógio. “Uma é falar quando estão todos com fome, a outra é falar sobre estratégia antes de Michael Porter.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Embora tenha tomado base seu livro sobre competição no setor, Porter incluiu insights sobre o modelo brasileiro de saúde em sua palestra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Foi a senha para ganhar a simpatia da audiência para sua exposição sobre o papel da propaganda como força complementar às campanhas públicas que informam a população sobre prevenção e cuidados com a saúde. “Informações para os pacientes são fundamentais, mas a motivação vem da estratégia e da arte de uma boa propaganda”, afirmou Dhole, para quem questões de foro pessoal, como parar de fumar, são mais difíceis de combater. “Será que sempre cuidamos de nossa saúde como deveríamos: Com um estímulo grande e uma boa propaganda é bem mais fácil. Alguns anúncios são nitidamente de ajuda pública”, concluiu ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;MODELO ANALÍTICO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Presidente do Grupo Amil e autor da apresentação da edição brasileira do livro de Porter sobre a saúde, Edson Bueno subiu ao palco para dar as boas vindas ao aguardado convidado da noite. “Não existe maneira de fazer qualquer análise no sistema de saúde sem passar pelo modelo Porter”, disse Bueno, antes de anunciar aquele que “é considerado o estrategista e guru número um da atualidade.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Entre tímido e vaidoso, como a maioria dos intelectuais, Porter agradeceu os elogios, olhou rapidamente para o horizonte e logo deu início à sua densa exposição da necessidade de adotar uma nova perspectiva para encarar a saúde, com foco na geração de valor ao paciente. “As pessoas querem saúde, e não o sistema de saúde, remédios e tratamentos. O problema é que não estamos organizados para oferecer um atendimento melhor. Estamos prestando os serviços de forma arcaica e ineficiente, com um pensamento empresarial de séculos atrás”, afirmou. “O Brasil tem médicos, hospitais e remédios ótimos. Mas falta estratégia, visão de como transformar a saúde no país, produzindo os resultados que precisamos.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Porter acredita ser possível transformar o sistema de saúde não apenas no Brasil, mas em qualquer país. Segundo ele, para isso é preciso mudar a organização do sistema como um todo, sempre tendo em vista a geração do valor. Na opinião do acadêmico, hoje aquilo que o paciente recebe não é suficiente em comparação ao dinheiro gasto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Afinal, o que deve ser feito para melhorar o valor e diminuir os gastos? Para Porter, cortar custos não é a melhor maneira de solucionar o problema. Mas sim oferecer saúde de melhor qualidade. “O nível de saúde tem de ser melhor para o avanço de todo o sistema. Prevenção, impedir que as doenças aconteçam – vacinas, campanhas, detecção precoce -,isso é bem mais barato e eficiente. Se a doença é descoberta tarde, é muito mais caro e debilitante para o paciente e todo o sistema.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;VISÃO INTEGRADA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Embora defenda a cobertura universal da saúde pelos seguros privados como essencial para o bom funcionamento do sistema, Porter acredita que isso não basta, uma vez que não garante a reforma estrutural do setor de cuidados com a saúde. “O problema é mais profundo e diz respeito ao valor real do serviço prestado”, conceitua. Um de seus argumentos centrais é que a política de incentivos no sistema de saúde está equivocada. “O médico hoje não é recompensado por oferecer valor, nem as seguradoras. A concorrência é de soma zero, não cria valor e ninguém ganha. Assim os serviços ficam restritos e não se tem solução.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Para ele, o fim da soma zero requer uma mudança de atitude. “Hoje o médico é pago por atendimento, e não por reduzir preços e aumentar valor, o que está muito errado. Precisamos unir esforços para competir e gerar valor para o paciente, melhorando assim todo o sistema.”, defende Porter, para quem a organização da prestação de serviços é a única maneira de oferecer valor ao paciente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Isso passa, necessariamente, por uma nova visão do sistema, mais integrada, na qual os atendimentos e cuidados com a saúde devem estar coordenados e interligados para tratar o paciente ao longo do tempo. “Assim, pode-se gerar bons resultados para os pacientes e custos mais baixos, ou seja, uma performance eficiente.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Na opinião de Porter, é preciso haver um ciclo de atendimento para todas as patologias: prevenção, triagem, diagnóstico, tratamento. E, claro, bom gerenciamento. A adoção de uma nova perspectiva sistêmica, de longo prazo, permitiria investir no ciclo de tratamento, com benefícios para todos. “O ciclo tem de ter equipes dedicadas a tratar bem o paciente e combater o sistema fragmentado que existe hoje”, explica ele, para quem a concorrência entre os prestadores de serviços deve ser regional e nacional, não apenas local.”O sistema deve, sim, estar mais próximo dos pacientes, mas a concorrência deve ser mais ampla.” Porter acredita que o uso da tecnologia da informação pode ajudar nesse sentido, oferecendo acesso universal a prontuários eletrônicos, melhor coordenação e possibilidade de acompanhamento de todos. “O Brasil entendeu essa questão e já tem boas iniciativas nesse sentido.”, elogiou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Depois de dizer que a tomada de decisões estratégicas não pode ser feita com base em conveniências – até porque o consumidor, maior interessado na própria saúde, está cada vez mais exigente -, Porter aproveitou para provocar os gestores brasileiros da área da saúde. “Alguns líderes brasileiros pensam que pagando mal aos médicos estão fazendo um ótimo negócio, mas aí o profissional tem de correr, arranjar três empregos, e atende os pacientes de maneira rápida e pouco eficiente. Isso causa a soma zero.”, resumiu ele, defendendo a necessidade de mudar o sistema. “Mas estou otimista”, concluiu, ao comentar que muitas iniciativas positivas de mudança na área da saúde têm ocorrido em diversos setores e em vários países.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Logo que terminou sua exposição, o pesquisador americano, que atua como consultor de empresa e governos, respondeu a questões complexas que surgiram nas duas etapas anteriores do evento Repensando a Saúde. Formuladas por Antonio Jorge Kropf, diretor técnico da Amil, as perguntas permitiram ampliar a reflexão sobre os numerosos desafios que estão na ordem do dia dos profissionais da saúde – desde como aplicar o conceito de valor de paciente crônico em fase terminal até como mudar o atual modelo de remuneração do sistema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Um dos temas abordados foi como lidar com a informação médica, considerando o direito do paciente à privacidade e a necessidade do sistema de dispor de informações confiáveis para oferecer um tratamento melhor. Porter defendeu uma abordagem similar a que rege o sigilo bancário, com o uso de senhas por exemplo. Embora reconheça que existam riscos de má utilização dessas informações, ele afirma que devemos confiar na tecnologia computacional. Afinal, sustenta, “o risco de receber um cuidado ruim é maior que o de perder a privacidade.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Outra questão polêmica levantada foi como convencer os pacientes e demais envolvidos no sistema de saúde sobre o valor do atendimento primário, em unidades integradas de atendimento. Para Porter, o atendimento primário é o que tem maior valor em qualquer sistema de saúde. “No Brasil muita gente não passa por um atendimento primário e vai direto a um especialista, às vezes por motivos errados. Na Suécia e na Alemanha, onde os resultados são bons e os custos baixos, o que torna os sistemas de saúde eficientes é o fácil acesso e a alta qualidade do atendimento primário.” Ainda assim, Porter defendeu que mesmo os cuidados primários devem ter algum tipo de especialização e citou o bem-sucedido modelo adotado pelos países escandinavos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Promover mudanças profundas não demanda apenas conhecimento e determinação. Muitas vezes a maior barreira a superar é de ordem cultural. “Tenho certeza que você será um dos líderes desse processo no Brasil.”, disse Porter a Antonio Jorge. “Os planos de saúde nos Estados Unidos estão encarando a mudança de uma maneira muito lenta. Eles estão sofrendo para mudar de mentalidade”, disse Porter, para quem a tendência ainda é fazer com que o consumidor pague mais. “Queremos tomar remédios? Queremos ir ao médico? Claro que não! O que queremos é jogar golfe”, concluiu ele, arrancando risos de cumplicidade da platéia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;QUESTÃO DE PRINCÍPIO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;“O desafio agora não é mais a radiografia do sistema. A teoria está posta. A tarefa agora é fazer acontecer”, afirma Michael Porter&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; Em 2004, quando publicou, com Elizabeth Teisberg, um artigo sobre competição no sistema de saúde, Michael Porter achou que não voltaria mais ao assunto. “Estava pessimista. Parecia impossível promover as mudanças necessárias.” Felizmente ele estava errado: nesses três anos, não apenas aprofundou o estudo da saúde como entrou em contato com experiências bem-sucedidas de reestruturação no setor. E foi para falar sobre sua visão estratégica de saúde que Porter abriu uma brecha em sua concorrida agenda e nos concedeu a seguinte entrevista exclusiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Se, como o senhor afirma, saúde de qualidade custa menos, não haverá, a longo prazo, menos dinheiro no sistema?&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Não devemos assumir que o dinheiro é fixo ou diminuirá. O Brasil, por exemplo, ainda gasta pouco em saúde comparado com outros países. E está se tornando mais rico, o padrão de vida das pessoas vem aumentando. É provável que o país venha a gastar mais com a saúde. E talvez devesse, pois há muitos brasileiros que não tem acesso a bons cuidados. Acho natural que, à medida que uma sociedade enriquece, gaste mais com a saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;O senhor tem estudado a saúde em diferentes países. O que aprendeu com esta experiência? Existe um modelo único de sucesso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Eu acho que é um pouco como a Teoria das Cindo Forças (modelo competitivo criado por Porter em 1979). Não há um único modelo, que se possa dizer: aplique-o a todos os países. O que vemos é que há alguns princípios. Existem princípios sobre o sistema de seguros, sobre como definir cobertura, sobre como fornecedores devem estruturar suas operações, princípios sobre planos de saúde. Toda situação será sempre um pouco diferente, mas passei a acreditar que existem princípios de valor que são universais. Eles se aplicam à Suécia, à Suíça...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Mesmo para sistemas públicos?&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Sim. Acreditamos que o fato do sistema ser privado ou governamental não é importante. Trata-se de algo quase secundário. O que importa é como o cuidado à saúde é organizado, a natureza dos reembolsos, a habilidade de integrar o tratamento ao longo do ciclo. Descobrimos que há surpreendentemente pequenas diferenças entre público e privado, nesse campo. Então nosso foco recaiu nos princípios que alinham a entrega da saúde com valor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;E, quanto ao pagamento dos profissionais e das empresas da área da saúde, faz diferença o sistema ser público, privado ou misto?&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;No Japão, os seguros são provados, alguns dos hospitais são públicos e outros privados. Na Holanda. Muitas partes do sistema são particulares, mas os seguros são públicos. Existe todo tipo de mix. Não é tanto o caso de quem paga quem, mas como se paga. Falamos muito sobre o modelo de pagamento por serviço, que não funciona.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;E&lt;i&gt;xplique melhor, por favor.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Não importa se você é o governo brasileiro pagando a taxa por serviço do SUS, ou se é o Medicare dos Estados Unidos pagando uma taxa por serviço a um hospital particular. É o modelo de pagamento por serviço que está equivocado, não quem paga. Nós acreditamos que os princípios que organizam a saúde se aplicam a todo tipo de sistema, não importa quem seja seu dono. O desafio é partir de onde se está hoje para as modificações. Os desafios de implementação no Reino Unido, onde a maior parte do sistema é operada pelo governo, são distintos dos de Taiwan, por exemplo, onde muitos dos hospitais são privados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;O senhor poderia resumir estes desafios?&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O desafio agora não é a radiografia do sistema. O desafio real é a implementação. Como você de fato mede resultados, coleta dados, verifica e publica essas informações, como ajusta o risco... Acho que são questões organizacionais, técnicas e médicas. Tenho um colega em Harvard – Jim Kim, um reconhecido líder em saúde global - que diz que precisamos criar uma nova ciência da entrega. Não sei se devemos chamá-la assim, mas acredito que ele está certo. Acho que a ciência médica evoluiu muito mais do que as organizações, em termos estratégicos. Acho que uma reestruturação é necessária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;E o que pode ser feito nesse sentido?&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:Arial;color:#6F6C00"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Agora a tarefa não é a teoria, pois a teoria está posta. A tarefa agora é fazer acontecer. Vou dar um curso em janeiro, em Harvard, sobre a entrega de valor em saúde, com dez bem-sucedidos estudos de caso. Daí entenderemos melhor como as coisas funcionam.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-7151168046438907202?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/7151168046438907202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/10/valor-e-qualidade-ao-paciente-como-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7151168046438907202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7151168046438907202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/10/valor-e-qualidade-ao-paciente-como-novo.html' title='Valor e qualidade ao paciente como novo desafio da gestão em saúde'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-205023767221658248</id><published>2010-10-14T13:02:00.000-07:00</published><updated>2010-10-14T13:06:24.587-07:00</updated><title type='text'>Modelo de remuneração: avança discussão sobre novo formato</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TLdiqOyw_cI/AAAAAAAAAE8/X6iYW9egAtQ/s1600/Unknown"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 115px; height: 115px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TLdiqOyw_cI/AAAAAAAAAE8/X6iYW9egAtQ/s320/Unknown" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527995545285623234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" style="text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Debate avança na ANS, mas para AMB o modelo de remuneração ainda não está "claro"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Estamos na fase de detalhar como isso vai acontecer e não de discutir se vai acontecer”, afirmou o gerente médico da Unidade de Perdizes do Hospital Israelita Albert Einstein , Ary Ribeiro sobre a discussão da mudança de modelo de remuneração.  O executivo faz parte do grupo de trabalho sobre o assunto na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e participou do debate sobre o tema no 10º Fórum Anahp, promovido pela Associação Nacional dos Hospitais Privados, na manhã desta quinta-feira (14), em São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;De acordo com Ribeiro, a primeira rodada do grupo de trabalho já foi concluída e agora  há a discussão em torno das diretrizes e rumos com as premissas para um novo modelo, etapa que deve estar concluída entre o final deste ano e o começo de 2011. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Com o debate avançado, Ribeiro apontou os possíveis impactos que a mudança do modelo de remuneração poderá ter na gestão do hospital. Segundo ele, os aspectos são: gestão efetiva de corpo clínico, avaliação criteriosa na incorporação de tecnologia, transparência nos dados e resultados, foco em ações de educação e prevenção, uso de guidelines para serviços de elevado custo e doenças crônicas, entre outros. O executivo ainda ressaltou a importância de se discutir com a indústria os materiais especiais e insumos de alto custo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Profissionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Apesar das discussões avançadas, sobretudo no que tange operadoras e hospitais, o debate  especifico com a classe médica ainda é polêmico. Para o diretor da Associação Médica Brasileira (AMB), Florisval Meinão,  não está clara a questão de remuneração para entidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;“ É preciso ter algum mecanismo que determine o reajuste anual para os médicos”, contou o executivo, acrescentando que se comparado com a inflação do período desde a criação da ANS (2000-2010),  ficou em 90%  o reajuste dos planos individuais e 140% e os coletivos bem acima,  alguns médicos tiveram a tabela reajustada enquanto outros ficaram com os valores congelados.  Meinão explicou que em pesquisa da AMB, a média desse reajuste ficou em 60%, mas não é fácil de mensurar, uma vez que alguns contratos tiveram acréscimo e outros não.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O executivo falou que uma das dificuldades de discutir o assunto com os profissionais são formatos já adotados no passado. “Existe hoje na classe médica uma resistência em mudança no modelo de remuneração porque o que já veio foram coisas muito prejudiciais como os pacotes, por exemplo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Meinão acredita que  a ANS deve regular também a questão de reajuste das operadoras com os médicos e diz que isso já está previsto na  resolução normativa n º 71, apesar de não especificar critérios, sobre o tema , o representante da autarquia, Antonio Carlos Endrigo, disse que não cabe a Agência regular essa relação. Já Ribeiro,  acrescentou que no grupo de trabalho não há a representação de uma entidade de classe , mas que essa integração deve acontecer em breve.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-205023767221658248?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/205023767221658248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/10/modelo-de-remuneracao-avanca-discussao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/205023767221658248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/205023767221658248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/10/modelo-de-remuneracao-avanca-discussao.html' title='Modelo de remuneração: avança discussão sobre novo formato'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TLdiqOyw_cI/AAAAAAAAAE8/X6iYW9egAtQ/s72-c/Unknown' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-2107127917634216033</id><published>2010-09-21T08:20:00.000-07:00</published><updated>2010-09-21T08:21:45.172-07:00</updated><title type='text'>Brasileiros são acusados de vender rins em esquema ilegal</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Órgãos teriam sido comercializados por cerca de R$10 mil e transplantados para pacientes israelenses, em hospital da África do Sul&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Cirurgiões do hospital St Augustine, de Durban, África do Sul, foram acusados de realizar transplantes ilegais de rins. As denúncias se referem a 109 operações feitas no hospital, entre 2001 e 2003, em que pessoas de baixa renda - principalmente brasileiros - eram pagos para doar seus rins a pacientes israelenses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Segundo o jornal local The Mercury, pelo menos duas mulheres morreram após as cirurgias. O grupo Netcare, dono do hospital, teria faturado mais de 22 milhões de Randes, que equivale a cerca de R$ 5 milhões, diz o periódico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Documentos que atestavam a relação de parentesco entre doadores e receptores, requisito na lei sul-africana, teriam sido fraudados, informa a imprensa local.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Segundo testemunhas, os receptores pagavam um valor superior a R$ 330 mil por rim, e os doadores brasileiros recebiam R$ 10 mil, enquanto os israelenses ganhavam mais de R$ 34 mil por órgão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"Era um segredo aberto", informou uma fonte ao The Mercury. "Os hispânicos tinham um tradutor de espanhol e assistiam televisão em espanhol, enquanto os israelenses falavam em hebraico e também tinham seu tradutor. Nenhum envolvido pode dizer que ignorava o esquema de ‘rins por dinheiro"."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O Netcare enfrenta 11 acusações, incluindo falsificação, lesão corporal grave e formação de quadrilha. A primeira audiência do caso está marcada para novembro, com participação de testemunhas do Brasil e de Israel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Dependendo do resultado do julgamento, o caso deve ser levado também à Cidade do Cabo e a Johannesburgo, onde transplantes similares também teriam ocorrido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O Esquema&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A Promotoria afirma que o CEO da Netcare, Richard Friedland, sabia dos transplantes ilegais, mas permitiu que eles continuassem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A denúncia é de que a então coordenadora de transplantes da Netcare, Belinda Rossi, teria viajado a Israel em 2001 para sondar a possibilidade de realizar transplantes em israelenses nos hospitais do grupo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Os doadores de rins teriam sido primeiramente recrutados de Israel, mas posteriormente, romenos e brasileiros foram convidados a fazer doações por um preço mais baixo. Tanto doadores quanto recipientes teriam assinado documentos falsos declarando ser parentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Outro Lado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A Netcare divulgou nota em que afirma ter auxiliado a Justiça em todas as fases da investigação, mas que nem o grupo nem Friedland são culpados das acusações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A nota diz ainda que o Conselho da empresa "está confiante de que tanto a Netcare quanto o Dr Friedland vão conseguir derrotar as acusações que foram feitas contra eles e que Dr. Friedland continuará a desempenhar suas funções como CEO da Netcare com o mesmo empenho, distinção e dignidade pelos quais ele é bem conhecido".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-2107127917634216033?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/2107127917634216033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/09/brasileiros-sao-acusados-de-vender-rins.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2107127917634216033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2107127917634216033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/09/brasileiros-sao-acusados-de-vender-rins.html' title='Brasileiros são acusados de vender rins em esquema ilegal'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1918256001113554590</id><published>2010-09-20T08:34:00.000-07:00</published><updated>2010-09-20T08:44:37.471-07:00</updated><title type='text'>Debate: conflito entre operadoras e prestadores</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TJeBWJ3gTSI/AAAAAAAAAE0/J2GuCkBuaqo/s1600/jovens.gif"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 194px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TJeBWJ3gTSI/AAAAAAAAAE0/J2GuCkBuaqo/s320/jovens.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519022085971660066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Custos devem sair do cerne das negociações entre os players da saúde, dizem líderes do setor presentes no Saúde Business Forum&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A relação entre as operadoras e prestadores de serviços é historicamente conflituosa. O Intercâmbio de Ideias do Saúde Business Forum discutiu o tema entre representantes de ambos os lados. Todos chegaram conclusão de que enquanto os custos forem o cerne da questão nada será resolvido.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:arial;"&gt;"A discussão passa pelo modelo de remuneração e preços, mas a lógica não pode ser somente essa e, sim, a assitencial. A partir daí você quantifica e qualifica o preço", disse o diretor do hospital São Lucas de Ribeirã Preto, Pedro Palocci, que coordenou o debate.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Para o vice-presidente da rede carioca de saúde privada D"Or, Jose Roberto Guersola, o mais importante é a existência de uma relação de confiabilidade e transparência entre as partes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Todos os presentes ao debate concordaram que a relação está melhorando, mas ainda precisa demonstrar resultados práticos. A predominância da Unimed nas relações com os prestadores de serviçoes foi outro ponto apontado como prejudicial para o mercado.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O papel da Agência Nacional de Saúde Suplementar também foi questionado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Para assistir a entrevista com Palocci na íntegra sobre os principais aspectos do debate, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/webcasts/index.asp?video=1575" target="_blank" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: Saúde Bussiness Web&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1918256001113554590?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1918256001113554590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/09/debate-conflito-entre-operadoras-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1918256001113554590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1918256001113554590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/09/debate-conflito-entre-operadoras-e.html' title='Debate: conflito entre operadoras e prestadores'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TJeBWJ3gTSI/AAAAAAAAAE0/J2GuCkBuaqo/s72-c/jovens.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-5313282111614012037</id><published>2010-09-08T08:07:00.000-07:00</published><updated>2010-09-08T08:18:24.295-07:00</updated><title type='text'>RJ: candidatos focam em atendimento primário</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TIepL-WejoI/AAAAAAAAAEs/VpnzOh2MwjA/s1600/imagem.php.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 127px; height: 72px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TIepL-WejoI/AAAAAAAAAEs/VpnzOh2MwjA/s320/imagem.php.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514562291919392386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10" style="font-family: 'Trebuchet MS'; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;Gabeira propõe unidades de diagnósticos e Cabral quer parcerias com prefeitura e triagem no atendimento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Candidato à reeleição, o peemeedebista Sérgio Cabral lidera as intenções de voto para o governo do Rio de Janeiro, de acordo com pesquisa do Ibope divulgada em 30 de agosto. Em segundo lugar está o candidato do PV, Fernando Gabeira. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=71544" target="_blank" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;No setor da saúde&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; ambos focam no atendimento primário, porém com políticas e propostas diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Conforme informações do plano de governo de Cabral, a proposta é ter  uma rede de atendimento com foco nos níveis: primário, secundário e terciário, o que segundo o plano,  melhoraria o atendimento nos hospitais e criaria um sistema de triagem para encaminhar o paciente de acordo com a enfermidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Gabeira, do PV,  tem as diretrizes de seu plano discutidas por  “ especialistas interessados no futuro do Rio de Janeiro” e também o programa aberto à discussão de sugestões pela sociedade. De acordo com a versão registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o foco será a criação de unidades de diagnóstico, ampliação do tratamento de doenças de média e alta complexidade,  expansão de leitos e racionalização do uso de hospitais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Conheça alguns pontos das propostas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Sérgio Cabral (PMDB)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Divisão do atendimento e formação de uma rede em três níveis: primário, secundário e terciário, com objetivo de melhorar o atendimento e realizar  triagem de acordo com cada doença&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;120 novas unidades para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Grupo de Socorro de Emergência (GSE)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Implantação de clínicas e centros de referência com diferentes especialidades como: AIDS, diabetes, clínica da família, diagnóstico de câncer e outras. Cada unidade teria gestão compartilhada (governo constrói e prefeitura administra)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Implantação de 11 hospitais referência em todo o estado&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fernando Gabeira (PV)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Atendimento integral e universal à saúde. O paciente deve ter o primeiro atendimento em postos de saúde e ser encaminhado para realizar os devidos exames e receber tratamento adequado&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Criação de unidades de diagnósticos, regionalmente distribuídas, com equipamentos e pessoal qualificados para elaboração de exames de maior complexidade e elaboração de laudos&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Reformatação do sistema de entrega de medicamentos extraordinários e excepcionais, de distribuição obrigatória e gratuita, o cadastro ficaria sob responsabilidade do município e a entrega a cargo do estado. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Implantação da telemedicina&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-5313282111614012037?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/5313282111614012037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/09/rj-candidatos-focam-em-atendimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5313282111614012037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5313282111614012037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/09/rj-candidatos-focam-em-atendimento.html' title='RJ: candidatos focam em atendimento primário'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TIepL-WejoI/AAAAAAAAAEs/VpnzOh2MwjA/s72-c/imagem.php.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-7068361666604114415</id><published>2010-09-06T04:31:00.000-07:00</published><updated>2010-09-06T04:38:38.008-07:00</updated><title type='text'>Opinião: A contradição da saúde no Brasil</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_12" style="font-size: 12px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;p class="texto_cinzaclaro_11" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;por José Reinaldo Nogueira de Oliveira Junior*&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinzaclaro_11" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;06/09/2010&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Presidente da Fehosp, José Oliveira, diz que falta de critério adequado do SUS ou a simples insuficiência de verba pública criam sequelas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Em época de campanha eleitoral, a saúde está na boca dos políticos. Não é a toa que o tema seja tão valorizado na busca pelos votos. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Ibope, a saúde é a primeira prioridade de 63% dos entrevistados. Construção de novos hospitais, contratação de mais médicos, distribuição de remédios ao povo. As promessas mudam a cada ano. O que não muda é o desânimo de cada um dos milhões de brasileiros que sofrem nas mãos da Saúde Pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os políticos fogem da raiz do problema e cuidam de superficialidades, o sistema piora cada vez mais, assim como a saúde do brasileiro. Meses para marcar uma consulta, falta de médicos em postos de saúde e falhas na distribuição de remédios são só algumas das dificuldades que fazem parte do dia a dia de quem precisa do Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de critério adequado do SUS ou muitas vezes a simples insuficiência de verba pública criam sequelas para a saúde pública do País. Como consequência, as Santas Casas e os hospitais beneficentes, que deveriam receber apoio do Estado, recorrem constantemente a emendas parlamentares e doadores, na falta de recursos correntes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é facilmente perceptível quando se analisa a Tabela SUS, por exemplo. A ferramenta está muito longe do custo dos procedimentos e milhares de quilômetros de distância do preço de mercado. Os valores pagos pelo SUS correspondem, em média, a apenas 60% do custo real, aproximadamente. Em razão disso, problemas financeiros são cada vez mais comuns entre as entidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo levantamentos a dívida dos hospitais beneficentes no Brasil chega a R$ 1,8 bilhão. Só no Estado de São Paulo, mais de 23 entidades beneficentes fecharam as portas nos últimos cinco anos. Provedores e administradores têm de procurar diversas alternativas para não terminar o mês com as contas no vermelho, o que infelizmente se tornou corriqueiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como uma forma de solucionar a questão, ou no mínimo amenizá-la, há 10 anos surgiu a Emenda Constitucional 29. Por meio de uma contribuição social, ela destinaria anualmente R$ 12 bilhões para a saúde pública, além de estabelecer um percentual mínimo de investimento para a área. Desde 2008, existe um projeto de lei no Congresso Nacional pedindo a regulamentação da emenda, mas até hoje aguarda votação no Plenário. Apesar de alguns representantes políticos enfatizarem a necessidade da aprovação da EC 29, a falta de comprometimento de tantos outros é grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais contraditório que pareça, também não há como negar o avanço do SUS em seus 22 anos. A quase total erradicação da poliomielite, o tratamento avançado da Aids, a criação de uma das maiores redes de transplantes do mundo são algumas das grandes conquistas deste modelo. A questão é: como se explica o fato de que o Brasil pode sanar necessidades tão complexas e se omitir quando o paciente precisa de um simples exame ou de uma consulta com um especialista?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;*José Reinaldo Nogueira de Oliveira Junior é presidente da Fehosp&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-7068361666604114415?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/7068361666604114415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/09/opiniao-contradicao-da-saude-no-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7068361666604114415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7068361666604114415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/09/opiniao-contradicao-da-saude-no-brasil.html' title='Opinião: A contradição da saúde no Brasil'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-5551126691864105543</id><published>2010-08-31T09:34:00.000-07:00</published><updated>2010-08-31T09:39:53.400-07:00</updated><title type='text'>Alimentação é um dos principais focos dos Hospitais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TH0vxJtBOII/AAAAAAAAADw/hnjPkHURQ08/s1600/images-1.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 242px; height: 208px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TH0vxJtBOII/AAAAAAAAADw/hnjPkHURQ08/s320/images-1.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511614040436193410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14"  style=" color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; font-size:14px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Levantamento do IBOPE aponta que foco em gastronomia com ênfase em customização e sabor das refeições é o foco de 35% dos hospitais&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Um estudo realizado pelo IBOPE apontou que a preocupação com o serviço de alimentação oferecido pelos hospitais é tida como um dos aspectos prioritários na administração dos hospitais ocupando a terceira posição na escala de prioridades das instituições de saúde..&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Realizado entre os meses de junho e julho de 2010 a instituição entrevistou gestores, nutricionistas e ex-pacientes que estiveram internados nos últimos quatro meses. Entre as prioridades apontadas pelo hospital, a preocupação com a alimentação de seu corpo clínico, funcionários, pacientes e acompanhantes aparece em quarto lugar, atrás de controle de custos, segurança em procedimentos médicos e atendimento aos pacientes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Outro destaque do estudo foi o foco dos hospitais voltado ao conceito "confort-food", comida caseira que desperta a sensação de segurança, bem estar e conforto ao paciente. Segundo o levantamento do IBOPE, 64% das instituições adotaram a prática diante de 35% que servem refeições com foco em alta gastronomia visando a estética e sabor dos pratos. Somente 1% dos hospitais adéqua suas refeições à necessidade clínica de seus pacientes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Segundo o diretor de negócios da GRSA, empresa especializada em alimentação e serviços de suporte, Silvio Pannone o conceito de confort food já é adotado em larga escala em países da Europa. "Os hospitais tem se preocupado cada vez mais em atender as necessidades nutricionais do paciente uma vez que esta dieta está diretamente ligada à sua melhora", acrescenta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Para Pannone, o estudo aponta uma tendência nos hospitais brasileiros que já ocorreu nos Estados Unidos e Europa há cerca de 15 anos, que é a terceirização de seus serviços de alimentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A terceirização dos serviços dos serviços de alimentação nas unidades de saúde também foi abordada pelo estudo. Cerca de um terço das instituições ouvidas pelo IBOPE terceirizaram algum tipo de serviço de alimentação no interior de suas unidades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-5551126691864105543?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/5551126691864105543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/08/alimentacao-e-um-dos-principais-focos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5551126691864105543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5551126691864105543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/08/alimentacao-e-um-dos-principais-focos.html' title='Alimentação é um dos principais focos dos Hospitais'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TH0vxJtBOII/AAAAAAAAADw/hnjPkHURQ08/s72-c/images-1.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-2789404337518373957</id><published>2010-08-09T06:00:00.000-07:00</published><updated>2010-08-09T06:03:34.211-07:00</updated><title type='text'>Embates sobre saúde entre Dilma Rousseff e José Serra</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TF_8jHgZ8ZI/AAAAAAAAADg/Q2OsulxV6vs/s1600/images.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 158px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TF_8jHgZ8ZI/AAAAAAAAADg/Q2OsulxV6vs/s320/images.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503394949910622610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;1º debate entre candidatos à presidência da República revela que apenas Marina Silva (PV) tem a saúde como prioridade única&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"A saúde será uma das primeiras medidas a serem tomadas no meu governo. É algo que não pode esperar nenhum momento e milhões de brasileiros continuam levando meses ou ano para marcar uma consulta ou exame", declara a candidata à Presidência da República Marina Silva (PV) durante primeiro debate com os seus concorrentes José Serra (PSDB), Dima Rousseff (PT) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), promovido pelo Grupo Bandeirantes.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Marina foi a única entre os participantes a dizer que a saúde será prioridade em seu governo quando perguntados: "entre estes três itens, segurança educação e saúde, escolha um que atacará imediatamente logo depois da posse e responda quais serão as primeiras providências concretas de seu governo nesse sentido".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ao longo de seus dois minutos de resposta, a candidata do PV ressalta que, como indigente, conhece o "péssimo" atendimento de saúde e a desatenção com o setor público. Segundo Marina, os municípios estão bancando sozinhos a questão da saúde, enquanto os Estados e ao União deixam de repassar ao setor o que lhe é devido. "Vou mobilizar todos para que possamos regulamentar a Emenda Constitucional 29, que tem levado à morte milhões de brasileiros".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Enquanto isso, os demais candidatos defenderam que os três itens (segurança, educação e saúde) serão prioridades simultâneas de seu governo. No caso, José Serra afirmou que a saúde e a segurança têm a ver com a vida, e a educação com o futuro, sendo indispensáveis pelo organismo econômico-social brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Na saúde, o tucano afirmou que pretende inaugurar 150 centros de especialidades para agilizar o atendimento às diferentes doenças. "Vamos acelerar novamente a saúde no Brasil, inclusive encurtando o tempo de espera das consultas e exames", promete.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Dilma, que também apontou os três setores como prioritários, disse que a questão da saúde é fundamental e por isso pretende completar o SUS com novas 500 UPAS 24 horas e com a expansão do SAMU, entre outros programas. "Ao mesmo tempo vou ampliar o tratamento dentário pelo SUS. Outra questão importante é o tratamento da mulher e da criança desde antes do nascimento até um ano de vida, daí estamos falando de uma rede cegonha que integraria o atendimento da criança ao da mãe", propõe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Já Plínio Sampaio disse que irá atacar e defender posturas radicais. Sem apresentar propostas para o setor de saúde, o candidato afirma: "nos três casos há um problema de desigualdade social e temos que enfrentar isso com coragem e firmeza, há um muro que separa o povo brasileiro das suas perspectivas".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O terceiro bloco do debate foi marcado por embates entre petista e tucano. Serra perguntou por que o PT reduziu o número de mutirões da saúde. De acordo com ele, em 2002, antes de o governo atual começar, os mutirões eram um sucesso estrondoso. Dilma disse não ser contra medidas desse tipo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Serra voltou a acusar o PT de parar com os mutirões, o que seria "uma crueldade", já que atingiam tantos cidadãos. Dilma preferiu focar na criação de empregos, na qual, segundo ela, passou-se de 5 milhões no governo Fernando Henrique Cardoso para 14 milhões no de Lula.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;*Com informações declaradas pelos candidatos à Presidência da República e do Grupo Bandeirante&lt;/span&gt;s&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-2789404337518373957?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/2789404337518373957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/08/embates-sobre-saude-entre-dilma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2789404337518373957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2789404337518373957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/08/embates-sobre-saude-entre-dilma.html' title='Embates sobre saúde entre Dilma Rousseff e José Serra'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TF_8jHgZ8ZI/AAAAAAAAADg/Q2OsulxV6vs/s72-c/images.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-3735025145987695846</id><published>2010-07-29T13:12:00.000-07:00</published><updated>2010-07-29T13:19:00.415-07:00</updated><title type='text'>O Diferencial da Gestão Hospitalar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TFHiDXOkSXI/AAAAAAAAADY/iY4J_AbMTWI/s1600/images.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 188px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TFHiDXOkSXI/AAAAAAAAADY/iY4J_AbMTWI/s320/images.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499425167398685042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  color: rgb(76, 76, 76); line-height: 20px; font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Os hospitais particulares estão ganhando cada vez mais sua merecida importância no sistema de saúde brasileiro, pois sabemos da decadência do poder público nesse setor. E para vencer nesse mercado é preciso desenvolver um diferencial capaz de fidelizar aqueles que por alguma eventualidade precisarem da assistência médica específica ao seu caso. O que fazer para que todas ocasiões de emergências, fatalidades ou pequenos males a pessoas logo procure o seu hospital? Qual seria o diferencial de um hospital poderia ter em relação aos outros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, vamos analisar o contato, paciente – hospital, podemos considerar até o mais importante, pois é neste momento que a organização recebe o seu cliente e pode dar decepcionar ou agradá-lo. A recepcionista deva está preparada emocionalmente para se deparar com vários casos, pois as pessoas que procuram este segmento estão, em muitos casos, incomodadas com algum tipo de ‘’ dor ‘’ e necessitam imediatamente ser curadas. A funcionária deste cargo deva recepcionar com cordialidade, total ética e com simpatia (sorriso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginem agora você chegando num hospital com uma alergia que o deixa totalmente zangado e com constrangimentos. A cura logo busca para sancionar aquele problema chato, porém você se depara com uma recepcionista que parece que comeu suchi estragado, que não lhe atende com atenção ou que não serve a você um cafezinho ou água e mal lhe deseja uma boa noite. Sua reação vai ser de desconforto, parece que sua dor aumenta e finalmente sua face começa a ficar enrugada. A conseqüência é clara e devida essa pessoa nunca mais pisará neste hospital, você pisaria? Qual tipo de atendimento ideal que seu cliente está realmente necessitando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Atender começando com um bom dia, boa tarde ou boa noite e só depois dizer em que posso ajudá-lo? Nunca fale ‘’ Pois não ‘’ Palavras negativas são inapropriadas.&lt;br /&gt;- Atenda com um sorriso mostre a pessoa que você está pronta para pestar um excelente atendimento.&lt;br /&gt;- Procurar sempre atender de forma a cativar a pessoa, ter excelente comunicação verbal, sem pressa para falar e evitar a palavra ‘’ não ‘’.&lt;br /&gt;- Ao final do atendimento ofereça um cafezinho, água ou chá caso não tiver seja cortês pedindo a pessoa ‘’ por gentileza, poderia aguardar um pouco, logo chamarei o Sr ou Sra. para ser atendido? ‘’. Finalize com um sorriso e dizendo muito obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas médicas devam se preocupar primordialmente pela qualidade do atendimento, humanizando filas, evitar demoras no atendimento e menos burocracias. Quando procuramos um hospital ou clínica buscamos pela qualidade no atendimento do médico/recepcionista, ambiente seguro e saudável, conforto e principalmente a paz, sempre buscando a cura definitiva para o problema de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vamos às atitudes que fazem a diferença na hora do atendimento ao cliente/paciente e que, certamente, o fidelizarão à sua empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-style: inherit; font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Atendimento (Recepção)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;: sempre agradável; cortês; simpático, as vezes terá que ser compreensivo em alguma situação; disponibilizar alguma leitura para que o paciente leia enquanto não atendido pelo médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-style: inherit; font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Atendimento (Médico): &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;imparcial; agradável, empreendedor, fazendo com que o cliente se encante com o seu atendimento e hospitalidade; se possível imprima alguma cartilha que faça com que a pessoa evite esse tipo de doença, assim estará pensando na saúde do paciente no hoje e no amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-style: inherit; font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ambiente: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;sempre transmitindo paz, tranqüilidade; coloque um som que transmita a paz como som de águas, pássaros ou mesmo algum tipo de música que transpire a serenidade; evite barulhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ler este artigo percebemos como é simples obter o diferencial da Gestão Hospitalar basta iniciativa, criatividade, liderança e principalmente empreendedorismo de todos os funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: inherit; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Eduardo Medeiros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: inherit; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#4C4C4C;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;29/07/2010&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial;font-size:100%;color:#4C4C4C;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 20px;font-size:12px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-3735025145987695846?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/3735025145987695846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/07/o-diferencial-da-gestao-hospitalar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/3735025145987695846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/3735025145987695846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/07/o-diferencial-da-gestao-hospitalar.html' title='O Diferencial da Gestão Hospitalar'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TFHiDXOkSXI/AAAAAAAAADY/iY4J_AbMTWI/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1729190034935549459</id><published>2010-07-28T06:24:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T06:34:34.424-07:00</updated><title type='text'>Gestão de energia ajuda a reduzir custos nos hospitais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TFAxsJYE2mI/AAAAAAAAADQ/8C4bADas6Is/s1600/energia-eletrica.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TFAxsJYE2mI/AAAAAAAAADQ/8C4bADas6Is/s320/energia-eletrica.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498949779520281186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mapear o consumo e negociar na hora de fechar o contrato são estratégias que ajudam na administração dos recursos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Os benefícios por gerenciar adequadamente o consumo de energia de um hospital vão muito além de poupar recursos naturais e atender as boas práticas ambientais. A gestão adequada da energia utilizada em uma unidade hospitalar pode trazer impactos diretos no orçamento da instituição de saúde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O bom gerenciamento energético começa no planejamento de projetos complementares de um hospital. De acordo com o diretor de engenharia da empresa Engenharia Clínica, Lucio Flavio de Magalhães, um dos primeiros passos para o consumo adequado de eletricidade é o dimensionamento de cargas, ou seja, a quantidade de Kilowatts que um equipamento médico consome. "Com o dimensionamento de carga conseguimos mapear o consumo de todos os aparelhos utilizados no hospital e dessa forma mensurar a quantidade de energia que será gasta, reduzindo o índice de desperdício", afirma o engenheiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Outro ponto levantado por Magalhães, que afeta diretamente o orçamento de uma instituição, é o contrato de fornecimento de eletricidade com a operadora de energia. "Caso o planejamento de consumo não seja feito, um hospital pode consumir mais energia do que o previsto pelo contrato e pagar multas bem altas pelo excesso de energia consumida", completa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A instalação de geradores movidos a combustíveis fósseis também é uma alternativa para a redução na conta de luz dos hospitais, mas nesse caso devem ser levados em consideração as questões ambientais e de infraestrutura da unidade para abrigar tais equipamentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1729190034935549459?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1729190034935549459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/07/gestao-de-energia-ajuda-reduzir-custos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1729190034935549459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1729190034935549459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/07/gestao-de-energia-ajuda-reduzir-custos.html' title='Gestão de energia ajuda a reduzir custos nos hospitais'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TFAxsJYE2mI/AAAAAAAAADQ/8C4bADas6Is/s72-c/energia-eletrica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4380200793490434070</id><published>2010-07-26T06:48:00.000-07:00</published><updated>2010-07-26T06:50:07.835-07:00</updated><title type='text'>Projeto retira exclusividade de médico em perícias para aposentadoria</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TE2SarFtI2I/AAAAAAAAADI/UK15zdystkM/s1600/Unknown.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 124px; height: 83px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TE2SarFtI2I/AAAAAAAAADI/UK15zdystkM/s320/Unknown.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498211707030152034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:'Trebuchet MS';font-size:medium;"&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Pela lei atual, essas perícias só podem ser feitas por médicos.&lt;br /&gt;A proposta altera a Lei 8.213/91&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A Câmara analisa o Projeto de Lei 7200/10, do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que estende a outros profissionais da área de saúde a competência para realizar &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=69910" target="_blank" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;perícias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; da Previdência Social para a concessão de aposentadoria por invalidez. Pela lei atual, essas perícias só podem ser feitas por médicos. A proposta altera a Lei 8.213/91.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Segundo Berzoini, a mudança permitirá melhor aproveitamento pela &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67163" target="_blank" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Previdência&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;de profissionais como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=68361" target="_blank" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;psicólogos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; e assistentes sociais. A mudança também permitirá que a avaliação pericial seja feita de modo multidisciplinar. Com isso, segundo Berzoíni, o relatório final de avaliação da capacidade de trabalho vai demonstrar uma realidade mais completa, transparente e justa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O projeto também foi assinado pela deputada Jô Moraes (PCdoB-MG) e pelos deputados Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), Pepe Vargas (PT-RS) e Roberto Santiago (PV-SP).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Tramitação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4380200793490434070?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4380200793490434070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/07/projeto-retira-exclusividade-de-medico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4380200793490434070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4380200793490434070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/07/projeto-retira-exclusividade-de-medico.html' title='Projeto retira exclusividade de médico em perícias para aposentadoria'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TE2SarFtI2I/AAAAAAAAADI/UK15zdystkM/s72-c/Unknown.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-2266031186565980790</id><published>2010-07-22T05:35:00.000-07:00</published><updated>2010-07-22T05:36:39.284-07:00</updated><title type='text'>GE Healthcare inaugura primeira fábrica no Brasil</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;Nova planta montará equipamentos de Raios X e Mamografia ainda por meio de fornecedores internacionais&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=69516" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;GE Healthcare&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; inaugurou nesta quarta-feira (21) sua primeira fábrica de equipamentos médicos no Brasil, e também na América do Sul. As estimativas de investimentos para o empreendimento, localizado em Contagem (MG), são de US$ 50 milhões ao longo de dez anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;No primeiro momento, a nova planta montará equipamentos de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=68632" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Raios X&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; e Mamografia ainda por meio de fornecedores internacionais. De acordo com a presidente da companhia para a América Latina, Cláudia Goulart, o início para comercialização dos produtos está prevista para outubro deste ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"Já temos a liberação da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=69526" style="font-size: 11px; color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Anvisa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Mas ainda aguardamos a licença ambiental e a inclusão da unidade como fabricante de origem", afirmou.         &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Entretanto, o grande objetivo da GE Healthcare é produzir os equipamentos de maneira local, sem ter de importar peças. Para isso, a companhia já está trabalhando em um Centro de Treinamento para engenheiros, localizado no Brasil, a ser lançado a partir de 2011. O centro será destinado à capacitação de profissionais latino-americanos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"Começaremos com montagem de equipamentos e, enquanto isso, faremos a prospecção de fornecedores locais. Em aproximadamente três anos, acredito que 60% dos aparelhos de Raios X estarão sendo produzidos localmente", disse o gerente geral de supply chain da GE Healthcare, Phillip Griffith.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ainda segundo Griffith, cerca de 23 fornecedores brasileiros já foram mapeados para possíveis parcerias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Centro de Pesquisa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Além disso, a empresa anunciará, em agosto, o projeto de construção de um centro de pesquisa tecnológico no Brasil. O local está sendo definido, com base em logística, custo, entre outras variáveis. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Segundo o presidente e CEO da GE Healthcare para as Américas, Mark Vachon, essas três investidas no Brasil mostram o compromisso da empresa em relação ao País.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"Tenho acompanhado a transformação por que o Brasil está passando e ele está certamente entre os três maiores focos de investimentos para a GE", afirmou Vachon.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Portfólio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Em 2011, além de Raios X e mamógrafos, a GE Healthcare pretende expandir sua linha de produção no Brasil. Os equipamentos previstos são: PET/CT, Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética e Sistemas de Monitoração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Os produtos serão comercializados também no mercado exterior, apesar do grande foco ser o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-2266031186565980790?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/2266031186565980790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/07/ge-healthcare-inaugura-primeira-fabrica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2266031186565980790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2266031186565980790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/07/ge-healthcare-inaugura-primeira-fabrica.html' title='GE Healthcare inaugura primeira fábrica no Brasil'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1978747002159969995</id><published>2010-06-01T07:57:00.000-07:00</published><updated>2010-06-01T07:58:10.781-07:00</updated><title type='text'>Alternativas contra o aumento da sinistralidade</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Entre as iniciativas adotadas está o resseguro - ferramenta para cobrir procedimentos médicos de alto custo, não previstos inicialmente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Operadoras de planos de saúde estão buscando alternativas para reduzir perdas causadas pelo aumento da taxa de sinistralidade - que chegou a quase 83% no ano passado. Entre as iniciativas adotadas está o resseguro ou "stop-loss". De acordo com o Valor Econômico, trata-se de uma ferramenta para cobrir procedimentos médicos de alto custo, não previstos inicialmente.&lt;br /&gt;A Tempo é uma dessas operadoras que está oferecendo um resseguro para procedimentos médicos avaliados entre R$ 400 mil e R$ 2,6 milhões para as empresas que trabalham com planos de saúde pós-pagos. Neste caso, a resseguradora contratada arca com sinistros orçados nessa faixa de valor que ocorram nos convênios médicos corporativos que utilizam a forma de pagamento pós-paga.&lt;br /&gt;A Care Plus, operadora de planos de saúde voltada para o público "premium", que tem 47 mil vidas, também coloca no mercado neste mês seu "stop-loss". Segundo informou o Valor, nesse caso, quem bancará o risco é a própria Care Plus, que vai arcar com procedimentos médicos orçados entre R$ 200 mil e R$ 400 mil para planos de saúde pré-pagos. A previsão é que o custo do plano de saúde com o "stop-loss" tenha um acréscimo de 7% a 12%.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1978747002159969995?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1978747002159969995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/06/alternativas-contra-o-aumento-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1978747002159969995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1978747002159969995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/06/alternativas-contra-o-aumento-da.html' title='Alternativas contra o aumento da sinistralidade'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1298307582266014153</id><published>2010-05-31T06:16:00.000-07:00</published><updated>2010-05-31T06:27:22.942-07:00</updated><title type='text'>Boa administração pode garantir sustentabilidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TAO5L39SsPI/AAAAAAAAADA/Ecr8p1T4bng/s1600/administra%C3%A7%C3%A3o+boa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477425185463382258" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 116px; CURSOR: hand; HEIGHT: 87px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TAO5L39SsPI/AAAAAAAAADA/Ecr8p1T4bng/s320/administra%C3%A7%C3%A3o+boa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sustentabilidade hospitalar só pode ser alcançada por meio de estudos e estratégias administrativas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Administrar uma instituição hospitalar de forma eficiente e sustentável é um dos principais desafios para qualquer gestor do setor. De acordo com o reitor do centro universitário São Camilo, Padre Cristian de Paul de Barchifontaine, é preciso entender que hoje não se improvisa um administrador hospitalar, existem formações específicas na área que são fundamentais para o setor e para a sobrevivência das instituições de saúde, "também temos que entender que, quando falamos de sustentabilidade hospitalar muitos falam do SUS, ele, em si, não é rentável aos hospitais, sua remuneração não cobre gastos com procedimentos cirúrgicos, consultas e outros, além de pagar de forma irrisória" afirma o reitor.&lt;br /&gt;Essa sustentabilidade se alcança por meio de estudos específicos para cada hospital, público, privado ou filantrópico, não há um padrão, cada instituição deve possuir critérios e análises financeiras mensais para saber como o hospital se mantém, e só assim estabelecer metas e estratégias para uma gestão eficiente. "Hoje temos também as organizações Sociais (OS), que são PPPs que é uma maneira de gerir um hospital, onde os recursos vem do governo e a gestão do setor privado, lembrando q, neste caso a gestão tem como linha mestra atingir metas estabelecidas pelo governo", completa Barchifontaine.&lt;br /&gt;Atualmente, estudos feitos dentro dos hospitais para saber quais as melhores formas de se tratar os resíduos hospitalares e economizar recursos naturais. A parte hoteleira de um hospital também é uma peça chave da cadeia sustentável, uma vez que grande parte do consumo de energia, água e geração de lixo provém dos leitos.&lt;br /&gt;O reitor afirma também que para uma boa gestão os hospitais devem buscar pessoal qualificado, porém, isso exige um custo elevado, "este processo faz parte de um círculo vicioso, pois se existe dinheiro para investir, serão contratados bons profissionais, hoje a palavra sustentabilidade deve ser ligada diretamente a qualidade" diz o reitor do centro universitário São Camilo.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1298307582266014153?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1298307582266014153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/05/boa-administracao-pode-garantir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1298307582266014153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1298307582266014153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/05/boa-administracao-pode-garantir.html' title='Boa administração pode garantir sustentabilidade'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/TAO5L39SsPI/AAAAAAAAADA/Ecr8p1T4bng/s72-c/administra%C3%A7%C3%A3o+boa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-2724254489434300327</id><published>2010-05-26T14:07:00.000-07:00</published><updated>2010-05-26T14:18:18.871-07:00</updated><title type='text'>O "Monstro" chamado OPME</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S_2PWdrbPjI/AAAAAAAAAC4/mUIgJDCaOtQ/s1600/OPME+II.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475690338039053874" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 97px; CURSOR: hand; HEIGHT: 88px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S_2PWdrbPjI/AAAAAAAAAC4/mUIgJDCaOtQ/s320/OPME+II.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;As Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME), têm, cada vez mais, comprometido os custos da assistência à saúde.O avanço tecnológico nessa área tem sido vertiginoso, especialmente em algumas especialidades como cirurgias de coluna, ortopédicas e endovasculares.Hoje, os pacientes participam da prescrição e definição da técnica a ser utilizada na cirurgia, pois são grandes usuários da internet, que têm todo o tipo de informação, e o leigo não sabe discernir o que é confiável do que não é. O médico precisa ser muito bem formado e seguro para impor suas indicações, perante as informações que o paciente já traz na primeira consulta após o diagnóstico.Não bastasse isso, os médicos são assediados pelas distribuidoras de materiais e fabricantes. Esses estão dentro dos centros cirúrgicos dos hospitais, oferecendo ao profissional, materiais que facilitam o seu trabalho, sem, no entanto, trazer a confirmação de sua eficácia para o paciente. Alguém paga essa conta, pois o material oferecido não é de graça.Alguns médicos, ainda, não só determinam a marca do material requisitado (o que pode ser entendido), mas exigem o fornecedor do mesmo (o que não pode ser justificado, uma vez que o material é o mesmo). O direcionamento a algum fornecedor impossibilita a compra do OPME pelo melhor preço, tanto pelo hospital como pela operadora de saúde.Somado a esse cenário, ainda as Operadoras de Saúde têm que se preocupar com a crise financeira mundial, que além do impacto pelo aumento do dólar em medicamentos, materiais e outros insumos, sofrerão a redução de vidas, pelo desemprego que já é premente.O custo de OPME corresponde a aproximadamente 10% do sinistro total das operadoras e em torno 20% do custo em internações, o que demonstra a importância do item na composição dos custos em saúde. Apesar de vários esforços na gestão desse custo, o peso do material especial na conta médica aumentou.Conforme dados da ANS (Caderno de informação de saúde suplementar 2008), o setor de saúde suplementar tem sofrido variação nos custos médios em internação em torno de 14% ao ano, desde 2002. Esse incremento nesse período certamente tem como grande responsável as órteses, próteses e matérias especiais. Face a todo esse panorama, as operadoras de saúde têm concentrado seus esforços em controlar os gastos com OPME. Existem várias modalidades de regular essa demanda como:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;1. Analisar previamente à internação a requisição do uso de OPME e discutir com o médico solicitante alternativas menos onerosas, sem prejuízo ao paciente - análise essa feita por generalistas ou especialistas (esse último mais eficiente quando for necessário a discussão técnica).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;2. Negociar os valores de materiais e taxas de comercialização mais baixas com os hospitais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;3. Comprar esses materiais dos fornecedores, com negociações por demanda, disponibilizando-os para a cirurgia sem a interferência do hospital (apenas pagando a taxa de "manipulação").&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;4. Estabelecer negociação com fornecedores, com custos mais baixos em troca de volume.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;5. Comprar os materiais através de portais de cotação e concorrência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;6. Remunerar cirurgias por pacote, com o custo de OPME inclusos no valor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;7. Estabelecer protocolos de autorização baseados em &lt;em&gt;Guide Lines&lt;/em&gt; já aprovados pelas sociedades e precificar os materiais previamente, negociando com o prestador de serviços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;8. Convidar os pacientes a se submeterem a consulta de segunda opinião.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tenho certeza que todas as opções acima são (ou já foram) utilizadas pelas operadoras no mercado de saúde suplementar.Aliado a essas medidas, a ANS instituiu uma Câmera Técnica de Avaliação de Incorporação de Novas Tecnologias, que estuda não somente OPME, mas também novos exames e técnicas cirúrgicas.Quando uma Operadora de Saúde nega algum material de alto custo, mesmo que embasada tecnicamente, de imediato cria-se um problema para todos os protagonistas do sistema - paciente, médico, hospital, operadora e a empresa financiadora. Todos ficam descontentes ou desconfortáveis.Temos que nos unir e buscar a melhor alternativa para o paciente, garantindo o sucesso de sua cirurgia e o resultado proposto ao mesmo, mas tomando cuidado para que ele não perca esse benefício - que lhe é tão valioso - por impossibilidade de poder ser associado a algum plano de saúde.Pagar um bom plano de saúde individual é um luxo que poucos podem ter. Diante dessa perspectiva, todos devemos estar comprometidos em manter a saúde dos planos de assistência suplementar e o acesso aos mesmos à população em geral.Não resta dúvida que todos os envolvidos no sistema de saúde suplementar devem se unir e encontrar o melhor caminho para resolver essa questão. Assim, para incorporar alguma tecnologia a sua rotina, o médico assistente deve considerar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;1. Ter a certeza de que tal medicamento, equipamento ou material tem seu registro devidamente atualizado junto aos órgãos públicos responsáveis (ANVISA), e que tal registro esta de acordo com a utilização pretendida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;2. O risco que tal aparelho, técnica ou exame pode apresentar ao paciente se mal empregado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;3. A eficácia de tal proposta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;4. A efetividade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;5. Os benefícios assegurados ao cliente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;6. A qualidade e quantidade dos trabalhos realizados com tal indicação, assim como os resultados obtidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;7. A relação Custo X Benefício.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;8. A possibilidade do local aonde a nova tecnologia for aplicada, estar adequado à mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;As operadoras de saúde, antes de negar qualquer nova técnica, devem fazer a mesma avaliação.Os custos administrativos que todos arcam em torno desse assunto poderão ser revertidos para outras atividades que agregarão mais valor ao consumidor final - o paciente. O médico tem que justificar a solicitação do material, enviar vários fdocumentos e fazer várias ligações, além do desgaste emocional. O hospital tem que ter funcionários para enviar as solicitações às Operadoras de saúde e controlar as autorizações recebidas, e estas contratam verdadeiros exércitos para gerenciar esse custo. Ao final, quem sai realmente perdendo é o paciente; razão precípua da existência de qualquer sistema de saúde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-2724254489434300327?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/2724254489434300327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/05/o-monstro-chamado-opme.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2724254489434300327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2724254489434300327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/05/o-monstro-chamado-opme.html' title='O &quot;Monstro&quot; chamado OPME'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S_2PWdrbPjI/AAAAAAAAAC4/mUIgJDCaOtQ/s72-c/OPME+II.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4120355037948120824</id><published>2010-05-06T13:56:00.000-07:00</published><updated>2010-05-06T13:57:19.731-07:00</updated><title type='text'>Esclarecimento TISS no que se refere à TUSS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;ANS se pronuncia e fala das necessidades da TISS.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez alguns esclarecimentos sobre o preenchimento das guias de Troca de Informações em Saúde Suplementar (TISS) no que se refere à Terminologia Unificada em Saúde Suplementar (TUSS) como, por exemplo, deixa claro que a Associação Médica Brasileira (AMB) é a entidade autora e responsável pela elaboração da terminologia relacionada aos procedimentos médicos e ficará responsável pela indicação das inclusões, com seus respectivos códigos e descrições nos modelos estabelecidos, conforme a Instrução Normativa n.º 34, de 13 de fevereiro de 2009, e acordo firmado com a ANS.&lt;br /&gt;Já à ANS cabe, por intermédio da Diretoria de Desenvolvimento Setorial (DIDES), disponibilizar os procedimentos em seu sítio eletrônico, após aprovação do Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPISS) e da ANS.&lt;br /&gt;Para a inclusão de novos procedimentos na TUSS, é imprescindível o encaminhamento, pelas entidades com essa atribuição, de formulário específico e padronizado à AMB, em respeito ao que está descrito no fluxo de inclusão de novos procedimentos na TUSS.&lt;br /&gt;E ainda, a agência reguladora enfatizou que as regras de negócio em vigência para o pagamento de serviços devem ser respeitadas, inclusive no que concerne aos atributos dos procedimentos. Em relação à remuneração dos procedimentos baseados nas tabelas antigas da AMB, a ANS esclarece que a utilização dessas tabelas pelas operadoras de planos de saúde deve-se a uma questão contratual na qual a Agência não intervirá.&lt;br /&gt;Cabe ao prestador que possuir tabela própria para pagamento de serviços realizar o relacionamento de suas tabelas com a TUSS procedimentos médicos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4120355037948120824?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4120355037948120824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/05/esclarecimento-tiss-no-que-se-refere.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4120355037948120824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4120355037948120824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/05/esclarecimento-tiss-no-que-se-refere.html' title='Esclarecimento TISS no que se refere à TUSS'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-3591866512429826004</id><published>2010-04-27T07:59:00.000-07:00</published><updated>2010-04-27T08:00:47.922-07:00</updated><title type='text'>ANS trata a autogestão como uma empresa de mercado</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Para a Unidas, algumas regras da ANS dificultam o equilíbrio entre despesas e receita na autogestão&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Dirigentes de planos de saúde de autogestão se reuniram em Brasília para defenderem regras específicas para essa parcela do mercado.&lt;br /&gt;O setor reclama que, apesar de não ter fins lucrativos, as instituições de autogestão têm que seguir as mesmas regras das grandes operadoras de saúde, o que inviabilizaria a sobrevivência dos pequenos planos.&lt;br /&gt;De acordo com a União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas), cerca de 5 milhões de pessoas são atendidas por planos dessa modalidade. Entre as empresas que administram seus próprios planos estão Petrobras, Vale, Volkswagen e instituições bancárias.&lt;br /&gt;"A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem tratado a autogestão tal qual uma empresa de mercado, inclusive na parte da tributação", explica Orency da Silva, diretor de comunicação da Unidas.&lt;br /&gt;Segundo a associação, algumas regras, como a ampliação da cobertura ou a necessidade de garantias financeiras para poder operar, dificultam"o equilíbrio entre despesas e receita na autogestão".&lt;br /&gt;Essa modalidade de plano é mantida pelos beneficiários e a empresa patrocinadora."Se começar a ficar muito caro para a patrocinadora ela pode, por exemplo, desistir de ter seu plano próprio", acredita Iolanda Ramos, presidente da Unidas. Para ela, os planos menores, mantidos por sindicatos ou pequenas empresas, são os mais prejudicados.&lt;br /&gt;"A ANS impõe tanta coisa que para uma grande operadora pode ser mais fácil para atender, mas para um menor não. São as mesmas regras para um grande plano de mercado e para um plano de autogestão que tem 200 beneficiários no interior do Nordeste", defendeu.&lt;br /&gt;Ao final do encontro, os dirigentes vão elaborar um documento propondo mudanças nas regras para o setor. Segundo Iolanda, a interlocução será feita não apenas com a ANS, mas como o Legislativo e o Judiciário.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-3591866512429826004?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/3591866512429826004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/ans-trata-autogestao-como-uma-empresa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/3591866512429826004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/3591866512429826004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/ans-trata-autogestao-como-uma-empresa.html' title='ANS trata a autogestão como uma empresa de mercado'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-8106785846485531343</id><published>2010-04-26T09:56:00.000-07:00</published><updated>2010-04-26T09:58:56.046-07:00</updated><title type='text'>Maturidade em Projetos na Saúde</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S9XGRADVUXI/AAAAAAAAACw/pt3ZLq9L0pQ/s1600/Maturidade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464491718258020722" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 132px; CURSOR: hand; HEIGHT: 77px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S9XGRADVUXI/AAAAAAAAACw/pt3ZLq9L0pQ/s320/Maturidade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Cada vez mais os projetos exercem grande importância para as organizações"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;A falta de maturidade em projetos constitui um improviso demasiadamente explorado pela falta de conhecimento em decisões ligadas ao negócio e ao pensamento estratégico, caracterizado pela perda de esforço para "reinventar a roda" com repetição dos mesmos erros a todo o momento (relapso) e sem a previsibilidade do resultado do projeto. O projeto deve prover resultado originado de esforços, pois esforços sem resultado é perda.&lt;br /&gt;Cada vez mais os projetos exercem grande importância para as organizações e quanto mais alinhados estiverem a estratégia da organização, certamente mais vantagens obterão quando comparadas com a concorrência.&lt;br /&gt;Com o advento de projetos busca-se alavancar e consolidar os diferenciais competitivos, tendo como objetivo a inovação e o aprimoramento contínuo para garantir e ampliar a fatia de mercado.&lt;br /&gt;Os projetos nascem de uma necessidade (melhoria) ou perspectiva de crescimento (inovação) onde os maiores agentes são processos, sistemas e pessoas que interferem drasticamente no comportamento organizacional através da condução de mudanças e refletem na cultura organizacional. É necessário conceber um estudo de viabilidade técnica e econômica em função da proposta do projeto para passar pelos crivos de avaliação: financeiro, operações (processos) e mercadológico, o qual apresentará aspectos favoráveis e desfavoráveis em relação à adoção da proposta do projeto, bem como apresentará as contingências necessárias para mitigar os riscos e direcionar a condução dos esforços para o projeto.&lt;br /&gt;É vital que a organização tenha maturo o pensamento estratégico da análise de cenário em relação aos pontos fortes e fracos, bem como as ameaças e oportunidades para definir qual das propostas de projetos diante da pluralidade de idéias agrega mais valor ao negócio, otimizando os recursos e potencializado os resultados sabendo onde competir.&lt;br /&gt;O fator gerador de qualquer organização no segmento da saúde é o paciente, o qual desencadeia várias ações pertinentes ao procedimento na cadeia de relacionamento e valor existente para prestar o serviço e custa. Desta forma, a proposta do projeto deve analisar criticamente a probabilidade de riscos e qual o impacto que causará caso aconteça para definir a adoção de uma conduta alopática ou homeopática na implantação de forma a suavizar ou isolar os efeitos para o paciente em relação à mudança, ou seja, minimizar os problemas e potencializar os benefícios e que a percepção de valor em relação à expectativa seja alta, percebendo a qualidade como rica.&lt;br /&gt;A maturidade de projetos está na proficiência da condução de mudanças e as organizações diferem drasticamente em seus níveis de maturidade, sendo que as mais maduras gastam menos e tem um resultado mais previsível onde está associado à melhor performance que implica no entendimento e na perspectiva de sucesso como forma de corrigir e prevenir problemas. Diante deste contexto, a maturidade em projetos na saúde promove mudanças para:&lt;br /&gt;Substituir um sistema integrado de gestão;&lt;br /&gt;Padronizar materiais (OPME) e melhoria no processo de aquisição;&lt;br /&gt;Melhorar os processos organizacionais para otimização de custos;&lt;br /&gt;Adequação a novas regulamentações;&lt;br /&gt;Padronizar comitês e protocolos clínicos;&lt;br /&gt;Aumentar o capital intelectual com a gestão de conhecimento;&lt;br /&gt;Construir ou ampliar da capacidade operacional;&lt;br /&gt;Incorporar uma inovação tecnológica;&lt;br /&gt;Implantar o processo de acreditação;&lt;br /&gt;entre outros.&lt;br /&gt;A concepção e planejamento do projeto de qualquer item citado exigem um número de atividades elevadas e recursos financeiros gerando alguns caminhos críticos onde se faz presente à maturidade organizacional. Todo o processo de rollout deve ser analisado em função a tomada de recurso, implementação, processo de mudança e capacitação. Imagine um paciente com uma enfermidade que se dirige a um pronto atendimento e no momento de passar a carteirinha na máquina apresenta uma recusa. Uma autorização eletrônica é um processo grande e muitas vezes complexo, mas com o advento da tecnologia faz parecer simples, o que justamente é a proposta, mas é necessário muitas verificações para que naqueles segundos tenha uma autorização e o paciente não tenha mais um desconforto além do seu estado físico, pois basta apenas a não definição ou mudança de uma regra de negócio para que ocorra um recusa (negativa).&lt;br /&gt;Nesta situação estão contidas inúmeras analises com diversos relacionamentos entre operadora, prestador e autorizador, bem como analise contratual do prestador VS plano do paciente em relação ao procedimento a ser realizado. Qualquer proposição de mudança deve ser bem analisada para não gerar descontentamento e prover diferencial nos objetivos estratégico de desempenho agilidade e confiabilidade.&lt;br /&gt;Para contemplar estes objetivos são necessárias varias ações institucionais em diferentes áreas funcionais que devem estar integradas com diferentes níveis de intersecção para promover a melhoria. Diante desta necessidade as organizações esbarram nas competências essenciais para condução dos projetos, assim devem investir em técnicas e ferramentas de gerenciamento de projetos.&lt;br /&gt;Um projeto deve contemplar mudanças em procedimentos, estratégia, comportamento e postura gerencial em busca de maiores lucros, resultado da eficácia operacional para a organização e estabelecer uma unidade de direção com o objetivo de canalizar esforços para a mesma finalidade, bem como definir uma expectativa de performance para os recursos do projeto.&lt;br /&gt;Para o efetivo aumento da maturidade devem-se prover iniciativas para que os envolvidos com projetos adquiram as competências necessárias para desempenhar suas atividades com definição de expectativa de performance baseado num monitoramento e controle adequado com métricas honestas que promovam a excelência e agregue valor aos processos organizacionais ampliando os objetivos estratégicos de desempenho de custo, qualidade, flexibilidade, agilidade e confiabilidade e beneficiando a cultura organizacional elevando sua maturidade para responder ativamente as mudanças e tendências do mercado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-8106785846485531343?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/8106785846485531343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/maturidade-em-projetos-na-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8106785846485531343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8106785846485531343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/maturidade-em-projetos-na-saude.html' title='Maturidade em Projetos na Saúde'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S9XGRADVUXI/AAAAAAAAACw/pt3ZLq9L0pQ/s72-c/Maturidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1826076621044111563</id><published>2010-04-20T13:29:00.000-07:00</published><updated>2010-04-20T13:30:55.544-07:00</updated><title type='text'>ANS aprova primeiro Manual de Acreditação da ONA</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_12" style="font-size: 12px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;p class="texto_cinzaclaro_11" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;Operadoras e prestadoras de serviços poderão contratar instituições acreditadoras para certificar seus programas de promoção da saúde&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou o Manual de Acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA) para Programas de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças implantados pelas operadoras de planos de saúde e prestadoras de serviços de promoção da saúde.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A partir de agora, as operadoras de planos privados e as prestadoras de serviços de promoção da saúde poderão contratar instituições acreditadoras para certificar seus programas de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A ANS informou que a acreditação dos Programas de Promoção terá três níveis de avaliação de acordo com o novo manual da ONA.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1826076621044111563?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1826076621044111563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/ans-aprova-primeiro-manual-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1826076621044111563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1826076621044111563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/ans-aprova-primeiro-manual-de.html' title='ANS aprova primeiro Manual de Acreditação da ONA'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-8724929569214453930</id><published>2010-04-16T12:23:00.000-07:00</published><updated>2010-04-16T12:24:15.521-07:00</updated><title type='text'>Exclusivo: Hospital Brasil é comprado pela Rede D’Or</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_12" style="font-size: 12px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;p class="texto_cinzaclaro_11" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;por Ana Paula Martins&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinzaclaro_11" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;15/04/2010&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="30" class="texto_cinza_14" style="font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 14px; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;Aquisição marca a entrada do grupo no mercado paulista&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="10"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texto_cinza_14_noticia" style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 14px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 19px; "&gt;&lt;div id="text"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Depois de ser cortejado por grandes grupos do mercado, o Hospital e Maternidade Brasil, localizado em Santo André, no ABC paulista, foi comprado pela Rede D'Or. Resultado de alguns meses de negociação, a aquisição do hospital foi concluída na madrugada desta quarta-feira, 14.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A escolha pela instituição veio por razões estratégicas. "O Brasil é o maior hospital da região e talvez o segundo maior de São Paulo. Isso certamente nos atraiu", afirma o presidente da rede, Jorge Moll, exclusivamente para o &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Saúde Business Web&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;. Seguindo a premissa de apostar em regiões estratégicas, o executivo ressalta que a compra do Brasil não serve de "trampolim" para crescer no mercado paulista. "Optamos por hospitais que estejam alinhados com as estratégias do grupo", pontua.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mesmo sendo recente a aquisição, Moll já planeja alguns investimentos na instituição. Num primeiro momento deve ser concluída a construção de mais um andar de internação e a reforma da maternidade. "Dentro do próximo ano, devemos investir de R$ 5 milhões a R$ 6 milhões no hospital", revela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A diretoria do hospital será mantida, com Nilton Lorandi como superintendente geral e Newton Takashima como diretor médico. À Rede D'Or caberá entrar com suporte administrativo e ferramentas de controles gerenciais. Alguns serviços que hoje são terceirizados, depois de terem os contratos vencidos, também passarão para a administração direta do hospital, como a realização de exames com Ressonância Magnética. "Traremos para o Brasil a nossa expertise em administração, com as estruturas e ferramentas que funcionam bem em nossa rede, como nossos sistemas de BI, por exemplo", explica. A mesma expertise será levada para o Hospital São Caetano, que hoje é gerenciado pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Para 2010, Moll projeta um crescimento de 20% a 30% no faturamento da Rede D'Or, que hoje conta com 17 hospitais, localizados no Rio de Janeiro, em Pernambuco, e agora em São Paulo. Por razões estratégicas, metas de novas aquisições e o valor da compra do Brasil não foram revelados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Hospital e Maternidade Brasil em números:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Leitos: 249&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Pronto-Socorro: 20 mil atendimentos/ mês&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ambulatório: 25 mil consultas/ mês&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Internação: 1800 por mês&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Cirurgias: 800/ mês&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Partos: 240/ mês&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Funcionários: 1400&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-8724929569214453930?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/8724929569214453930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/exclusivo-hospital-brasil-e-comprado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8724929569214453930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8724929569214453930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/exclusivo-hospital-brasil-e-comprado.html' title='Exclusivo: Hospital Brasil é comprado pela Rede D’Or'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4776671442509198592</id><published>2010-04-13T12:22:00.000-07:00</published><updated>2010-04-13T12:24:05.759-07:00</updated><title type='text'>A atenção domiciliar e sua inserção no cenário atual.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S8TEzr2CBqI/AAAAAAAAACo/TlzVYT76znc/s1600/Aten%C3%A7%C3%A3o+Domiciliar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459705040501606050" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 143px; CURSOR: hand; HEIGHT: 95px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S8TEzr2CBqI/AAAAAAAAACo/TlzVYT76znc/s320/Aten%C3%A7%C3%A3o+Domiciliar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 1950, a Organização Mundial da Saúde estabeleceu a data de 7 de abril para comemorar o Dia Mundial da Saúde. Desde então, a cada ano são idealizadas ações que visam chamar a atenção da população mundial para a qualidade de vida. Para este ano, o tema escolhido foi "1000 Cidades, 1000 Dias", que evoca a discussão dos efeitos da urbanização desenfreada para a saúde das populações e se justifica pelo fato de que nos próximos anos haverá em todo o planeta, grande concentração populacional em áreas urbana.&lt;br /&gt;Temos aqui nossa primeira pergunta: Qual o perfil desta polulação?&lt;br /&gt;Em seu último levantamento, o IBGE divulgou dados sobre o perfil populacional brasileiro, demonstrando as mudanças na pirâmide etária, com o incremento da expectativa de vida e diminuição da mortalidade infantil, fatos estes amplamente conhecidos. Como conseqüência, o perfil dos diagnósticos de atendimentos médicos hospitalares e as causas de morte estão se alterando de forma significativa, acompanhando a prevalência de doenças por sexo e idade. Ressalta-se o alto grau de comprometimento de nossos cidadãos com doenças crônicas - dados de 2003 indicam que aproximadamente um terço da população brasileira apresenta-se com pelo menos um diagnóstico como diabetes, hipertensão ou reumatismo entre outros. Esta mesma pesquisa indica que o percentual de pessoas com mais de 60 anos de idade, com acessos a planos privados de saúde, não passa dos 30%.&lt;br /&gt;Com grandes avanços na área de inclusão social, voltamos nossos olhares sobre outro dado importante. Aproximadamente 25 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de deficiência. Deste total, mais de oito milhões são portadores de deficiências físicas ou motoras, incapacitantes ou não, mas que requerem cuidados especiais. Este grupo tende a crescer em conseqüência da violência urbana e acidentes de trânsito.&lt;br /&gt;Em janeiro deste ano, a normativa RN n° 211 da Agência Nacional de Saúde, atualiza no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a cobertura mínima obrigatória oferecida pelas operadoras de planos de saúde a todos aqueles que possuem contratos celebrados a partir de janeiro de 1999 - data de entrada em vigor a Lei nº 9.656/98, que regulamenta o setor de saúde suplementar. Diz o Capítulo I, Art. 13. Caso a operadora ofereça a internação domiciliar em substituição à internação hospitalar, com ou sem previsão contratual, deverá obedecer às exigências previstas nos normativos vigentes da &lt;/span&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.brasilsus.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=100676:agencia-nacional-de-vigilancia-sanitaria-anvisa&amp;amp;catid=25:nacionais&amp;amp;Itemid=44&amp;amp;q=ag%C3%AAncia+nacional" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Agência Nacional de Vigilância Sanitária&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- ANVISA e nas alíneas "c", "d" e "e" do inciso II do artigo 12 da &lt;/span&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://brasilsus.com.br/legislacoes/leis/13462-9656?q="&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Lei Nº 9.656&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, de 1998.&lt;br /&gt;: Parágrafo único. Nos casos em que a assistência domiciliar não se dê em substituição à internação hospitalar, esta deverá obedecer à previsão contratual ou à negociação entre as partes&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" name="art12"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Diz a lei 9.656 em seu Art. 12. São facultadas a oferta, a contratação e a vigência dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, nas segmentações previstas nos incisos I a IV deste artigo, respeitadas as respectivas amplitudes de cobertura definidas no plano-referência de que trata o art. 10, segundo as seguintes exigências mínimas::&lt;br /&gt;II - quando incluir internação hospitalar:&lt;br /&gt;c) cobertura de despesas referentes a honorários médicos, serviços gerais de enfermagem e alimentação;&lt;br /&gt;d) cobertura de exames complementares indispensáveis para o controle da evolução da doença e elucidação diagnóstica, fornecimento de medicamentos, anestésicos, gases medicinais, transfusões e sessões de quimioterapia e radioterapia, conforme prescrição do médico assistente, realizados ou ministrados durante o período de internação hospitalar;&lt;br /&gt;e) cobertura de toda e qualquer taxa, incluindo materiais utilizados, assim como da remoção do paciente, comprovadamente necessária, para outro estabelecimento hospitalar, dentro dos limites de abrangência geográfica previstos no contrato, em território brasileiro;&lt;br /&gt;Como tornar economicamente viável para os financiadores de serviços é nossa segunda pergunta.&lt;br /&gt;Em 2010, no dia 07 de abril, dia Mundial da Saúde, uma revista de grande circulação nacional - Isto É, traz em sua matéria de capa o tema "O custo de viver - um mergulho nos altos preços da saúde no Brasil". Esta reportagem aborda os custos dos diferentes níveis de atendimento à saúde, bem como propõe alguns fatores que contribuem para o incremente dos valores pagos pelo consumidor final para ter acesso aos recursos assistenciais. O atendimento domiciliar é citado nesta reportagem, bem como alguns valores de referência estão lado a lado com itens considerados caros pela reportagem.&lt;br /&gt;Temos a convicção do princípio que a Atenção Domiciliar, em todas as suas vertentes, já participa ativamente do ciclo de cuidados integrados à saúde, atuando de forma estruturada em todas as fases do acompanhamento aos pacientes.&lt;br /&gt;Entretanto, grandes desafios se apresentam quando analisamos o conjunto dos dados acima apresentados. Alguns dizem respeito a integrar o potencial de abrangência da Atenção Domiciliar com os desafios de se atuar em ambientes urbanos, que crescem de forma desorganizada e desestruturada. Cidades inóspitas em termos de acessibilidade, que estarão acolhendo de forma crescente esta população com perfis variados de limitações. Alia-se a implantação de domicílios em áreas de risco.&lt;br /&gt;Saneamento básico, estabilidade de redes elétricas, locais de lazer para a prática de atividades físicas, calçadas e ruas pavimentada apropriadas para a livre circulação com segurança e transporte público com quantidade e qualidade apropriado para prover mobilidade aos munícipes, são alguns dos itens que interferem em diversos processos operacionais do Home Care, tornando-os mais ou menos efetivos e interferindo no custeio dos recursos envolvidos no atendimento. Além de dificultarem ou impossibilitam o cumprimento de normativas estabelecidas na RDC 11 da ANVISA.&lt;br /&gt;A inclusão da Atenção Domiciliar no rol de procedimentos é bem vinda. Cresce, portanto em importância o compromisso de viabilizá-la sob do ponto de vista da excelência nos processos gerenciais, para prestadores e compradores destes serviços, e de como torná-la atrativa sob o aspecto de financiamento. A acurácia dos critérios de elegibilidade para a correta indicação de pacientes justifica o esforço do NEAD para aprimorar os instrumentos de ranqueamento destes parâmetros. Sem os esclarecimentos devidos, tende-se a incluir indicações de ordem social às indicações advindas das necessidades eminentemente clínicas, o que descaracteriza a prestação do atendimento médico. Para tanto, o ideal é o correto esclarecimento para os formadores de opinião, legisladores e gestores dos sistemas de saúde.&lt;br /&gt;Como esclarecer que determinados exames ou procedimentos, inclusos na alínea "d" desta resolução não estão disponíveis para serem realizados em residências?&lt;br /&gt;De outro lado, deve haver o entendimento, por parte dos planos de saúde de que a excessiva burocratização que está sendo implantada na relação prestador-financiador, cria custos para as empresas que até então, por não existirem, não estavam inclusos na formatação de preços. Um bom exemplo é a crescente exigência de auditoria de prontuários, não nas residências, mas nas sedes das empresas. O trabalho de logística para a retirada e substituição deste documental alocado nas casas em tempo hábil, agrega um percentual expressivo nos custos operacionais, principalmente nos grandes centros urbanos. Talvez estejamos na contramão, por não utilizarmos de forma mais abrangente o prontuário eletrônico para esta finalidade.&lt;br /&gt;É fundamental diferenciar o papel do Estado, das operadoras, das empresas prestadoras e da sociedade em geral, para que a Atenção Domiciliar possa continuar a cumprir seu importante papel dentro do sistema de saúde em nosso País.&lt;br /&gt;Os critérios já estabelecidos pela ANVISA, embora necessitem de atualização, servem para diferenciar as boas prestadoras daquelas que não estão preparadas para atuar. A busca incessante pelo aprimoramento técnico-gerencial deve estar no centro do pensamento empresarial. Preços altos não representam necessariamente qualidade, mas desorganização e incorreta utilização das boas práticas gerenciais e técnicas. Não exclusivo de nosso segmento, estas empresas provavelmente não terão vida longa.&lt;br /&gt;A população está cada vez mais exigente em seus direitos de consumidor. Precisamos esclarecê-la do que efetivamente objetiva o atendimento e a internação domiciliar e o papel da família dentro deste contexto.&lt;br /&gt;O ideal é que se estabeleça confiança entre as operadoras e seus prestadores, que deve ser amparada pela profissionalização da gestão, pelo entendimento das dificuldades mútuas e busca de soluções conjuntas para que atendam às necessidades de ambas as partes. Quando, porque e como indicar um atendimento faz parte deste constante aprendizado.&lt;br /&gt;Para o Estado, desenvolver seu papel no provimento das necessidades da população, sejam as diretamente relacionadas à saúde ou aquelas que afetam a promoção e qualidade de vida é fundamental, e para tanto é necessário estar atento no apoio às necessidades sociais de todos nós brasileiros, em todas as fases de nossas vidas.&lt;br /&gt;O NEAD reforça seu apoio a todas as iniciativas que levem de forma estruturada, informações para todos os setores de nossa sociedade. Conjugar esforços se torna imprescindível para alcançar nossos objetivos.&lt;br /&gt;No dia Mundial da Saúde, com a reflexão sobre as cidades e seus reflexos no bem estar físico, mental e social, fica a nossa homenagem àqueles que estão procurando estabelecer, com esforço e dedicação, um sistema de acolhimento em domicilio aos milhares de pacientes que estão sendo amparados, aliando ideais éticos e humanitários e contribuindo para uma melhor organização dos aspectos de tecnicidade e gestão, e colaborando para a sustentabilidade do setor.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4776671442509198592?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4776671442509198592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/atencao-domiciliar-e-sua-insercao-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4776671442509198592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4776671442509198592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/atencao-domiciliar-e-sua-insercao-no.html' title='A atenção domiciliar e sua inserção no cenário atual.'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S8TEzr2CBqI/AAAAAAAAACo/TlzVYT76znc/s72-c/Aten%C3%A7%C3%A3o+Domiciliar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-2385243164960056192</id><published>2010-04-09T04:59:00.000-07:00</published><updated>2010-04-09T05:03:53.582-07:00</updated><title type='text'>Indicadores: painel de bordo do desempenho da empresa</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S78XoEvIdwI/AAAAAAAAACg/LHzSSLZXmBE/s1600/Indicador+de+Desempenho.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458107250629965570" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 89px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S78XoEvIdwI/AAAAAAAAACg/LHzSSLZXmBE/s320/Indicador+de+Desempenho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;por Genésio Korbes&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O consultor e Administrador Hospitalar Genésio Korbes aborta em artigo a importância dos indicadores, que são as referências de desempenho da organização.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Não se pode controlar o que não se mede, da mesma forma que é impossível gerenciar o que não se controla. As medições condicionam o comportamento dos indivíduos; não raro, tão logo se começa a medir algo, este "algo" melhora. Daí a importância dos indicadores, que são as referências de desempenho da organização em cada objetivo estratégico, dentro de cada perspectiva avaliada - no caso do Balanced Scorecard (BSC), por exemplo, as quatro perspectivas: financeira, cliente e mercado, processos internos e aprendizado e crescimento.&lt;br /&gt;A utilização de indicadores é fundamental para a consecução dos objetivos de uma empresa. Após a definição da estratégia a ser seguida, o indicador funciona como o painel de bordo que vai indicar aos gestores da organização se os resultados alcançados estão de acordo com o que foi traçado anteriormente. O indicador é o instrumento indispensável para avaliação do plano estratégico da empresa.&lt;br /&gt;Medir é extremamente importante - tão importante que, no ambiente organizacional, grandezas que não podem ser medidas devem ser descartadas, afinal, será um desperdício de energia manter um indicador que não indica se a ação ou o objetivo estratégico alcançou ou não o resultado esperado. Segundo os autores Kaplan e Norton, os indicadores afetam fortemente o comportamento das pessoas dentro e fora da empresa. Ainda de acordo com os autores, é preciso bom senso para a escolha e elaboração dos indicadores.&lt;br /&gt;Além do bom senso, outro ingrediente essencial para o trabalho com indicadores é a disciplina, que pressupõe organização. O primeiro passo é ter em mente o que se quer fazer; depois disso, vem a execução das ações; na sequência - e daí a importância dos indicadores - é a vez das intervenções, ou seja, dos ajustes necessários caso não se chegue ao resultado desejado. E é só por meio dos indicadores que o gestor saberá se os resultados foram efetivamente alcançados.&lt;br /&gt;Outra condição a ser cumprida para a utilização dos indicadores é a existência de sistemas de informação. Os dados sobre o desempenho do hospital em suas diferentes unidades de negócio e referentes aos diferentes processos realizados têm de ser confiáveis e estar à disposição das lideranças, para que alimentem os indicadores e os utilizem como matéria-prima para a tomada de decisões. Em muitas empresas, utiliza-se a divisão em indicadores de qualidade, desempenho, produção e financeiros. Pode ser que essa distinção facilite o trabalho em seu serviço de saúde. Da mesma forma, a adoção de um sistema de Business Intelligence (BI), que trata os indicadores de forma inteligente, disponibilizando-os gerencialmente, pode ser uma boa idéia.&lt;br /&gt;Contudo, qualquer que seja o método adotado, de nada adianta um rol de indicadores selecionados com critério e bom senso se a idéia for apenas medir por medir. É preciso interpretar esses indicadores, extrair deles um retrato da atuação da empresa, comunicá-los aos setores de interesse e utilizá-lo de fato como um apoio para a consecução do plano estratégico, no sentido de indicar se a companhia está seguindo a trajetória previamente traçada.&lt;br /&gt;Os indicadores devem ser encarados como parte do planejamento da organização. É como o mostrador de combustível de seu carro: quando ele indica que a gasolina está acabando, sua primeira atitude é parar no posto mais próximo, certo? Se um indicador estratégico - como o índice de satisfação de cliente, o número de novas operadoras de planos de saúde cadastradas ou mesmo a quantidade de cirurgias canceladas sem motivo, por exemplo - não atinge a meta (que é a quantificação do objetivo, a quantidade a ser alcançada em cada indicador), é hora de rever os processos e tomar as medidas necessárias para que se atinja o resultado almejado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-2385243164960056192?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/2385243164960056192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/indicadores-painel-de-bordo-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2385243164960056192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2385243164960056192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/04/indicadores-painel-de-bordo-do.html' title='Indicadores: painel de bordo do desempenho da empresa'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S78XoEvIdwI/AAAAAAAAACg/LHzSSLZXmBE/s72-c/Indicador+de+Desempenho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-7869835169687725099</id><published>2010-03-30T14:07:00.000-07:00</published><updated>2010-03-30T14:08:50.100-07:00</updated><title type='text'>Abramge entra na Justiça contra a ANS</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S7JoWJx2efI/AAAAAAAAACY/qZ7BxbgdaU0/s1600/Abramge+Justi%C3%A7a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454536828490512882" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 75px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S7JoWJx2efI/AAAAAAAAACY/qZ7BxbgdaU0/s320/Abramge+Justi%C3%A7a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Chefe da Comissão Jurídica do Sistema Abramge, Dagoberto Lima, acredita que as regulamentações da ANS afetam o dia a dia das operadoras.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;O novo rol de procedimentos e suas implicações no dia a dia das empresas operadoras de planos de saúde refletem em várias preocupações. "Algumas regulamentações que foram feitas tanto na parte de reservas e provisões estão complicando a situação das pequenas e médias empresas e estão sendo bastante complicado para as grandes, mais ainda em função de volume de negócios e beneficiários que elas têm", argumenta o chefe da Comissão Jurídica do Sistema Abramge, Dagoberto Steinmeyer Lima.&lt;br /&gt;De acordo com o advogado, basicamente a resolução n. 195 foi parcialmente alterada por duas outras resoluções e atingiu muito o mercado operador por ter mexido na forma de constatação dos planos de saúde. "Isso atingiu muito os chamados planos coletivos quer empresariais quer por adesão e, dentre estes, principalmente os chamados planos coletivos por adesão, isso significa que a ANS regulamentou num modelo extremamente diferente daquele que anteriormente havia. Nós não temos dúvida nenhuma em achar que se trata de uma resolução visando normatizar de uma forma mais aprimorada o mercado, mas o que a gente não se conforma, e por isso faz-se a resistência da agência em alterar, é que essa resolução nos seus artigos 26 e 27 ela mandou aplicar a regra nova nos contratos vigentes", contesta. "Significa uma intromissão no contrato antigo."&lt;br /&gt;Por este motivo, Lima entende que a resolução n. 195 é inconstitucional já que no inciso 36 do artigo 5º da constituição federal diz que a nova norma não pode ferir o ato jurídico perfeito nem o direito adquirido existente antes do seu advento e nem a sentença judicial transitado julgado antes do seu advento.&lt;br /&gt;"Com essa colocação o sistema Abramge através dos seus sindicatos entrou com uma ação na justiça federal do Rio de Janeiro". Segundo Lima, pede-se uma liminar no sentido do juiz, através de uma decisão, suspender o intrometimento da ANS nos contratos antigos, aqueles vigentes. "A agência foi inflexível em manter a regra geral", conclui. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-7869835169687725099?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/7869835169687725099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/abramge-entra-na-justica-contra-ans.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7869835169687725099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7869835169687725099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/abramge-entra-na-justica-contra-ans.html' title='Abramge entra na Justiça contra a ANS'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S7JoWJx2efI/AAAAAAAAACY/qZ7BxbgdaU0/s72-c/Abramge+Justi%C3%A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-8880441569146238069</id><published>2010-03-29T07:03:00.000-07:00</published><updated>2010-03-29T07:06:50.158-07:00</updated><title type='text'>"Está havendo elitização na saúde suplementar"</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S7Cz7kmOTEI/AAAAAAAAACQ/Jbxqavlf32M/s1600/Elitiza%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454056984763321410" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 75px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S7Cz7kmOTEI/AAAAAAAAACQ/Jbxqavlf32M/s320/Elitiza%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Afirmação do coordenador da Comissão de Pequenas e Médias Operadoras da Abramge, Cyro Britto, se refere ao atual processo conduzido na área.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Alterações contábeis, econômico-financeira e reservas garantidoras. Tantas normas e mudanças estão complicando a situação das pequenas e médias operadoras de planos de saúde (PMOps), mas sem tirar suas boas perspectivas. "As perspectivas têm que existir porque nós não podemos nem imaginar a saúde suplementar hoje sem as operadoras. Nós na Abramge criamos uma comissão para estudar algumas variáveis que pudessem ser levadas para que essas operadoras possam sobreviver no mercado, principalmente aquelas que estão no interior do País, onde nós sabemos que as dificuldades são maiores para atender todas essas normatização da ANS", explica o coordenador da Comissão de Pequenas e Médias Operadoras da Abramge, Cyro Alves de Britto Filho.&lt;br /&gt;Segundo o executivo, as operadoras estão se sentindo estranguladas diante deste cenário de tantas normas e, por isso, Britto acredita que é necessário sensibilizar tanto a Agência Nacional de Saúde Suplementar quanto os políticos, os legisladores e até mesmo os órgãos de defesa do consumidor de que é preciso pensar a regulamentação. "Da forma que a ANS está exigindo ela está se tornando proibitiva para operadoras de pequeno e médio porte e ela vai começar a ficar proibitiva para certa parcela da população brasileira."&lt;br /&gt;Hoje existe no Brasil cerca de 90 milhões de pessoas pertencentes às classes C e D, e esse cenário vem crescendo significativamente, segundo Britto. Para ele, todos deveriam olhar a saúde suplementar para essa classe social. "O processo hoje como ele vem sendo conduzido está elitizando a saúde suplementar. Está se tornando um produto com tantas coberturas que só vai ser possível ser disponibilizado a pessoas de renda alta e é isso que eu chamo repensar o processo da saúde para que haja possibilidade de ter planos com coberturas menores, planos responsáveis com coberturas regulamentadas, mas não de tanta abrangência para que se possa atender esse público C e D", conclui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-8880441569146238069?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/8880441569146238069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/esta-havendo-elitizacao-na-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8880441569146238069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8880441569146238069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/esta-havendo-elitizacao-na-saude.html' title='&quot;Está havendo elitização na saúde suplementar&quot;'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S7Cz7kmOTEI/AAAAAAAAACQ/Jbxqavlf32M/s72-c/Elitiza%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-818683658939230548</id><published>2010-03-26T06:33:00.000-07:00</published><updated>2010-03-26T06:53:02.129-07:00</updated><title type='text'>Operadoras ameaçadas pelas normas da ANS</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6y8MGeuEbI/AAAAAAAAACI/ZreuObVoauw/s1600/Crise+Planos+de+Sa%C3%BAde.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452940164922741170" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 128px; CURSOR: hand; HEIGHT: 85px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6y8MGeuEbI/AAAAAAAAACI/ZreuObVoauw/s320/Crise+Planos+de+Sa%C3%BAde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Operadoras de planos de saúde estão preocupadas com os impactos financeiros causados pelas regras da agência&lt;br /&gt;As Pequenas e Médias Operadoras de Planos de Saúde (PMOps) estão ameaçadas pela quantidade de normas geradas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. A questão é que a grande maioria dessas operadoras acredita que muitas dessas regras tornam preocupante a sua situação financeira.&lt;br /&gt;As alterações no plano de contas é um exemplo. Com validade a partir de janeiro de 2010, tais mudanças regidas pela Lei n. 6.404 e modificada posteriormente pela Lei n.11.941 trazem demonstração dos fluxos de caixa, obrigatoriedade de novas bases de depreciação e nova estrutura de balanços. As alterações incluem também a obrigatoriedade de manutenção de controles analíticos por cinco anos, além de a escrituração só poder ser atrasada em até 90 dias por força da lei, entre outros.&lt;br /&gt;"Todas as operadoras de planos de saúde devem encaminhar para a ANS as DC´s modificadas por essas leis até 31 de março deste ano. A Resolução Normativa n. 124 diz que se você entrega o Documento de Informações Periódicas (DIOPS) e recebe a confirmação que foi aceito na agência depois do prazo previsto aí por definição será cobrado uma multa de R$ 25 mil. Cerca de mil operadoras não enviaram esses documentos no último ano, ainda que no formato estipulado para a época. Isso significa R$ 25 milhões para a União. É preciso enviar o fluxo de caixa, se não enviar vai ter que jogar dinheiro fora, não tem outro jeito", destaca o gerente geral de Acompanhamento das Operadoras e Mercado da ANS, Fabio dos Santos Fonseca.&lt;br /&gt;De acordo com a ANS, cerca de 23 milhões de brasileiros estão vinculados a PMOps, o mesmo que 43% dos beneficiários de planos de saúde.&lt;br /&gt;A IN 32 é outra mudança anunciada pela agência. O objetivo é o de lembrar as operadoras que o registro dos Eventos a Liquidar deve se dar quando do primeiro momento em que ela toma conhecimento da ocorrência no evento, pelo valor cobrado pelo prestador, independentemente da existência de processos de revisão da conta e/ou de mecanismos de aceitação dessas contas.&lt;br /&gt;"Uma observação nessa nova regulamentação é que não pode ser utilizado mecanismo de postergação do reconhecimento das contas médicas como Eventos a Liquidar em razão da existência de metodologia de recepção dessas contas por terceiro", conta.&lt;br /&gt;De acordo com Fonseca, algumas operadoras vinham se utilizando de métodos para postergar o reconhecimento das obrigações conhecidas para com os prestadores.&lt;br /&gt;Temas como as exigências da Nova Lei das S.A.s; compatibilização do Sped com normas da ANS; parcelamento ordinário de débitos tributários e reservas garantidoras também trazem mais dificuldades para as PMOps.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-818683658939230548?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/818683658939230548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/operadoras-ameacadas-pelas-normas-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/818683658939230548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/818683658939230548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/operadoras-ameacadas-pelas-normas-da.html' title='Operadoras ameaçadas pelas normas da ANS'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6y8MGeuEbI/AAAAAAAAACI/ZreuObVoauw/s72-c/Crise+Planos+de+Sa%C3%BAde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-5282856542227977593</id><published>2010-03-24T06:34:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T06:39:25.119-07:00</updated><title type='text'>"Redução da carga horária dos enfermeiros vai criar um blackoute na saúde"</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6oWBeC7cmI/AAAAAAAAACA/z9SM9yr_m4U/s1600/Redu%C3%A7%C3%A3o+de+carga+hor%C3%A1ria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452194513386435170" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 128px; CURSOR: hand; HEIGHT: 84px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6oWBeC7cmI/AAAAAAAAACA/z9SM9yr_m4U/s320/Redu%C3%A7%C3%A3o+de+carga+hor%C3%A1ria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por Thaia Duó&lt;br /&gt;24/03/2010&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Presidente da Federação dos Hospitais Filantrópicos de Pernambuco, Paulo Magnus, luta para tirar prioridade do PL que beneficia enfermeiros&lt;br /&gt;O Projeto de Lei 2295/00, que beneficia enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras, já foi aprovado pelas comissões de Finanças e Tributação, e Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. Como se não bastasse, o projeto entrou em prioridade para a apreensão da classe hospitalar, que teme um aumento de 25% nos custos. "Esse projeto não pode ir para votação. Se aprovada, essa medida pode gerar uma conta de R$ 30 bilhões no ano para a saúde como um todo. É algo estratosférico e muitos dos deputados envolvidos não estão percebendo que debaixo deste guarda-chuva está entrando auxiliar e técnico de enfermagem, que é o maior contingente de pessoas dentro do hospital", contesta o presidente da Federação dos Hospitais Filantrópicos de Pernambuco, Paulo Magnus.&lt;br /&gt;Hoje o projeto está entre os 20 que devem ser votados em breve e aflige a categoria hospitalar que teme a criação de uma nova lei. O sinal vermelho alerta o segmento para uma realidade absurda, segundo Magnus. "Por baixo do pano tem um problema que ninguém está percebendo. O texto reduz a carga horária da enfermagem como um todo e, ainda por cima, prevê o máximo de seis horas de trabalho por dia. Isso vai criar um blackoute na saúde."&lt;br /&gt;O executivo ressalta que neste caso tem que ser reduzida a carga horária de todos os operários do Brasil, já que a categoria Enfermagem está beneficiando pessoal sem qualificação maior. "Um técnico de enfermagem tem treinamento absolutamente mínimo e sem formação e vai ter carga reduzida para 30 horas, é absurdo."&lt;br /&gt;Para mudar o cenário, Magnus afirma estar trabalhando fortemente para que o projeto perca a prioridade no palco das votações. Para isso, está sendo feita uma pressão junto aos líderes do partido e diversas reuniões com representantes hospitalares.&lt;br /&gt;Na tarde desta terça-feira (23) a Federação dos Hospitais Filantrópicos de Pernambuco levou a reivindicação para Maringá, no Paraná. "Estamos rodando todo o Brasil. O jeito é atacar no atacado e não no varejo, afinal não temos tempo para isto", conta.&lt;br /&gt;O próximo passo é se reunir com as entidades de classe como, por exemplo, a Frente Parlamentar de Saúde para tentar não colocar o projeto em votação e retirar da pauta. "Isso tem que acontecer! O governo diz que esta trabalhando para a não aprovação, mas eu não entendo. Por que isso se tornou prioridade se o governo esta trabalhando contra?".&lt;br /&gt;O fato de 2010 ser um ano eleitoral apavora ainda mais os líderes do setor, que acreditam que os deputados devem favorecer o projeto com foco na conquista de milhares de votos vindos da categoria de Enfermagem.&lt;br /&gt;O principal impacto negativo nos hospitais, caso aconteça a aprovação da redução de carga horária desses profissionais, além do aumento de custo na folha de pagamento, será a dificuldade em montar uma escala de trabalho.&lt;br /&gt;"Hoje em muitas instituições hospitalares um enfermeiro trabalha seis dias da semana. Se estes profissionais trabalharem apenas cinco dias será complicado fazer uma escala. Você tem que ter mão-de-obra para suprir está falta", comenta o presidente da Federação Brasileira de Hospitais, Eduardo de Oliveira, ao citar que as prefeituras e os governos terão dificuldades de arcar com o acréscimo nos custos.&lt;br /&gt;Mas, o texto em questão não só reduz a carga horária, mas fixa também um valor de salário maior do que é fixado hoje. A classe dos enfermeiros pede por um piso de 10 salários mínimos, enquanto o atual está firmado em média de seis. Para Oliveira, a totalidade do projeto foi mal pensada e deve gerar prejuízos em todo o contexto da saúde no Brasil.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-5282856542227977593?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/5282856542227977593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/reducao-da-carga-horaria-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5282856542227977593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5282856542227977593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/reducao-da-carga-horaria-dos.html' title='&quot;Redução da carga horária dos enfermeiros vai criar um blackoute na saúde&quot;'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6oWBeC7cmI/AAAAAAAAACA/z9SM9yr_m4U/s72-c/Redu%C3%A7%C3%A3o+de+carga+hor%C3%A1ria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-7242987262769682403</id><published>2010-03-24T05:41:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T05:43:11.591-07:00</updated><title type='text'>Opinião: Auditoria de Enfermagem - Um passo à frente no futuro</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6oI2TswVJI/AAAAAAAAAB4/nYS8VRNMPfc/s1600/Auditoria+de+Enfermagem.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452180027979355282" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 137px; CURSOR: hand; HEIGHT: 103px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6oI2TswVJI/AAAAAAAAAB4/nYS8VRNMPfc/s320/Auditoria+de+Enfermagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Por Áurea Prates e Rosemary Martins de Oliveira*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para que esse setor desempenhe seu papel com exatidão, é necessário se incomodar com a situação atual&lt;br /&gt;A auditoria de enfermagem tem como objetivo a avaliação sistemática da qualidade prestada ao cliente, e atualmente essa tarefa encontra-se difundida nas instituições privadas e públicas com o objetivo de minimizar desperdício de materiais, medicamentos, utilização errônea de equipamentos e recursos humanos.&lt;br /&gt;Para que esse setor desempenhe seu papel com exatidão, é necessário se incomodar com a situação atual, ou seja, diariamente questionar-se se não haveria formas novas de fazer a análise, tanto do prontuário quanto da auditoria na beira do leito ou nas visitas técnicas.&lt;br /&gt;Utilizando-se da epidemiologia podemos usar a coleta e agrupamentos das informações avaliando os dados baseados em critérios pré-estabelecidos, propor mudanças na forma de auditar, implementar se necessário e declarar as informações para que a partir destes dados possa haver inovações no processo.&lt;br /&gt;Otimizar a análise de custos dos diversos prestadores também é uma das ferramentas para que todos tenham visão complexa dos vários valores praticados entre os diversos tipos de prestadores.&lt;br /&gt;Proporcionando o contato com as tabelas utilizadas nas instituições e estudos aprofundados dos contratos firmados entre prestador e seguradora, tornando a auditoria sucinta e segurada na documentação disponibilizada.&lt;br /&gt;Realizar o comparativo dos tipos de assistência oferecida entre prestadores com perfis de prestação de serviço semelhante é uma forma para que os auditores desenvolvam o olhar crítico dos diferentes prestadores possibilitando o surgimento de questões relevantes para o aprimoramento da Auditoria de Enfermagem. Para possibilitar este conhecimento há a necessidade de realizar visitas técnicas, momento oportuno para esclarecimentos de dúvidas e observar o trabalho operacional do prestador, partindo de um cronograma fixo para evitar turn over de auditores, fidelizando e uniformizando as tomadas de decisões perante os prestadores e mantendo as negociações já travadas. As visitas serão favorecidas de impressos próprios com direcionamento para os diversos casos encontrados e geração de relatórios indicadores de qualidade e questões éticas.&lt;br /&gt;Aprofundar a parceria entre seguradora e prestadores de serviços é importante para que seja criado o laço de confiabilidade conhecendo os articuladores do processo de entrada ao serviço, como conseqüência o atendimento dos clientes com responsabilidade, honestidade e exatidão Evitando-se assim os casos de imperícia, negligência e imprudência, compartilhando as responsabilidades.&lt;br /&gt;Por ser, em primeira instância, uma tarefa técnica, é relevante caminhar com as inovações que surgem diariamente. Só assim, sairemos do empirismo e rumaremos ao futuro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;*Áurea e Rosemary são Enfermeiras Auditoras&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-7242987262769682403?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/7242987262769682403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/opiniao-auditoria-de-enfermagem-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7242987262769682403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7242987262769682403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/opiniao-auditoria-de-enfermagem-um.html' title='Opinião: Auditoria de Enfermagem - Um passo à frente no futuro'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6oI2TswVJI/AAAAAAAAAB4/nYS8VRNMPfc/s72-c/Auditoria+de+Enfermagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-5039588468684907079</id><published>2010-03-22T07:57:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T07:59:06.991-07:00</updated><title type='text'>Qualificação da Saúde Suplementar</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6eFoy49Q9I/AAAAAAAAABw/gAPT4tdWqfY/s1600-h/Equipe+Multidisciplinar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451472809857205202" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 93px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6eFoy49Q9I/AAAAAAAAABw/gAPT4tdWqfY/s320/Equipe+Multidisciplinar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os últimos 10 anos foram marcados por várias mudanças no mercado de saúde suplementar, desde a criação da Lei 9656/98 que definiu as novas regras a serem implementadas na saúde privada, a criação da ANS em 2000, a implementação de regras para a troca de informações - TISS e mais recentemente, ainda a ser implementada, a Terminologia Única da Saúde Suplementar – TUSS. Estas regras refletem na atuação do Estado no processo da macrorregulação do setor privado em nosso paísComo ações do processo microrregulatório, a implantação do Programa de Qualificação da Saúde Suplementar (RN 139 e 196 –ANS), marca o início das ações da ANS na busca pela qualificação do setor, de modo a “torná-lo um espaço de produção de saúde, no qual as operadoras transformem-se em gestoras de saúde, os prestadores em produtores de cuidado e os beneficiários em usuários com consciência sanitária, além de qualificar a própria função reguladora voltada para tais objetivos”. O programa de qualificação em saúde suplementar envolve quatro dimensões: I - Atenção à Saúde - avaliação da qualidade da assistência à saúde prestada aos beneficiários de planos privados de saúde, buscando a identificação do impacto das ações de saúde em suas condições de vida. II. Econômico-Financeira - identificação da situação econômico-financeira da operadora frente à manutenção dos contratos assumidos em acordo com a legislação vigente. III - Estrutura e Operação - identificação do modo de produção da operadoraIV - Satisfação dos Beneficiários - identificação da visão do usuário no cumprimento ao estabelecido no contrato com a operadoraVárias estratégias podem ser adotadas pelos gestores, tanto de operadoras quanto prestadores de serviços de saúde, para atuar na busca dos objetivos definidos pela ANS e aumentar o índice de suficiência da saúde suplementar. Dentre elas, especificamente ligadas à dimensão-econômico financeira, a redução dos custos assistenciais, que reflete no índice de sinistralidade da carteira, que atualmente varia entre 80 a 100%. Pensar em sinistralidade remete a uma reflexão: quais ações podem ser realizadas? Uma dessas ações está diretamente ligada às negociações de valores pactuados nos contratos firmados entre as operadoras e os prestadores de serviços de saúde. Atualmente o maior volume de remuneração de procedimentos assistenciais está pactuado no modelo de remuneração Fee for Service (pagamento por prestação de serviços). Se pensarmos em profissionalização da gestão, também devemos pensar no modelo de Remuneração por Pacotes. Quais as vantagens e desvantagens desse modelo de remuneração de procedimentos assistenciais? Quais conhecimentos são indispensáveis aos profissionais que atuam em operadoras e prestadores de serviços de saúde para que estejam preparados para negociar procedimentos no modelo de remuneração por pacotes? Que procedimentos podem ser remunerados neste modelo?O modelo de remuneração por pacotes pode refletir na redução dos custos assistenciais, além na redução dos custos administrativos relacionados ao evento de saúde, e conseqüentemente no aumento do índice de desempenho da operadora na dimensão econômico-financeira.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-5039588468684907079?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/5039588468684907079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/qualificacao-da-saude-suplementar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5039588468684907079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5039588468684907079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/qualificacao-da-saude-suplementar.html' title='Qualificação da Saúde Suplementar'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6eFoy49Q9I/AAAAAAAAABw/gAPT4tdWqfY/s72-c/Equipe+Multidisciplinar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-7855338729503985787</id><published>2010-03-19T07:21:00.000-07:00</published><updated>2010-03-19T07:24:43.792-07:00</updated><title type='text'>FERRAMENTAS E AÇÕES PARA A GESTÃO DA SINISTRALIDADE</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6OJHdNte0I/AAAAAAAAABo/S5Np34-IodA/s1600-h/sinistralidade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450350735242656578" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 126px; CURSOR: hand; HEIGHT: 84px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6OJHdNte0I/AAAAAAAAABo/S5Np34-IodA/s320/sinistralidade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A melhor maneira de conhecer, controlar e organizar os atendimentos aos clientes de uma operadora de plano de saúde é trazer para “dentro de casa” uma estrutura bem pensada, com resultados positivos em curto espaço de tempo.Esta é uma das propostas do Workshop “Ferramenta e Ações para a Gestão da Sinistralidade” que será realizado em São Paulo nesta terça-feira, 23 de março, e depois no Rio, Brasília e Porto Alegre.Lá vamos conhecer uma proposta de metodologia para implantar programas de custos efetivos de gerenciamento da saúde e também como estruturar um centro de prevenção e promoção da saúde eficiente, desenvolvendo projetos com os incentivos da ANS.Outro tema do workshop será como funciona o modelo de remuneração médica baseada na performance e o resultado brasileiro que está sendo implantado em várias operadoras de saúde. Saiba também o que empresas como NAGIS, ECOM, POSITIVO Informática e MICROSOFT fizeram. Conheça como a Unimed Bauru conseguiu implementar ações simples para redução da sinistralidade, que resultaram em economia de milhões de reais.Ao final, teremos o lançamento nacional da CENTRAL DE PARECERES, um serviço que faz a intermediação com médicos especialistas no Brasil e no mundo para emissão de pareceres que subsidiam tecnicamente a auditoria nos planos de saúde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-7855338729503985787?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/7855338729503985787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/ferramentas-e-acoes-para-gestao-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7855338729503985787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7855338729503985787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/ferramentas-e-acoes-para-gestao-da.html' title='FERRAMENTAS E AÇÕES PARA A GESTÃO DA SINISTRALIDADE'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S6OJHdNte0I/AAAAAAAAABo/S5Np34-IodA/s72-c/sinistralidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4142936034634375316</id><published>2010-03-10T13:50:00.000-08:00</published><updated>2010-03-10T13:52:56.551-08:00</updated><title type='text'>Sistema Lean de Gestão da Saúde</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S5gUq9_LJnI/AAAAAAAAABg/f59XKtEK-g0/s1600-h/Sistema+Lean.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447126477731210866" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 97px; CURSOR: hand; HEIGHT: 117px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S5gUq9_LJnI/AAAAAAAAABg/f59XKtEK-g0/s320/Sistema+Lean.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Saiba porque porque diversas empresas do setor da saúde - como hospitais - estão adotando o modelo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Por José Roberto Ferro*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba porque porque diversas empresas do setor da saúde - como hospitais - estão adotando o modelo&lt;br /&gt;Hospitais bem administrados sempre geram benefícios múltiplos: primeiro, é claro, para pacientes, que são mais bem atendidos. Mas também há a vantagem evidente para o "negócio hospitalar", um setor que gera milhões de empregos e receitas em todo mundo.&lt;br /&gt;A gestão hospitalar é um campo fértil e ainda pouco cultivado. Mas já há boas iniciativas e caminhos a se seguir. É o caso, por exemplo, da ação pioneira de um dos mais importantes centros médicos do país, a rede de hospitais São Camilo, de São Paulo, uma das primeiras a adotar o Sistema Lean de Gestão (Lean Management).&lt;br /&gt;Trata-se da filosofia de gestão que prega a eliminação total de qualquer processo produtivo que não agregue valor ao produto - o chamado desperdício -, um sistema que revolucionou a indústria automotiva e vem sendo copiado por empresas de todos os segmentos - incluindo na saúde.&lt;br /&gt;Pioneira nessa área, a rede São Camilo tem implementado o Lean há cerca de 2 anos. E, segundo Carlos Eduardo de Campos, Gerente de Projetos e responsável pela implementação do sistema, já conseguiu, por exemplo, reduzir em 68% o estoque no pronto-socorro adulto da Unidade Pompéia. Também diminuiu em 47% o retrabalho no processamento de contas da Unidade Ipiranga. Reduziu em 18% o tempo de ciclo dos colaboradores que atuam na sala de medicação do pronto-socorro da Unidade de Santana. E derrubou em mais de 50% o tempo de setup (tempo de preparo) de leitos e de sala de cirurgia, liberando capacidade.&lt;br /&gt;Para Carlos Eduardo, são reduções que representam economia de recursos e otimização de processos. E que deixam os hospitais mais eficientes, gerando maior qualidade e rapidez no atendimento. Tanto que a rede São Camilo implementa hoje 63 projetos de melhorias baseados no Sistema Lean - e em todas as unidades há diversos especialistas treinados no Sistema.&lt;br /&gt;Carlos concorda também que além das melhorias concretas mais imediatas e que geram economia, o Sistema Lean ainda ocasiona uma "mudança de atitude" nos colaboradores. Ao se conscientizarem sobre a eficácia do Sistema, eles geralmente desenvolvem uma "visão critica do ponto de vista do processo" e passam a identificar aquelas atividades que são realmente percebidas e valorizadas pelos clientes". Conseqüentemente, eles próprios começam a efetuar cotidianamente uma série de iniciativas de melhorias.&lt;br /&gt;Fora do Brasil, o movimento lean nos hospitais é muito mais forte. Em evento do Lean Institute Brasil, o especialista norte-americano Guy Parsons detalhou a aplicação do Sistema Lean em dois dos mais importantes centros médico-hospitalares dos Estados Unidos: a Mayo Clinic, um dos mais importantes centros de serviços clínicos e hospitalares, em Rochester-Minnesota; e também o caso do Mass General Hospital, uma das mais antigas instituições hospitalares. Atualmente há centenas de hospitais implementando lean nos EUA.&lt;br /&gt;Outro caso interessante é do Flinders Medical Centre, um hospital público e também escola de medicina do Sul da Austrália que vem conquistando bons resultados com a aplicação do lean. E que despertou o interesse do governo australiano do Estado de "New South Wales", que vem disseminando lean em toda a rede hospitalar. Assim como na Inglaterra, onde o National Healthcare System (NHS) está implementando essa filosofia no sistema nacional de saúde.&lt;br /&gt;Engana-se, porém, quem pensa que o Sistema Lean só serve para grandes instituições. Diferente disso, ele pode e deve ser aplicado em entidades de saúde de qualquer tamanho: de grandes hospitais a pequenas clínicas.&lt;br /&gt;Tanto verdade que um renomado especialista internacional em Sistema Lean, o dentista Sami Bahri publicou um livro intitulado Follow the learner, no qual relata a história de transformação de sua prática clínica, em Jacqsonville, Flórida-EUA, que aumentou sua produtividade em 35% e diminuiu o Lead Time em 79%.&lt;br /&gt;"O desafio está em como coordenar os serviços de apoio para suportar o fluxo de uma só peça uma vez que tenha sido identificado. Ele é o mesmo, seja num consultório odontológico ou em qualquer clínica médica ambulatorial. É, essencialmente, idêntico, mesmo em um hospital, apenas em uma escala maior", escreveu John Shook em seu artigo "Uma visita ao dentista que você pode gostar", publicado recentemente no site do Lean Institute Brasil (www.lean.org.br).&lt;br /&gt;Apesar dessas iniciativas, a implementação do Lean na gestão da saúde ainda está em fase inicial no mundo e no Brasil. "Mas já há muitos hospitais adotando o sistema no país por perceberem rapidamente os benefícios concretos que ele traz a gestão hospitalar", destacou o gerente do São Camilo.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;*José Roberto Ferro é Presidente do Lean Institute Brasil (www.lean.org.br), entidade sem fins lucrativos criada para disseminar no Brasil o Sistema Lean inspirado no Modelo Toyota; é "Senior Advisor" do Lean Enterprise Institute, dos EUA e membro do Board da Lean Global Network (LGN).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4142936034634375316?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4142936034634375316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/sistema-lean-de-gestao-da-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4142936034634375316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4142936034634375316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/sistema-lean-de-gestao-da-saude.html' title='Sistema Lean de Gestão da Saúde'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S5gUq9_LJnI/AAAAAAAAABg/f59XKtEK-g0/s72-c/Sistema+Lean.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-3443987589235533013</id><published>2010-03-09T12:49:00.000-08:00</published><updated>2010-03-09T12:50:03.097-08:00</updated><title type='text'>Resultado da Medial reduz lucro da Amil para R$ 24,5 milhões</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Resultado da Medial influenciou no balanço do quarto trimestre de 2009 da Amilpar. Valor ficou 60,9% abaixo do lucro de R$ 62,7 mi, em 2008.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;A operadora de planos de saúde Amil Participações (Amilpar) recuou o seu lucro líquido de R$ 24,5 milhões no quarto trimestre de 2009, em balanço que consolida os resultados de um mês da Medial Saúde.&lt;br /&gt;Segundo o documento apresentado, o valor ficou 60,9% abaixo do lucro de R$ 62,7 milhões apurado em igual período do ano passado. Pesou na cifra o prejuízo de R$ 17,9 milhões registrado pela Medial.&lt;br /&gt;Já a receita líquida da empresa chegou a R$ 1,4 bilhão, uma alta de 22,7% em relação aos três últimos meses de 2008. No entanto, nessa base de comparação, o resultado operacional medido pelo Ebitda recuou 6,3%, para R$ 97,9 milhões.&lt;br /&gt;Assim, a companhia acumulou lucro de R$ 111,9 milhões no ano passado, 48,4% abaixo do resultado líquido de 2008.&lt;br /&gt;A Amil ainda informou que realizou investimentos de R$ 249,7 milhões em 2009, uma alta de 8,8%. Esses desembolsos não incluem os efeitos nem os valores relativos à aquisição da Medial, de R$ 612,5 milhões.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-3443987589235533013?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/3443987589235533013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/resultado-da-medial-reduz-lucro-da-amil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/3443987589235533013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/3443987589235533013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/resultado-da-medial-reduz-lucro-da-amil.html' title='Resultado da Medial reduz lucro da Amil para R$ 24,5 milhões'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1672130330726151360</id><published>2010-03-08T05:57:00.000-08:00</published><updated>2010-03-08T05:59:58.715-08:00</updated><title type='text'>Os caminhos para agregar valor aos serviços</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S5UC1UAM56I/AAAAAAAAABY/HdPP-WqDOyE/s1600-h/Gest%C3%A3o+Sa%C3%BAde+e+Neg%C3%B3cios.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446262439300360098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 120px; CURSOR: hand; HEIGHT: 138px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S5UC1UAM56I/AAAAAAAAABY/HdPP-WqDOyE/s320/Gest%C3%A3o+Sa%C3%BAde+e+Neg%C3%B3cios.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Entendimento entre os players é a principal desafio a ser vencido.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Em que pesem os obstáculos da lógica do mercado, recursos financeiros e agenda regulatória, hospitais e operadoras têm aumentado seus esforços para, juntos, terem clientes mais satisfeitos e resultados operacionais adequados à sua sobrevivência no mercado.&lt;br /&gt;Na opinião de Nancy, a busca por relações mais harmoniosas e de confiança é o caminho para o sucesso dos players da saúde. "Eles têm o mesmo cliente, que é o paciente, mas a relação não é integrada como deveria ser. O processo tem de ser único, porque o paciente compra o plano de saúde confiando no contrato e só vai ver o que comprou depois, quando precisa, já que o serviço não é entregue na hora. Por isso, se faz necessário um grande entrosamento e visão sistêmica, porque é a mesma cadeia de valor e processo", explica.&lt;br /&gt;Na opinião do coordenador da especialização em Administração Hospitalar do Centro Universitário São Camilo, Adriano Antonio Almeida, a implantação do padrão Troca de Informações em Saúde Suplementar (TISS) foi um grande avanço para o relacionamento entre hospitais e operadoras. "Embora, no começo, o prestador de serviços tenha se sentido invadido com a troca de dados, a TISS trouxe mais transparência ao sistema. Quando se estabelecer a confiança entre os players, vai prevalecer o trabalho conjunto e o cliente estará no centro da estratégia. Hoje, durante os conflitos, ele fica em segundo plano", avalia. "Com transparência e resolutividade, olhando valor e não só custo, a relação será mais benéfica para o paciente e pode caminhar para um ponto em que a própria operadora venda a imagem do hospital."&lt;br /&gt;Embora pareça um ideal utópico, iniciativas nesta direção começam a despontar.&lt;br /&gt;Iniciativa bem sucedida&lt;br /&gt;Em Porto Alegre, as relações entre a Unimed e os hospitais credenciados eram "litigiosas", nas palavras do próprio diretor de provimento de saúde da cooperativa, Paulo Roberto Soares. A situação começou a mudar em 2007, quando, com resultados negativos, a operadora decidiu procurar os cinco maiores hospitais da cidade: Mãe de Deus, Moinhos de Vento, Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Divina Providência e Hospital de Clínicas de Porto Alegre para expor sua situação financeira e propor uma nova forma de remuneração. "Reunimos as instituições que representam mais de 75% dos atendimentos aos nossos beneficiários e acordamos um sistema de orçamento global, em que, independente do movimento, um valor seria pago mensalmente, sem restrição de atendimento", relembra Soares.&lt;br /&gt;O acordo foi renovado em 2008 e, em 2009, evoluiu para um contrato com duração prevista até fevereiro de 2013, que prevê o orçamento global e uma banda de risco: se o hospital realizar procedimentos acima dos orçados, oferece um desconto no pagamento e, se ficar abaixo do orçado, passa a ser considerado mais eficiente e ganha um bônus.&lt;br /&gt;"Este modelo trouxe duas consequências positivas para os hospitais e para a Unimed: bons resultados financeiros e previsibilidade. Além disso, a parceria mudou o paradigma dos diálogos entre prestadores de serviços e fontes pagadoras, porque trouxe mais transparência e confiança às relações."&lt;br /&gt;O superintendente administrativo do Hospital Moinhos de Vento, Fernando Torelly, concorda que estes foram os maiores benefícios obtidos. "O recurso previsto neste acordo é fruto da produção assistencial do hospital ao convênio. A inovação é o fluxo de pagamento fixo mensal, com acerto de contas quadrimestral, assegurando ao hospital, em dia certo, o respectivo pagamento em valores previamente acordados, melhorando a previsibilidade do fluxo de caixa", explica.&lt;br /&gt;Torelly destaca que o acordo só foi possível porque havia a disposição de todos os dirigentes para trabalhar em uma pauta conjunta, que permitisse a ampliação do mercado de saúde suplementar no Rio Grande do Sul. "Entre as ações, criamos um comitê de faturamento envolvendo todos os hospitais, para discutir e simplificar as práticas operacionais que agregam custo e prejudicam nossas operações; realizamos uma ação conjunta entre os hospitais e a Unimed Porto Alegre para ajustar os preços de órteses e próteses à realidade de mercado; aprimoramos o relacionamento entre equipes de gestão e operacionais de ambas as instituições; revisamos regras de negócios que impactavam em glosas, o que contribuiu para reduzir estes índices; e definimos uma pauta anual de negociações, visando o reajuste em diárias e taxas", enumera.&lt;br /&gt;Em sintonia, os gestores de ambas as instituições concordam que o importante é o que traz diferenciais palpáveis ao cliente, como a segurança e a qualidade no atendimento. "A percepção do cliente é a mesma da operadora, do médico e do hospital. Quando atuamos em sintonia, as definições ocorrem de maneira mais fácil. Atuando em conjunto com o hospital e o médico, que é tanto cooperado da Unimed como membro do corpo clínico, começamos a trabalhar em protocolos padronizados e discutir a incorporação de novas tecnologias", analisa Soares.&lt;br /&gt;A negociação chegou a tal ponto que hoje é a cooperativa quem compra órteses, próteses e materiais especiais (OPME). "O hospital deixou de ter renda em cima da comercialização destes materiais, mas fizemos uma nova composição dos valores das diárias, para reduzir as perdas financeiras decorrentes desta operação. Com isso, quebramos a atual lógica do mercado e o hospital voltou a ser remunerado por sua atividade-fim", opina Soares.&lt;br /&gt;O acordo ainda precisa de ajustes e revisões periódicas, sob a óptica dos hospitais. "No Moinhos de Vento, estamos crescendo em índices superiores aos previstos no orçamento, necessitando de repactuações de valores, que devem ocorrer de forma quadrimestral. Também acreditamos que o acordo deve evoluir neste ano para a implementação de ações previstas, como revisão e melhor formatação dos elementos reguladores, principalmente no que envolve a criação ou ampliação de novos serviços; e ação conjunta envolvendo o corpo clínico para padronização e uso de materiais e medicamentos", pondera Torelly.&lt;br /&gt;A Unimed se compromete e diz que também quer inserir novos procedimentos em seu rol, além de estudar o pagamento por performance, que, entre outros itens, levará em conta a acreditação, uma antiga demanda de hospitais, como o Moinhos de Vento, acreditado pela Joint Commission International. "Entendemos ser este um dos grandes desafios da saúde suplementar no Brasil, que deveria valorar a qualidade, até porque esta tem custo, de forma diferenciada. Acreditamos que em breve esta discussão pautará nossos relacionamentos", estima o executivo do hospital.&lt;br /&gt;O que ninguém discorda é que este acordo já sinaliza um grande passo, com mudanças para melhor nos negócios de fontes pagadoras e prestadores de serviços. "O relacionamento estratégico entre hospitais e operadoras deve ser mantido e ampliado. Temos que trabalhar juntos para aumentar o mercado, manter e, se possível, ampliar as margens de nossos negócios. O conflito não permite alianças estratégicas duradouras e sustentadas pela confiança", conclui Torelly.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1672130330726151360?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1672130330726151360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/os-caminhos-para-agregar-valor-aos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1672130330726151360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1672130330726151360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/os-caminhos-para-agregar-valor-aos.html' title='Os caminhos para agregar valor aos serviços'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S5UC1UAM56I/AAAAAAAAABY/HdPP-WqDOyE/s72-c/Gest%C3%A3o+Sa%C3%BAde+e+Neg%C3%B3cios.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-135531715767560831</id><published>2010-03-05T13:14:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T13:19:48.601-08:00</updated><title type='text'>Saúde nos Negócios</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S5F1aoz66wI/AAAAAAAAABQ/hphPchr2648/s1600-h/Sa%C3%BAde+esteto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445262524959877890" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 82px; CURSOR: hand; HEIGHT: 99px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S5F1aoz66wI/AAAAAAAAABQ/hphPchr2648/s320/Sa%C3%BAde+esteto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Por Edison Cunha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na agenda dos empresários do segmento de seguro-saúde, vários tópicos ocupam espaço para discussão: aumento da sinistralidade decorrente de procedimentos mais onerosos e recentes epidemias, conformidade com as exigências da ANS (Agência Nacional de Saúde), portabilidade dos planos, geração de caixa, inadimplência, crescimento versus consolidação, dentre outros itens.&lt;br /&gt;Todas estas questões merecem pelo menos o esclarecimento do que precisa ser feito para conviver com as mudanças que ocorrem no segmento e também no próprio sistema de gestão e comercialização do negócio. O fato é que a rapidez e eficiência nos diagnósticos de doenças crônicas e a assertividade dos tratamentos com medicamentos mais eficazes convivem agora com a escassez de recursos na área.&lt;br /&gt;O atendimento às resoluções da agência reguladora cria um conflito de interesses entre os prestadores de serviços e os usuários finais, impactando diretamente no desempenho das empresas de menor escala de atendimento, que se veem obrigadas a abrir espaço para os competidores mais bem estruturados à nova realidade, tendendo, assim, a desaparecer do mercado de saúde inúmeros players.&lt;br /&gt;Neste cenário de aparente indefinição no segmento, a dúvida que assola os empresários é crescer e adquirir musculatura para competir ou consolidar as operações a um nível adequado de sobrevivência.&lt;br /&gt;Sem dúvida, o interesse maior de cada empresário é continuar crescendo de forma sustentável e, para tanto, planejar este crescimento se faz necessário. O exercício de reflexão estratégica passa por estabelecer uma visão externa do mercado e uma visão interna das competências que a organização deve ter para competir.&lt;br /&gt;Começando pelo ambiente externo, é necessário monitorar os aspectos que impactam no desempenho do setor, tais como: perspectivas de crescimento, evolução da renda per capita da população abrangida, índices macroeconômicos e fatores inerentes à competição, incluindo a concorrência, política de preços, canais de venda, potenciais nichos de mercado e escopo de atuação geográfica.&lt;br /&gt;De posse destas informações, alguns questionamentos deverão ser formulados para definir a estratégia a ser seguida. E isso passa pela definição dos mercados-alvo, os clientes potenciais em cada segmento, o tamanho do mercado, as tendências econômicas e tecnológicas, os competidores existentes no mercado-alvo, os players emergentes, dentre outras informações.&lt;br /&gt;Com esta visão de mercado e demais variáveis, é possível a formulação de uma estratégia visando o aproveitamento das oportunidades ou na conquista de clientes insatisfeitos com os concorrentes.&lt;br /&gt;Entretanto, a organização deve estar preparada para este crescimento e isto significa torná-la mais ágil, ter equipes preparadas para administrar a mudança, conhecer suas competências essenciais e alavancar seus pontos fortes quando as oportunidades surgirem.&lt;br /&gt;Para tanto, deverá promover uma reestruturação nos processos de atendimento, agilizando as decisões, estabelecendo metas de desempenho alinhadas à estratégia, integrando as informações fazendo uso da tecnologia e automação, redimensionando recursos e atuando no controle e redução dos custos e despesas, principalmente no momento em que experimentar o crescimento.&lt;br /&gt;Um ponto em comum em todas as organizações que vêm conseguindo bons resultados é a profissionalização de suas administrações, assunto que adquiriu importância no setor de saúde nos últimos anos.&lt;br /&gt;As recompensas que advém de uma reflexão estratégica são várias e as empresas que não se sentem preparadas para conduzir este processo tem buscado apoio na consultoria para atuar como facilitadora, provedora de metodologias e integradora das idéias que fluem durante todo este exercício. Assim, quem pretende mudar uma organização deve procurar conhecê-la, descobrir sua identidade, sua cultura e seus valores, sem procurar impor modelos pré-concebidos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-135531715767560831?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/135531715767560831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/saude-nos-negocios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/135531715767560831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/135531715767560831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/saude-nos-negocios.html' title='Saúde nos Negócios'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S5F1aoz66wI/AAAAAAAAABQ/hphPchr2648/s72-c/Sa%C3%BAde+esteto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-2550651304367792791</id><published>2010-03-04T13:42:00.000-08:00</published><updated>2010-03-04T13:43:23.672-08:00</updated><title type='text'>Heráclito Gomes Júnior deixa a presidência da Bradesco Saúde</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Executivo assume o cargo de diretor-superintendente da Qualicorp, posto antes assumido por João Alceu Amoroso Lima&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Heráclito de Brito Gomes Júnior é o novo diretor-superintendente da Qualicorp, corretora paulista de planos de saúde que administra uma carteira de aproximadamente 1,3 milhão de vidas. O executivo irá substituir João Alceu Amoroso Lima, que ficou no cargo menos de um ano e anteriormente era vice-presidente da seguradora SulAmérica Saúde.&lt;br /&gt;Gomes deixou a presidência da Bradesco Saúde depois de ter atuado por 10 anos na companhia. O seu cargo dentro da seguradora será ocupado pelo economista Marcio Serôa de Araujo Coriolano, que até então era diretor-gerente na Bradesco Saúde. Formado pela PUC-RJ, o executivo assumiu a nova função nesta quarta-feira (3).&lt;br /&gt;A Bradesco Saúde fechou 2009 com um lucro líquido de R$ 462,1 milhões e uma carteira de cerca de 4 milhões de vidas. Já a Qualicorp não revela seu faturamento, mas é uma empresa capitalizada desde a entrada do fundo americano de private equity General Atlantic, em 2007. Segundo especulações, o fundo pagou US$ 100 milhões por 40% do capital da Qualicorp. Desse montante, cerca de um terço seria aplicado para o crescimento da empresa e o restante pago para o controlador e fundador da empresa. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-2550651304367792791?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/2550651304367792791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/heraclito-gomes-junior-deixa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2550651304367792791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2550651304367792791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/heraclito-gomes-junior-deixa.html' title='Heráclito Gomes Júnior deixa a presidência da Bradesco Saúde'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4114864260515797375</id><published>2010-03-03T11:15:00.000-08:00</published><updated>2010-03-03T11:16:50.098-08:00</updated><title type='text'>Operadoras devem informar ANS sobre número de beneficiários</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Procedimento é por conta do cálculo da Taxa de Saúde Suplementar por Plano de Assistência à Saúde (TPS), referente ao trimestre 03/2010.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Visando o cálculo da Taxa de Saúde Suplementar por Plano de Assistência à Saúde (TPS), ANS informou que a partir de 1º de março as operadoras devem informar o número total de beneficiários entre os meses de dezembro de 2009 e fevereiro de 2010, e, ainda, emitir a Guia de Recolhimento da União (GRU) correspondente a essa taxa. O prazo para as operadoras é até o último dia útil do primeiro decêndio do mês de março. Em caso de atrasos, há perda de descontos e cobrança de multa e juros de mora, como prevê os artigos 11 e 12 da Resolução Normativa nº 89, de 15 de fevereiro de 2005.&lt;br /&gt;Para maiores informações, acesse o site da &lt;/span&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.ans.gov.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ANS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4114864260515797375?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4114864260515797375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/operadoras-devem-informar-ans-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4114864260515797375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4114864260515797375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/operadoras-devem-informar-ans-sobre.html' title='Operadoras devem informar ANS sobre número de beneficiários'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1149266902062233721</id><published>2010-03-02T11:02:00.000-08:00</published><updated>2010-03-02T11:07:24.975-08:00</updated><title type='text'>Planos de saúde: quem paga os novos tratamentos?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S41h3P4ml9I/AAAAAAAAABI/3qg6rqIpcJI/s1600-h/Cruz.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444115126345439186" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 119px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S41h3P4ml9I/AAAAAAAAABI/3qg6rqIpcJI/s320/Cruz.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Entra em vigor no próximo dia 7 de junho a Resolução nº. 211 da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). A norma inclui 70 novos tratamentos médicos e odontológicos como obrigatórios na cobertura dos planos de saúde e se aplicará a todos aqueles que possuem contratos celebrados a partir de 2 de janeiro de 1999 - quando entrou em vigor a Lei nº 9.656/98, que regulamentou o setor.&lt;br /&gt;Entre as novas coberturas destacam-se o transplante heterólogo (de uma pessoa para outra) de medula óssea, PET-Scan para diagnóstico de câncer de pulmão, implante de marcapasso multissítio, oxigenoterapia hiperbárica, mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo, além de importantes inclusões no segmento odontológico, como colocação de coroa unitária e bloco.&lt;br /&gt;Referido ato da agência reguladora visa garantir aos beneficiários de planos de saúde uma cobertura mais ampla e eficaz, com o nítido objetivo de ver resguardado o pleno direito à saúde, previsto constitucionalmente. Ocorre que os novos tratamentos trarão impacto financeiro aos contratos já existentes, com inquestionável elevação dos gastos das seguradoras de saúde para garantir a cobertura obrigatória.&lt;br /&gt;A questão é: quem arcará com essa majoração dos gastos?&lt;br /&gt;Considerando que as empresas de planos de saúde exercem atividade econômica lucrativa, existem apenas duas opções: ou haverá o reajuste do valor dos contratos, para incluir os novos procedimentos, ou seja, será repassado aos consumidores o aumento dos gastos; ou ocorrerá a decadência da qualidade do serviço prestado, com as seguradoras contratando profissionais de menor capacidade e adquirindo instrumentos e equipamentos de menor qualidade. Em ambos os casos, os que sofrerão diretamente serão os consumidores, restando a eles pagar mais caro pela cobertura ou ter à disposição um serviço de pior qualidade.&lt;br /&gt;Contudo, deve-se levar em consideração que a ampliação dos tratamentos oferecidos pelos planos de saúde é necessária e justa, principalmente diante do direito do beneficiário em ter o mais amplo e eficaz atendimento pelo serviço de saúde contratado, como recompensa do esforço de arcar com as altas mensalidades.&lt;br /&gt;O que se pretende demonstrar é que no atual quadro da saúde brasileira, a função do Estado se limita a regulamentar, impondo à sociedade - como única saída para se obter um tratamento médico digno e completo - a contratação de plano de saúde privado, deixando nitidamente de lado a sua função primária, que é a de fornecer as garantias mínimas para o bem-estar da sociedade, como é o caso da saúde pública.&lt;br /&gt;Conclusão. A contratação de um plano de saúde deixou de ser artigo de luxo dos cidadãos e passou a ser questão de necessidade, já que sem ela corre-se grave risco de não se conseguir atendimento digno nos serviços públicos de saúde.&lt;br /&gt;Desse modo, não resta alternativa aos consumidores senão aceitar as majorações das mensalidades dos planos médicos e "aplaudir" a preocupação estatal em garantir, através de regulamentação, a ampliação dos tratamentos na rede privada de saúde.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1149266902062233721?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1149266902062233721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/planos-de-saude-quem-paga-os-novos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1149266902062233721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1149266902062233721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/planos-de-saude-quem-paga-os-novos.html' title='Planos de saúde: quem paga os novos tratamentos?'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/S41h3P4ml9I/AAAAAAAAABI/3qg6rqIpcJI/s72-c/Cruz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4103272335709749305</id><published>2010-03-01T05:28:00.000-08:00</published><updated>2010-03-01T05:29:30.361-08:00</updated><title type='text'>Prevenção é saída para plano de saúde</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;br /&gt;As operadoras de plano de saúde entenderam que os programas de prevenção da saúde , com a reestruturação no modelo de atendimento ao paciente, é um dos principais caminhos para a redução de custos, além de trazer benefícios ao cliente. Com a competitividade do mercado, novos procedimentos de atendimento estipulados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) e a expectativa de envelhecimento da população, a alteração no modelo de atendimento dos planos tornou-se fundamental para a sobrevivência das operadoras. "Caso contrário, o setor corre o risco de sucumbir em menos de 50 anos", avalia o presidente da Federação das Unimeds de Minas Gerais, Emerson Fidelis Campos.&lt;br /&gt;As operadoras de saúde estão se reestruturando para mudança no modelo de atendimento ao cliente. Emerson Campos ressalta que essa reorganização é uma discussão nacional e deve levar à redução dos preços dos planos. "Queremos trabalhar para manter a saúde. Evitar que o plano seja usado apenas quando o paciente estiver com algum problema grave. É uma mudança de foco. No lugar de tratar da doença, vamos promover a saúde", ressalta Campos.&lt;br /&gt;A ANS vem estimulando os programas de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças, com uma mudança no modelo de assistência que está em vigor hoje. Segundo a agência reguladora, grande parte das doenças que acometem a população atualmente é passível de prevenção.&lt;br /&gt;Assim como a Unimed, outras operadoras, como Golden Cross e Bradesco Seguros, estão com fortes investimentos nos programas de prevenção de doenças. Na Golden Cross, mais de 9 mil associados são atendidos hoje pelo Golden Vida, um leque de produtos direcionados à qualidade de vida, promoção, prevenção e reabilitação da saúde. O programa está dividido nos módulos de atenção básica, de prevenção a doenças e de atenção especializada para doentes em variados estágios. O objetivo é melhorar a qualidade de vida, incentivar hábitos saudáveis e otimizar os cuidados aos portadores de doenças crônicas.&lt;br /&gt;Na Bradesco Saúde, o programa Juntos pela saúde leva aos segurados algumas ferramentas para prevenir doenças, como questionários de avaliação de saúde, folhetos educativos, palestras e vacinas anuais contra a gripe. Segundo a operadora, os participantes do programa tiveram índices de sinistralidade reduzidos entre 15% e 30%, com redução em fatores de risco como sedentarismo e obesidade, além de melhorar a qualidade de vida e reduzir o custo da assistência. A seguradora acredita que a informação e a assistência oferecidas fazem com que os participantes do programa tornem-se mais conscientes e motivados a mudarem hábitos de vida e o comportamento em relação à sua saúde.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4103272335709749305?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4103272335709749305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/prevencao-e-saida-para-plano-de-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4103272335709749305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4103272335709749305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/03/prevencao-e-saida-para-plano-de-saude.html' title='Prevenção é saída para plano de saúde'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-6773168534951388876</id><published>2010-02-25T07:08:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T07:09:03.586-08:00</updated><title type='text'>O que muda com a medicalização dos gases</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Para se adequarem às Resoluções 69/08 e 70/08 da Anvisa, as empresas do setor estão promovendo alterações internas e em seus processos&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Desde janeiro, todas as empresas fabricantes de gases medicinais devem estar regularizadas quanto à Autorização de Funcionamento, de acordo com o prazo estabelecido pela Resolução 69/08 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que descreve as Boas Práticas de Fabricação de Gases Medicinais. A mesma legislação ainda prevê 24 meses, a partir da data da Autorização de Funcionamento, para que as empresas obtenham o Certificado de Boas Práticas de Fabricação.&lt;br /&gt;A resolução, que estabelece os requisitos mínimos a serem observados na produção industrial de gases medicinais, está promovendo mudanças nas empresas do setor. A Air Liquide Brasil, por exemplo, criou uma área específica para acatar plenamente às determinações da Anvisa. "Além disso, estamos realizando investimentos relevantes e revisões em procedimentos operacionais, que também atenderão a expectativa dos clientes e de todo o segmento de gases medicinais", informa o diretor da Atividade Medicinal da Air Liquide, Jamil Pícolo.&lt;br /&gt;Já a Indústria Brasileira de Gases (IBG) contratou um consultor para orientar e cuidar dos papéis necessários para o cumprimento das novas regras, enquanto a White Martins criou um grupo de trabalho multifuncional para aderir às novas regras. "Estamos aprimorando o sistema de controle de lotes, permitindo a rastreabilidade dos produtos entregues aos clientes, entre outras ações", afirma o diretor de Desenvolvimento Medicinais da White Martins, Jorge Reis.&lt;br /&gt;A Resolução 69/08 se aplica não somente à empresa que produz o gás medicinal, mas a todas aquelas que, sem realizar o processo completo, participam do controle, da elaboração de alguma etapa do processo, do fracionamento, do acondicionamento, da distribuição, do transporte e da importação do gás medicinal. No entanto, não se aplica à produção e ao manuseio dos gases medicinais em serviços de saúde para uso próprio, que estão sujeitos à legislação específica vigente.&lt;br /&gt;Considerando que um gás medicinal é um gás ou uma mistura de gases destinados a tratar ou prevenir doenças em humanos ou administrados a humanos para fins de diagnóstico médico ou para restaurar, corrigir ou modificar funções fisiológicas, a norma da Anvisa exige profissionais de nível superior legalmente habilitados, com conhecimento técnico sobre a produção e controle de gases medicinais, para a liberação dos lotes fabricados.&lt;br /&gt;Desta maneira, as pessoas envolvidas na produção de gases medicinais devem conhecer as exigências de Boas Práticas de Fabricação relevantes para estes produtos e os aspectos de importância crítica e os riscos potenciais dos gases medicinais. O pessoal das empresas terceirizadas que possam influenciar na qualidade dos gases medicinais, bem como os motoristas dos caminhões-tanque, também devem ser treinados adequadamente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Notificação dos gases&lt;br /&gt;Além do regulamento técnico de Boas Práticas de Fabricação de Gases Medicinais, a Anvisa publicou a Resolução 70/08, sobre a Notificação de Gases Medicinais, que estabelece os requisitos mínimos para a garantia da qualidade, segurança e eficácia dos gases medicinais de uso consagrado. O órgão regulador considera de uso consagrado os gases de ampla comercialização de uso clínico bem conhecido ou os utilizados há mais de uma década e ressalta que os que não possuem essas características, como o óxido nítrico, por exemplo, devem ser submetidos às mesmas regras de registro de medicamentos novos.&lt;br /&gt;De acordo com a norma, a legislação em vigor, relativa ao registro de medicamentos, não prevê as especificidades dos gases medicinais e determina que eles sejam notificados na Agência mediante peticionamento eletrônico, sendo que as empresas têm até janeiro de 2012 para se adequar.&lt;br /&gt;Entre outros aspectos, a resolução prevê que os pedidos de notificação serão instruídos com a descrição e composição do gás medicinal e com os métodos de controle de qualidade utilizados, devendo ser indicada a farmacopéia de referência. A Notificação não exime as empresas das obrigações do cumprimento das Boas Práticas de Fabricação e das demais regulamentações sanitárias.&lt;br /&gt;As empresas devem proceder a uma Notificação individual para cada gás medicinal e, caso ocorra modificação em algum dos dados informados na Notificação, é preciso proceder a uma nova para o produto e cancelar a anterior, simultaneamente. As misturas de gases medicinais elaboradas sob prescrição médica estão isentas de notificação desde que os gases componentes da mistura sejam notificados e que sua elaboração tenha a mesma qualidade dos gases medicinais notificados.&lt;br /&gt;Todas as notificações devem ser renovadas a cada cinco anos, sendo que quando houver descontinuidade da fabricação do produto, as companhias devem notificar sua exclusão de comercialização, mediante peticionamento eletrônico. No site da Anvisa, será disponibilizada para consulta a relação de empresas e gases medicinais notificados, imediatamente após a realização da Notificação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cumprimento de prazos e concordância com as regras&lt;br /&gt;A White Martins, empresa controlada pela Praxair - que opera em mercados como Europa, EUA e alguns países da América Latina, seguindo regras muito semelhantes às da Anvisa -, diz que está tomando todas as providências necessárias para atender às determinações da Agência dentro dos prazos definidos.&lt;br /&gt;No entanto, informa que acompanha desde 2004 a discussão sobre as normas em fóruns específicos, envolvendo representantes da Anvisa, de empresas de gases medicinais, dos Conselhos dos Farmacêuticos e dos Químicos, da ABNT e representantes médicos.&lt;br /&gt;A Air Liquide, por sua vez, afirma ter se antecipado às exigências em 2004, quando o grupo determinou a todas as suas subsidiárias que adotassem procedimentos similares nas operações, resultantes da experiência internacional. "Como a medicalização dos gases foi implementada em mercados como França, Portugal, Estados Unidos, Bélgica, Alemanha e Argentina, era apenas uma questão de tempo para que o Brasil também adotasse sistemática similar", argumenta Pícolo.&lt;br /&gt;O presidente da IBG, Newton Oliveira, diz que a empresa está trabalhando para atender às exigências da Anvisa nos prazos determinados, mesmo sem concordar com elas. "As companhias presentes no mercado possuem bastante experiência e conhecimento técnico para oferecer produtos de qualidade, sendo que as novas regras só trarão despesas extras para elas, que poderão inclusive onerar os consumidores finais", destaca.&lt;br /&gt;Já a Air Liquide Brasil apoia a iniciativa da Agência e destaca que a participação do órgão e das Vigilâncias Sanitárias estaduais promoverá não somente o controle das Boas Práticas de Fabricação de Gases Medicinais nos agentes produtores, bem como a regulação dos processos de aquisição destes produtos pelos hospitais, clínicas e demais usuários finais.&lt;br /&gt;"O entendimento da White Martins é que as resoluções seguem uma tendência mundial que visa garantir a qualidade e a confiabilidade dos gases medicinais, beneficiando as instituições de saúde, os pacientes e a sociedade como um todo", finaliza Reis. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-6773168534951388876?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/6773168534951388876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/o-que-muda-com-medicalizacao-dos-gases.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/6773168534951388876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/6773168534951388876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/o-que-muda-com-medicalizacao-dos-gases.html' title='O que muda com a medicalização dos gases'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1905742378027268210</id><published>2010-02-25T06:48:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T06:50:46.428-08:00</updated><title type='text'>Amil vence na categoria e fica em 7º no geral</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Empresa trabalha para conseguir acompanhar a mente do CEO e, assim, apresentar projetos como o de gestão de paciente de alto risco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fazer um raio X do setor de saúde no Brasil é complexo. Primeiro, pela dimensão do País e, depois, pelas particularidades e deficiências regionais. Mas, quando se parte para a iniciativa privada, observa-se um esforço grande para melhorar processos, informatizar e automatizar tudo o que for possível, tendo em mente um simples - mas difícil - objetivo: a satisfação do paciente. Na Amil Participações não é diferente. No grupo, que possui operadora, hospitais, ambulatórios e medicina diagnóstica, a TI trabalha forte para gerar projetos que agreguem valor ao dia a dia da operação.&lt;br /&gt;Em 2009, o maior desafio e talvez o que tenha rendido ao grupo a sétima colocação no estudo As 100+ Inovadoras no Uso de TI, na visão do CIO, Telmo Pereira, foi a integração completa da área de saúde por meio de um projeto batizado de GPAC - gestão do paciente de alto risco. "É fazer com que o cliente passe pelos serviços médicos de forma integrada, acompanhar todos os procedimentos sem migrar base de dados", resume.&lt;br /&gt;Parece algo simples, mas não é. A equipe de TI da Amil Participações vinha trabalhando no projeto desde julho de 2008. Em meados deste ano, a solução entrou em produção e a operação mesmo teve início em setembro último. Com isto, um funcionário da operadora pode acessar resultados de exames do paciente, marcar consulta ou internação na rede própria - tudo por meio de compartilhamento e um fluxo pré-determinado por tipo de doença.  &lt;br /&gt;O desenvolvimento do software ocorreu com ajuda de um parceiro terceirizado. A parte mais complexa, como Pereira lembrou, foi formatar o fluxo que cada tipo de paciente teria dentro da rede. Por exemplo, alguém com diabete tipo 1 em determinado nível precisa de atendimento X, exame Y e retorno em N dias. Era preciso descrever este tipo de caminho para diversos perfis, como hipertensos, que podem ter desenvolvido o problema por diversos fatores, como obesidade.&lt;br /&gt;"Foi um projeto inovador e de integração, pelo qual acompanhamos o paciente do diagnóstico até a estabilização do quadro", explica. "O GPAC tem todo um trabalho de identificação patológica pelos programas de qualidade de vida, pelo primeiro contato ou ainda por meio de diagnóstico da empresa", detalha.&lt;br /&gt;Para que o projeto fosse possível, houve um trabalho intenso de comunicação com as áreas de negócio e colaboração entre os três ramos da companhia. Pereira coordena os CIOs das divisões de operadora, serviços médicos (onde estão hospitais e ambulatórios) e medicina diagnóstica. São cerca de 150 colaboradores no total. O GPAC, além de dar mais segurança ao paciente que segue um caminho padrão dentro do plano, acaba, num segundo momento, gerando redução de custos, porque, com a abordagem adequada, é menos provável que esses pacientes precisem de internação ou tratamentos mais complexos.&lt;br /&gt;Invadindo a mente do chefe&lt;br /&gt;A integração por meio do GPAC realmente merece atenção por todo o suporte que garante aos pacientes de alto risco, mas a equipe de Pereira também está à frente de outros projetos, como o que visa à eliminação do papel na identificação do cliente. Em operação desde o fim de 2008, agora tudo é feito por meio da URA ou da plataforma web. "Ao ligar para marcar, já verificamos se o procedimento está liberado e o atendimento faz apenas uma rechecagem", avisa.&lt;br /&gt;Entre a apresentação de um projeto e outro, o executivo, que conta com um orçamento de TI na casa de 2% do faturamento do grupo, estimado para 2009 em R$ 4 bilhões, frisa que a relação da TI com o negócio é extremamente importante. "A tecnologia da informação é conectividade, hardware, suporte; ela permite que as regras do negócio sejam mais fáceis." Para ele esta relação próxima vai além de conversas em reuniões. Pereira ensina que "o modelo é estar dentro da mente do CEO. Precisa estar ligado e dar o suporte necessário." Sem precisar o quanto do seu orçamento é destinado para inovação, o executivo garante que metade seria o essencial. "Não tem CEO que não esteja pensando em diferenciais. No ano que vem, lançaremos produto e o esforço para isto será grande."&lt;br /&gt;Enquanto 2010 não chega, o executivo ressalta outro destaque entre os projetos que tocou neste ano. Trata-se da formação de uma espécie de junta médica para fechar diagnósticos complexos e, como a Amil Participações conta com hospitais em todo o País, esta comunicação pode ser por meio de teleconferência. "O projeto consiste em acessar todos os exames via portal e trocar ideias com outros médicos", comenta.&lt;br /&gt;Os especialistas também podem consultar esses resultados pelo celular, notebook, conferindo mobilidade ao profissional, propiciando também a garantia de continuidade do atendimento mesmo quando está fora da base.&lt;br /&gt;Recentemente, esta mesma publicação trouxe uma reportagem sobre o setor de saúde abordando principalmente a TI dentro dos hospitais. O diagnóstico foi de desafio intenso e que o caminho a ser percorrido pela área era de trabalho árduo. Alguns grupos conseguem se diferenciar, sobretudo os privados, por conta de gestores que acreditam no potencial tecnológico e no salto de qualidade que pode ser dado ao investir em inovação, colocando à disposição não apenas orçamento, mas possibilidade de capacitar pessoas.&lt;br /&gt;No caso da Amil Participações, a boa colocação reflete o valor dado à TI e também insere a empresa no contexto de firmas que acreditam no processo de inovação. Como deduz Telmo Pereira, "empresa de capital aberto sempre tem de usar a TI para melhorar a qualidade e ter diferenciais." &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1905742378027268210?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1905742378027268210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/amil-vence-na-categoria-e-fica-em-7-no_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1905742378027268210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1905742378027268210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/amil-vence-na-categoria-e-fica-em-7-no_25.html' title='Amil vence na categoria e fica em 7º no geral'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4191856965239299751</id><published>2010-02-24T08:43:00.000-08:00</published><updated>2010-02-24T08:44:12.338-08:00</updated><title type='text'>Saúde nos Negócios</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Edison Cunha discute os tópicos presentes na agenda dos empresários do segmento de seguro-saúde&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Na agenda dos empresários do segmento de seguro-saúde, vários tópicos ocupam espaço para discussão: aumento da sinistralidade decorrente de procedimentos mais onerosos e recentes epidemias, conformidade com as exigências da ANS (Agência Nacional de Saúde), portabilidade dos planos, geração de caixa, inadimplência, crescimento versus consolidação, dentre outros itens.&lt;br /&gt;Todas estas questões merecem pelo menos o esclarecimento do que precisa ser feito para conviver com as mudanças que ocorrem no segmento e também no próprio sistema de gestão e comercialização do negócio. O fato é que a rapidez e eficiência nos diagnósticos de doenças crônicas e a assertividade dos tratamentos com medicamentos mais eficazes convivem agora com a escassez de recursos na área.&lt;br /&gt;O atendimento às resoluções da agência reguladora cria um conflito de interesses entre os prestadores de serviços e os usuários finais, impactando diretamente no desempenho das empresas de menor escala de atendimento, que se veem obrigadas a abrir espaço para os competidores mais bem estruturados à nova realidade, tendendo, assim, a desaparecer do mercado de saúde inúmeros players.&lt;br /&gt;Neste cenário de aparente indefinição no segmento, a dúvida que assola os empresários é crescer e adquirir musculatura para competir ou consolidar as operações a um nível adequado de sobrevivência.&lt;br /&gt;Sem dúvida, o interesse maior de cada empresário é continuar crescendo de forma sustentável e, para tanto, planejar este crescimento se faz necessário. O exercício de reflexão estratégica passa por estabelecer uma visão externa do mercado e uma visão interna das competências que a organização deve ter para competir.&lt;br /&gt;Começando pelo ambiente externo, é necessário monitorar os aspectos que impactam no desempenho do setor, tais como: perspectivas de crescimento, evolução da renda per capita da população abrangida, índices macroeconômicos e fatores inerentes à competição, incluindo a concorrência, política de preços, canais de venda, potenciais nichos de mercado e escopo de atuação geográfica.&lt;br /&gt;De posse destas informações, alguns questionamentos deverão ser formulados para definir a estratégia a ser seguida. E isso passa pela definição dos mercados-alvo, os clientes potenciais em cada segmento, o tamanho do mercado, as tendências econômicas e tecnológicas, os competidores existentes no mercado-alvo, os players emergentes, dentre outras informações.&lt;br /&gt;Com esta visão de mercado e demais variáveis, é possível a formulação de uma estratégia visando o aproveitamento das oportunidades ou na conquista de clientes insatisfeitos com os concorrentes.&lt;br /&gt;Entretanto, a organização deve estar preparada para este crescimento e isto significa torná-la mais ágil, ter equipes preparadas para administrar a mudança, conhecer suas competências essenciais e alavancar seus pontos fortes quando as oportunidades surgirem.&lt;br /&gt;Para tanto, deverá promover uma reestruturação nos processos de atendimento, agilizando as decisões, estabelecendo metas de desempenho alinhadas à estratégia, integrando as informações fazendo uso da tecnologia e automação, redimensionando recursos e atuando no controle e redução dos custos e despesas, principalmente no momento em que experimentar o crescimento.&lt;br /&gt;Um ponto em comum em todas as organizações que vêm conseguindo bons resultados é a profissionalização de suas administrações, assunto que adquiriu importância no setor de saúde nos últimos anos.&lt;br /&gt;As recompensas que advém de uma reflexão estratégica são várias e as empresas que não se sentem preparadas para conduzir este processo tem buscado apoio na consultoria para atuar como facilitadora, provedora de metodologias e integradora das idéias que fluem durante todo este exercício. Assim, quem pretende mudar uma organização deve procurar conhecê-la, descobrir sua identidade, sua cultura e seus valores, sem procurar impor modelos pré-concebidos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4191856965239299751?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4191856965239299751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/saude-nos-negocios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4191856965239299751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4191856965239299751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/saude-nos-negocios.html' title='Saúde nos Negócios'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-7994453919817819771</id><published>2010-02-22T05:43:00.000-08:00</published><updated>2010-02-22T05:44:32.270-08:00</updated><title type='text'>81% da população está satisfeita com planos de saúde</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;GfK entrevistou cerca de 1000 pessoas das classes A, B, C e D para medir o grau de satisfação em relação a serviços públicos e privados.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Segundo pesquisa desenvolvida pela GfK Brasil, mais de 81% dos brasileiros que usufruem de plano de saúde estão satisfeitos com o serviço. Cerca de 45% dos entrevistados tinham planos de saúde, e de uma escala apresentada de zero a dez para medir a satisfação com o serviço, o grau medido foi de 7,54.  A pesquisa ainda aponta que 27% das pessoas deram nota máxima a seus planos, enquanto 3,1% deram a nota mínima. No caso da saúde pública, o quadro cai consideravelmente. A média de satisfação marcou 4,22 pontos, e, dos usuários, 21% deram nota mínima ao serviço, enquanto 7,2% deram nota máxima.O estudo foi realizado por meio de mil entrevistas entre as classes A, B, C e D, em 12 capitais e regiões metropolitanas. Entre elas, o serviço público melhor avaliado foi o de São Paulo, com 4,82 pontos. O Rio de Janeiro teve uma média inferior, com 3,09 pontos. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-7994453919817819771?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/7994453919817819771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/81-da-populacao-esta-satisfeita-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7994453919817819771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/7994453919817819771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/81-da-populacao-esta-satisfeita-com.html' title='81% da população está satisfeita com planos de saúde'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-8368860498508513157</id><published>2010-02-19T12:21:00.000-08:00</published><updated>2010-02-19T12:23:58.186-08:00</updated><title type='text'>Apesar da crise econômica, Unimed-BH expande em 13,3%</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É o melhor desempenho já registrado pela operadora, que fechou sua receita operacional bruta em R$ 1,57 bilhão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Unimed-BH encerrou o ano de 2009 com um crescimento da receita operacional em 13,3%, consolidada em R$ 1,57 bilhão, apesar dos efeitos causados pela crise econômica que afetou o mercado de saúde, com um declínio de crescimento de 5% para menos de 3% no período. Trata-se do melhor desempenho comercial registrado pela operadora.Também houve uma expansão de sua base de clientes em 12,2%, fechando o ano com aproximadamente 835 mil beneficiários, a maior carteira do Sistema Unimed no país.Em números absolutos, a carteira da Unimed-BH somou no período de 2006 a 2009 a quantia de 267 mil novos clientes, 90 mil somente no último ano. Tal número representa um salto de 46,9%, e é equivalente, de acordo com a ANS, à incorporação de duas operadoras de grande porte, acima de 100 mil vidas. Entre os fatores responsáveis pelo crescimento está a estratégia de vendas e relacionamento focada no segmento empresarial, que responde por 75,5% do total de clientes. Para este ano, a meta da operadora é levar a carteira a 865 mil vidas.No período de quatro anos,  a  cooperativa cumpriu um programa de investimento com mais de R$ 100 milhões, voltados para a expansão de sua rede própria, com a abertura de quatro unidades. Ainda, R$ 30 milhões  foram destinados para acreditação de hospitais contratados, e como resultado do programa 75% das internações já ocorrem em serviços com certificação de qualidade. Segundo a Organização Nacional de Acreditação (ONA), Belo Horizonte é a capital com o segundo maior parque hospitalar acreditado do Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-8368860498508513157?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/8368860498508513157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/apesar-da-crise-economica-unimed-bh.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8368860498508513157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8368860498508513157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/apesar-da-crise-economica-unimed-bh.html' title='Apesar da crise econômica, Unimed-BH expande em 13,3%'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-8679818809764981675</id><published>2010-02-18T14:13:00.000-08:00</published><updated>2010-02-18T14:14:35.735-08:00</updated><title type='text'>Anvisa regulamenta venda de produtos de conveniência em farmácias</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 60 mil drogarias adquiriram autorização judicial que as desobrigaram a cumprir a medida&lt;br /&gt;Entra nesta quinta-feira, 18, a resolução que regulamenta a venda de produtos de conveniência e medicamentos em farmácias, determinada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Porém, sem validade completa. Aproximadamente 60 mil drogarias adquiriram autorização judicial que as desobrigaram a cumprir a medida.Apesar de não informar dados, a Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), informou que o número é correspondente à maioria das farmácias no país. Tal resolução proíbe a venda de produtos alheios à saúde, o que inclui produtos como comidas e bebidas, e obriga que remédios sem prescrição médica fiquem atrás do balcão.Encomendadas pela Abrafarma em 2009, uma pesquisa do Ibope revela que 77% dos consumidores desta área acreditam que farmácias devem oferecer, também, outros produtos. Além de medicamentos, as farmácias ainda podem vender plantas medicinais, cosméticos, produtos de higiene pessoal, produtos de autoteste para diagnósticos, produtos médicos com uso autorizado para leigos, mamadeiras e chupetas, barbeadores e lâminas, brincos estéreis para perfuração da orelha, essências florais para floralterapia, alimentos para dietas específicas e complementos alimentares, mel, própolis e chás, vitaminas e minerais.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fonte: Saúde Business Web&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-8679818809764981675?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/8679818809764981675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/anvisa-regulamenta-venda-de-produtos-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8679818809764981675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/8679818809764981675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/anvisa-regulamenta-venda-de-produtos-de.html' title='Anvisa regulamenta venda de produtos de conveniência em farmácias'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-2075555282307973626</id><published>2010-02-11T12:55:00.000-08:00</published><updated>2010-02-11T12:56:42.118-08:00</updated><title type='text'>iPhone com foco em Saúde</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Rede de clínicas desenvolve aplicativo para que médicos façam pré-admissão de pacientes por meio do iPhone&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 2008, quando a Apple anunciou que daria suporte ao Microsoft Exchange no iPhone, foi o que bastou para que o CEO da RehabCare e fã do iPhone, John Short, se convencesse de que esse era apenas o início do impacto do aparelho no mundo dos negócios. "Nosso CEO ergueu seu iPhone e disse: "este será o novo computador de todos"", relembra o CIO Dick Escue.  Pouco depois disso, Escue e sua equipe começaram a trabalhar em um aplicativo, baseado em celular inteligente, para a pré-admissão de pacientes nas clínicas da RehabCare, um serviço de reabilitação física que atende os EUA, entre 33 clínicas de reabilitação e hospitais. A RehabCare compete por pacientes que precisam de reabilitação seguindo a liberação de hospitais e respondendo às referências de situações críticas. Embora Short e Escue prefiram a interface do iPhone, o aplicativo de pré-admissão pode ser usado em BlackBerrys, assim como em outros dispositivos. A característica mais importante do aplicativo é a verdadeira mobilidade, para que os clínicos não precisem mais de um laptop para checar e-mails para receber alertas de referências ou mesmo para preencher o formulário de pré-admissão. Depois de receber as referências, o clínico, geralmente, vai até o hospital para entrevistar equipes médicas e, se possível, o paciente e sua família. Ele envia as informações sobre o paciente para o aplicativo do iPhone que o repassa para o diretor médico para aprovação final, provavelmente também usando seu iPhone. A RehabCare pensa em como otimizar ainda mais o processo - por exemplo, trabalhando com os hospitais para estruturar as informações referenciais enviadas via e-mail, de modo que elas sejam enviadas diretamente para o aplicativo de pré-admissão, contou Escue.  Mas ele não recebeu um cheque em branco para desenvolver o aplicativo de smartphone e, na verdade, seu objetivo era criar algo que não exigisse nenhum investimento adicional em infraestrutura de TI. Depois de considerar várias opções, a RehabCare desenvolveu o protótipo de um aplicativo móvel em quatro dias, com a ajuda da empresa consultora de computação em nuvem, Appiro, que roda na plataforma da Salesforce.com. Os desenvolvedores usam a linguagem de programação Apex, da Salesforce, para escrever o aplicativo, que roda nos servidores do data center da provedora. Os criadores de conteúdo podem trabalhar mais rápido porque a Apex permite que os programadores criem interfaces para funções específicas, mas a lógica central e a capacidade do banco de dados da plataforma online da Salesforce já existe, o que permite apenas a personalização limitada. Essa abordagem representou uma nova maneira de criar, rapidamente, o aplicativo da RehabCare. A primeira versão do aplicativo não foi perfeita, "mas decidimos que não teria problema porque poderíamos reconstruí-la rapidamente", avalia Escue. A RehabCare paga uma taxa de assinatura mensal para hospedar o aplicativo do iPhone na Salesforce.&lt;br /&gt;A satisfação com o aplicativo foi tamanha que a rede de clínica já trabalha no desenvolvimento de uma segunda aplicação, que deve estar pronta neste mês. Ela servirá para que 12 mil terapeutas possam resgatar informações e registros de tratamentos em seus iPhones dependendo da fase de tratamento de cada paciente. Espera-se que o aplicativo possa melhorar a produtividade e a precisão: os terapeutas receberão direcionamento específico quando estiverem com um paciente, podendo, assim, eliminar horas de trabalho colocando informações no sistema após o trabalho. O aplicativo é desenvolvido por um fornecedor de software especialista que não é parceiro da Salesforce, portanto, não irá rodar no Force.com, e será nativo do iPhone.  A RehabCare quer manter aberto seu leque de opções. Seus executivos estão impressionados com o sistema operacional Android do Google. Como não é proprietário como o iPhone, o Android deve atrair mais desenvolvedores de software e fabricantes de dispositivos, resultando em mais opções para a empresa, racionaliza Escue. "Se manter preso a um fornecedor é sempre um problema", pontua. "O iPhone é um produto maravilhoso, mas outras opções podem existir no futuro, como o Android, que nos parece uma escolha interessante". &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-2075555282307973626?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/2075555282307973626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/iphone-com-foco-em-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2075555282307973626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/2075555282307973626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/iphone-com-foco-em-saude.html' title='iPhone com foco em Saúde'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-5971926357764494640</id><published>2010-02-10T11:54:00.000-08:00</published><updated>2010-02-10T11:55:47.759-08:00</updated><title type='text'>Ministério da Saúde economizou R$ 118 mi em remédios</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O ministério adquire 32 tipos de remédios, sendo que os estrangeiros absorvem 72% do orçamento para as compras, que é de R$ 1 bilhão&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde reduziu em quase 12% os gastos com as compras de medicamentos para tratamento da aids neste ano, o equivalente a uma economia de R$ 118 milhões.&lt;br /&gt;As grandes compras do governo para abastecer todo o país e os esforços para a quebra de patentes, que possibilitam a produção nacional do remédio ou a importação do genérico (mais barato) colaboram para a queda no custo dos contratos com os laboratórios, segundo a diretora do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Mariângela Simão.&lt;br /&gt;O ministério adquire 32 tipos de remédios, sendo 13 nacionais e 19 estrangeiros. Os últimos absorvem 72% do orçamento para as compras, que é de aproximadamente R$ 1 bilhão.&lt;br /&gt;Segundo a diretora, em 2008, depois de pressão do ministério e de organizações da sociedade civil, não foi reconhecida a patente do antirretroviral tenofovir, que faz parte do tratamento de aids e da hepatite B crônica. Com isso, o preço do comprimido caiu de R$ 5,08 para R$ 3,50 - o que significou uma economia de R$ 47,4 milhões.&lt;br /&gt;Outro exemplo, citado pela diretora, foi o licenciamento compulsório, conhecido como quebra de patente, do efavirenz há quatro anos. Desde então, a queda com as compras desse medicamento foi de R$ 204 milhões, conforme Mariângela Simão.&lt;br /&gt;Segundo a diretora, com a diminuição nos gastos, o ministério quer ampliar a oferta de remédios mais caros para pacientes resistentes às drogas atuais. De 2003 a 2009, já foram incluídos três remédios para esse grupo e outro está sob análise do ministério para passar a ser ofertado ainda neste ano. "Com essa redução, podemos incluir cerca de 15 mil pessoas por ano no tratamento", disse Mariângela Simão. Atualmente, 191 mil pessoas estão em tratamento contra a aids. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-5971926357764494640?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/5971926357764494640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/ministerio-da-saude-economizou-r-118-mi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5971926357764494640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5971926357764494640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/ministerio-da-saude-economizou-r-118-mi.html' title='Ministério da Saúde economizou R$ 118 mi em remédios'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4433537955412389622</id><published>2010-02-10T05:34:00.000-08:00</published><updated>2010-02-10T05:35:34.588-08:00</updated><title type='text'>Notícias dos Setores de Assistência Médica &amp; Odontológica</title><content type='html'>&lt;strong&gt;SULAMÉRICA SAÚDE: NOVA SUPERINTENDENTE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A SulAmérica Saúde acaba de contratar a administradora e atuária Ana Cristina Novaes Costa. A executiva assume a recém-criada superintendência de Relacionamento com Clientes da área de saúde, na categoria de planos administrados dentro do segmento empresarial. Ana chega à companhia para aprimorar o relacionamento com as empresas clientes da seguradora e ampliar o leque de serviços e facilidades oferecidos, de maneira personalizada. Ana Cristina acumula experiência de 15 anos no mercado de seguros, tendo atuado no desenvolvimento de produtos e serviços no ramo de Saúde Empresarial, além da comercialização de seguros nas áreas de Saúde, Vida e Ramos Elementares. É formada em Ciências Atuariais, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Administração de Empresas com ênfase em Marketing, pela Fundação Armando Álvares Penteado.(Fonte: Assessoria de Imprensa)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EM TEMPO: FENASAÚDE - NOVA DIRETORIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A nova diretoria da FenaSaúde começou seu mandato, que vai até 2013, nessa segunda-feira (08). O presidente empossado é Heráclito de Brito Gomes Junior (Bradesco Saúde S/A). Seus vice-presidentes são Edson Godoy Bueno (Amil Assistência Médica Internacional Ltda), Gabriel Portella Fagundes Filho (Sul América Companhia de Seguro Saúde), Geraldo Rocha Mello (Medial Saúde S/A) e Paulo Sergio Barros Barbanti (Grupo Notre Dame Intermédica-Intermédica Sistema de Saúde S/A). Os diretores são André do Amaral Coutinho (Omint Serviços de Saúde Ltda), Dalmo Claro de Oliveira (Unimed Seguros Saúde S/A), Edson Machado Monteiro (Brasilsaúde Companhia de Seguros), Eduardo Ribeiro do Valle Vidigal (Marítima Saúde Seguros S/A), João Carlos Gonçalves Regado (Golden Cross Assistência Internacional de Saúde), Luiz Fernando Butori Reis Santos (Unibanco Saúde Seguradora S/A), Newton José Eugênio Pizzotti (Porto Seguro - Seguro Saúde S/A), Paulo Miguel Marracini (Allianz Saúde S/A). Os membros efetivos do Conselho Fiscal Haydewaldo Roberto Chamberlain da Costa (Bradesco Saúde S/A), João Afonso Espírito (Medial Saúde S/A) e Laênio Pereira dos Santos (Sul América Companhia Nacional de Seguros). Os suplentes são George Ricardo Martins de Souza (Cia. Excelsior de Seguros), José Fernando Romano Furnê (Brasilcap Capitalização) e José Maria Souza Teixeira Costa (Cia. de Seguros Aliança da Bahia).(Fonte: CNSEG)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Empresas concorrem para gerir Hospital do Subúrbio na Bahia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Grupos Vita e Facility disputam com Promédica e Dalkia contrato de mais de R$ 50 milhões - O governo da Bahia também apostou no modelo de parceria público-privada para a administração de serviços. Visando a eficiência dos serviços de saúde no Estado, o governo lançou um edital de licitação para a gestão do Hospital Geral do Subúrbio, em Salvador.&lt;br /&gt;Há dois grupos disputando a gestão, que terá o prazo de 10 anos: os grupos Vita e Facility e a Promédica e Dalkia. Os investimentos giram em torno de R$ 50 milhões, aproximadamente, por conta das empresas, e o governo entregará a estrutura física do hospital e arcará com o custeio operacional.&lt;br /&gt;Entre os dias 23 e 25 deste mês, acontecerá o leilão que definirá o grupo responsável pela administração da instituição. Das três etapas para definir as empresas gestoras, duas já foram realizadas. Na primeira audiência, realizada na terça-feira, 2, os consórcios apresentaram as garantias para a gestão do hospital. Passada a análise de propostas técnicas, realizada na sexta-feira 5, um leilão para definição do consórcio escolhido deverá realizado entre os dias 23 e 25. O prazo foi definido em audiência na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).&lt;br /&gt;Para o business developer  das áreas de instituições de saúde e educação da Dalkia, Alexandre Lima Ribeiro, este momento é positivo, um marco zero na evolução deste tipo de gestão. "Acredito que estamos colaborando positivamente para criar a cultura de PPPs no Brasil", explica, apontando os benefícios deste sistema. "Os investimentos são grandes, e o prazo de dez anos é suficiente para criar a consistência necessária para gerar um hospital de qualidade para as pessoas", conta o executivo, que está confiante em relação à licitação. "A Dalkia possui mais de 30 contratos de parceria público-privada internacionalmente. Os mais recentes foram no México e no Peru", ressalta, apontando a Promédica como uma grande parceira em relação a esse projeto. "A Promédica é uma parceira ideal por se tratar de um grupo baiano. Por conhecer o cenário da região, sabe claramente onde e como investir recursos", finaliza.&lt;br /&gt;O presidente da rede Vita, Edson Santos, concorda com o sucesso deste modelo de gestão. "A gestão compartilhada se provou mais do que útil, uma ferramenta comprovada. Mais do que nunca empresas buscam serviços terceirizados para otimizar sua qualidade", pontua. "A ideia é reduzir a abrangência final do resultado de trabalho, pois muitas vezes é mais viável gerenciar um contrato com uma empresa, e não um grande número de pessoas, direcionando serviços a empresas competentes", analisa Santos, cuja empresa possui projetos de gestão compartilhada em andamento que abrangem a América do Sul, e, recentemente, ganharam um projeto no Hospital da Mulher, no Rio de Janeiro. O Hospital Geral do Susbúrbio começou a ser construído em 2008, e recebeu investimento de R$ 42,1 milhões. A instituição conta com 248 leitos, sendo 30 de UTI.(Fonte: Saúde Business)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resolução da ANS sobre cooperativas médicas será anulada&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Cláusula diz que o estatuto não pode impedir os profissionais cooperados de se credenciarem a outras operadoras de planos de saúde - A Câmara analisa o Projeto de Decreto Legislativo 2349/09, do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), que susta a resolução normativa 175, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Publicada em 2008, a norma obriga as cooperativas médicas a incluírem cláuula restritiva em seus estatutos sociais.&lt;br /&gt;A cláusula diz que o estatuto não pode impedir os profissionais cooperados de se credenciarem a outras operadoras de planos de saúde. E determina que seja considerado nulo qualquer dispositivo que possua cláusula de exclusividade.&lt;br /&gt;Arnaldo Jardim argumenta que a resolução viola a legislação cooperativista (Lei 5764/71). De acordo com a lei, alteração de estatuto só é autorizada com o voto de 2/3 dos cooperados reunidos em assembleia geral.&lt;br /&gt;"Cabe à ANS regular a atuação das operadoras, prevendo condutas e impondo penalidade, mas não pode interferir na redação dos estatutos", afirma o autor.&lt;br /&gt;Tramitação&lt;br /&gt;Antes de ir a Plenário, a proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.(Fonte: Agência Câmara)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CIO da Unimed Curitiba fala sobre expectativas para 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os diretores de TI do GUCIO-PR consultados, 46% planejam ampliar os orçamentos em relação a 2009 - Não dá para dizer que 2009 tenha sido um ano de todo atípico. Disputar verbas apertadas com outros departamentos, rever estratégias, acompanhar lançamentos e negociar com os parceiros tecnológicos melhores custos faz parte da rotina dos gestores dos departamentos de tecnologia de informação há muito tempo.&lt;br /&gt;De fato, os diretores de TI das empresas do estado do Paraná consultados sobre o impacto da crise econômica em seus orçamentos revelaram que o ano que passou foi pautado pela revisão de investimentos e despesas. Das 30 empresas que responderam a uma consulta, 73% informaram redução nas verbas previstas. Os cortes atingiram infraestrutura, aplicações e quadro de pessoal.&lt;br /&gt;Na outra ponta, o mercado fornecedor também teve que se desdobrar para encaixar os projetos dentro da nova realidade dos clientes. Sorte que os provedores se mostraram bastante flexíveis e criaram alternativas inteligentes para viabilização e manutenção de projetos.&lt;br /&gt;Para o ano de 2010 as empresas do Paraná têm uma expectativa otimista com relação aos investimentos previstos. Dentre os diretores de TI consultados, 46% planejam ampliar os orçamentos frente a 2009. As principais iniciativas estão na atualização de infraestrutura, processos de segurança da informação, portais web, enterprise content management (ECM), business intelligence (BI), além de aplicações específicas de logística, controle de produção e automação de força de vendas.&lt;br /&gt;Os CIOs também relatam que a dependência do negócio em relação aos serviços de tecnologia da informação e as regulamentações dos setores onde atuam têm exigido medidas de contingência cada vez mais robustas para redução de riscos, como sites backup e planos de recuperação de desastres.&lt;br /&gt;A oferta tecnológica tem apresentado inúmeras oportunidades para melhorarmos o negócio e o board das organizações não resiste a um business case bem elaborado. O grande desafio tem sido viabilizar os investimentos e manter a base instalada que naturalmente é depreciada e sofre o impacto do crescimento vegetativo da utilização dos serviços. Viabilizar os investimentos nestes dois campos continuará a ser um bom desafio na rotina dos CIOs.  *Gilmar Ragonetti é CIO da Unimed Curitiba e coordenador do GUCIO do Paraná. O executivo escreveu com exclusividade para InformationWeek Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4433537955412389622?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4433537955412389622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/noticias-dos-setores-de-assistencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4433537955412389622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4433537955412389622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/noticias-dos-setores-de-assistencia.html' title='Notícias dos Setores de Assistência Médica &amp; Odontológica'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4712994327115736830</id><published>2010-02-08T09:46:00.000-08:00</published><updated>2010-02-08T09:47:32.579-08:00</updated><title type='text'>Queixa contra Planos de Saúde cresce 28% em 2009</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Cobertura negada e alta nas mensalidades são os principais motivos&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;de reclamações&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) recebeu 122.008 demandas de clientes, das quais 20.034 foram denúncias contra operadoras de planos de saúde. O número de queixas é 28% maior que o registrado no ano anterior.&lt;br /&gt;Cobertura negada - quando a operadora não autoriza a realização de um determinado procedimento ou consulta - foi um dos temas que mais motivaram reclamações dos consumidores no ano passado. Problemas com os contratos e regulamentos das operadoras também figuram entre os mais denunciados pelos clientes no ano passado. Os usuários também se queixaram do aumento abusivo das mensalidades. Nos anos anteriores, esses já eram os principais problemas apontados pelos clientes de convênios.&lt;br /&gt;Tendência de alta&lt;br /&gt;A tendência é de que as queixas contra convênios só aumentem, estima Daniela Trettel, advogada do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).&lt;br /&gt;Em 2009, foram registradas 3,27 reclamações para cada 10 mil usuários de planos de saúde. Em 2008, havia apenas 1,92 reclamação para cada 10 mil clientes.&lt;br /&gt;A advogada aponta a impunidade como um facilitador de más práticas entre as operadoras. "Mesmo quando as empresas são multadas pela ANS, leva um tempo enorme até que elas efetuem o pagamento à agência", disse ela ao Jornal da Tarde.(FONTE: JORNAL DA TARDE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ANS: ALTERAÇÕES NO SIP PARA 2010&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ANS estabeleceu um novo padrão para as informações do Sistema de Informações de Produtos (SIP), enviadas regularmente pelas operadoras de planos de saúde. A proposta utiliza padrões já existentes e disponíveis em outros bancos de dados e sistemas de informações, permitindo uma compatibilização com os diversos sistemas de informação em saúde hoje existentes e possibilitando uma melhor utilização das informações coletadas. No padrão definido os dados passam a ser enviados pelas operadoras para a ANS em arquivos no formato XML.&lt;br /&gt;Em relação às informações assistenciais, as principais adequações necessárias são:&lt;br /&gt;- As informações passam a ser referentes somente aos beneficiários com contrato com a própria operadora, independentemente de compartilhamento de risco/repasse da assistência para outras operadoras;&lt;br /&gt;- As informações assistenciais devem possuir a identificação do trimestre de ocorrência dos eventos;&lt;br /&gt;- As operadoras médico-hospitalares com 50 mil ou mais beneficiários e as operadoras exclusivamente odontológicas com 20 mil ou mais beneficiários deverão alocar as informações de "Eventos ocorridos" e "Total de despesa líquida" conforme Unidade Federativa de ocorrência dos eventos.(FONTE: ANS)&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-4712994327115736830?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/4712994327115736830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/queixa-contra-planos-de-saude-cresce-28.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4712994327115736830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/4712994327115736830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2010/02/queixa-contra-planos-de-saude-cresce-28.html' title='Queixa contra Planos de Saúde cresce 28% em 2009'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-1362226569262363813</id><published>2009-11-09T12:17:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T12:18:19.440-08:00</updated><title type='text'>Panejamento 2010 - Saúde Suplementar</title><content type='html'>Uma das tarefas mais complexas na gestão da saúde é o planejamento, que além da dinâmica da própria atividade, que transitam das novas tecnologias às novas patologias, requer atenção especial com as questões econômicas.&lt;br /&gt;Quando ocorre a desvalorização do real, começa a “gritaria” para o reajuste de preços dos insumos, sustentado pelo discurso da utilização de diversos componentes importados, que vão desde reagentes até reposição de peças.Mas nas oportunidades em que o real é valorizado não se percebe o movimento contrário, ou seja, redução de preços.&lt;br /&gt;As ações sobre a variação do câmbio levam em conta importantes segmentos produtivos e não tem o mesmo efeito/impacto na assistência médica, por tratar-se de consumo interno.&lt;br /&gt;A taxação dos investimentos estrangeiros com incidência do IOF tem como meta proteger os segmentos exportadores em que, estabilizando o câmbio, à priori não tem repercussão. Contudo, a desvalorização do real, como intenciona o governo, poderá ser novamente causa de aumento dos custos.&lt;br /&gt;Outro fator importante é a dependência da saúde suplementar em relação ao nível de emprego, já que o segmento tem quase 80% dos usuários em contratos coletivos. Contudo, pelas últimas avaliações do mercado, também será preciso considerar, além da quantidade, a ‘qualidade deste emprego’ e o valor da sua remuneração, que nos últimos meses vem sofrendo redução.&lt;br /&gt;Esta questão tem efeito direto, seja na condição de consumidor individual, seja do contrato coletivo, em que o contratante exercerá pressão ainda maior por assistência médica de menor preço, a partir da relação do custo do benefício com a folha de pagamento.&lt;br /&gt;Certamente para muitos gestores estas observações não são novas, mas o propósito é chamar atenção para a necessidade de rever os modelos e matrizes que traduzem dados e expectativas macro econômicas para o ambiente micro econômico, agregando leitura atualizada e contemplando aspectos sócio econômicos no ambiente pós crise financeira, com as alterações provocadas não só internamente, mas externas também.&lt;br /&gt;O que temos assistido é o crescimento no número de beneficiários e o decréscimo do número de operadoras, que por dificuldades econômicas e financeiras deixam de operar no mercado e em diversas situações deixam como herança passivos a serem resolvidos.&lt;br /&gt;Um cenário que sugere a necessidade de revisão geral do modelo de gestão, inclusive do agente regulador (ANS), que já anunciou que irá perseguir padrões internacionais de gerenciamento de risco para a regulação da solvência. Traduzindo: exigirá capital e investimento em novas atividades por parte das operadoras, com impacto direto no custo da saúde suplementar.(FONTE: SAÚDE BUSINESS WEB)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-1362226569262363813?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/1362226569262363813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2009/11/panejamento-2010-saude-suplementar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1362226569262363813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/1362226569262363813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2009/11/panejamento-2010-saude-suplementar.html' title='Panejamento 2010 - Saúde Suplementar'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-5853796085213243289</id><published>2009-07-14T18:51:00.000-07:00</published><updated>2009-07-14T19:00:42.190-07:00</updated><title type='text'>TUSS - Terminologia Unificada em Saúde Suplementar</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;TUSS  padroniza codificação e nomenclatura de procedimentos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;              A instrução normativa 0034, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), trata da instituição da Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS) que é a ferramenta utilizada para facilitar a troca de informações entre operadoras e prestadores. A TUSS foi objeto de discussão dos membros do COPISS, que trabalharam pela unificação do rol de procedimentos. Formatada com base nos estudos da Associação Médica Brasileira (AMB), que desenvolveu, junto às demais entidades médicas, a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM), a TUSS faz parte das ações desenvolvidas para o funcionamento do padrão TISS, que está unificando linguagem, plataforma eletrônica e informações sobre os pacientes dos planos de saúde. Para o presidente da Abramge,  Arlindo de Almeida, a unificação é uma medida desejada por todo o setor de saúde. O próprio segmento de medicina de grupo já possuía um sistema similar de unificação, mas, com a iniciativa da ANS, tornou-se mais “lógico e fácil” seguir o padrão estipulado pela agência, até porque o órgão tem autoridade para exigir a adaptação ao modelo, de forma geral. Segundo Almeida, a unificação garante um atendimento melhor para o cliente, uma vez que acelera o processo de autorização, por exemplo; e, ainda, diminui os custos administrativos para as operadoras.&lt;br /&gt;               Mesmo assim, a implantação da TISS ainda tem esbarrado em alguns grupos da cadeia produtiva, que, em princípio discordavam da informação solicitada nas guias e, agora, argumentam o custo logístico que a adoção da padronização pode causar. Nenhuma das argumentações, no entanto, tem se firmado e o processo de informatização da troca de informações já é um passo sem volta. Desta forma, até mesmo os prestadores são beneficiados com a padronização, uma vez que a medida acelera, também, os pagamentos pelos atendimentos prestados e reduz, significativamente, o número de glosas. &lt;br /&gt;               É extremamente importante salientar que o uso da CBHPM como base para a unificação da codificação e nomenclatura,  não vai representar a instalação da Classificação como modelo de pagamento, pois para o estabelecimento de valores, as negociações entre os prestadores e as operadoras ficam abertas, sem adoção de nenhuma tabela, uma vez que a ANS não regula os valores praticados entre as partes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8360858969818437884-5853796085213243289?l=gestsaude.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestsaude.blogspot.com/feeds/5853796085213243289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2009/07/tuss-terminologia-unificada-em-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5853796085213243289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8360858969818437884/posts/default/5853796085213243289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestsaude.blogspot.com/2009/07/tuss-terminologia-unificada-em-saude.html' title='TUSS - Terminologia Unificada em Saúde Suplementar'/><author><name>Eduardo Dourado Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18172010647171515722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/Sb7OV1qJ97I/AAAAAAAAAAM/ae8dxOV7cvk/S220/Lattes'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8360858969818437884.post-4482379600656996793</id><published>2009-06-05T13:44:00.000-07:00</published><updated>2009-06-05T13:56:07.937-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/SimET5_jngI/AAAAAAAAABA/0hDr-mgMskg/s1600-h/Gest%C3%A3o+Sa%C3%BAde.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343947910371581442" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_W9vOb90ANmI/SimET5_jngI/AAAAAAAAABA/0hDr-mgMskg/s320/Gest%C3%A3o+Sa%C3%BAde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Evolução da Enfermagem na Gestão em Saúde&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O antigo modelo de sistema de saúde&lt;br /&gt;centralizado, cujos alicerces decisórios se restringiam em âmbito federal e estadual, tornaram-se inadequados com a implantação do SUS no Brasil em decorrência da descentralização e a municipalização. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Através do processo de implementação do SUS, os&lt;br /&gt;gestores municipais adquiriram maior&lt;br /&gt;autonomia, seguida de responsabilidade na&lt;br /&gt;gerência de serviços de saúde.&lt;br /&gt;A enfermagem tem demonstrado nos&lt;br /&gt;últimos anos, potencial para implantação,&lt;br /&gt;manutenção e desenvolvimento das políticas de&lt;br /&gt;saúde, demonstra ser ela o eixo principal para&lt;br /&gt;suportar qualquer política de saúde que tenha&lt;br /&gt;como objetivo a assistência de qualidade.&lt;br /&gt;Entretanto, a atuação do enfermeiro como&lt;br /&gt;gestor sofre interferências que podem&lt;br /&gt;comprometer seu desempenho, dentre as quais&lt;br /&gt;se destaca: condições de trabalho&lt;br /&gt;insatisfatórias; tensão provocada pela pressão&lt;br /&gt;da demanda excessiva; falta de recursos;&lt;br /&gt;qualidade insatisfatória e ausência de&lt;br /&gt;integralidade no sistema de saúde;&lt;br /&gt;precariedade dos sistemas de informação&lt;br /&gt;operacionais, dificultando a avaliação de&lt;br /&gt;resultados; falta de política de desenvolvimento&lt;br /&gt;integrado de recursos humanos; decisões&lt;br /&gt;políticas (ingerência política); interesses&lt;br /&gt;político-partidários, externo à vida&lt;br /&gt;organizacional; falta de conhecimento técnico-científico&lt;br /&gt;sobre o sistema de saúde, como&lt;br /&gt;também das leis, normas e diretrizes que regem&lt;br /&gt;a saúde.&lt;br /&gt;Além dos fatores intervenientes já citados,&lt;br /&gt;observamos na literatura críticas à própria&lt;br /&gt;formação do enfermeiro, tais como:&lt;br /&gt;descontextualização em relação às realidades&lt;br /&gt;regionais e às práticas que realiza,&lt;br /&gt;desconsideração do trabalho como princípio&lt;br /&gt;pedagógico, contato tardio do aluno com a&lt;br /&gt;futura prática profissional, valorização do&lt;br /&gt;domínio de habilidades técnicas voltadas para&lt;br /&gt;um sistema de alta complexidade, reduzida&lt;br /&gt;ênfase no trabalho multiprofissional, currículos&lt;br /&gt;pouco flexíveis, dicotomia entre teoria/prática,&lt;br /&gt;pensar/fazer, cuidar/administrar; sendo&lt;br /&gt;necessário uma lapidação no sentido do&lt;br /&gt;gerenciamento, pois os órgãos for
